Reciclagem

Agosto 19 2013

A Resialentejo, empresa intermunicipal de tratamento e valorização de resíduos, encaminhou para reciclagem, no primeiro semestre do ano, 1 598 toneladas de resíduos.  

De acordo com os dados revelados pela empresa, verificou-se um aumento de 15,6 toneladas face a igual período do ano passado. As embalagens de papel/cartão foram os resíduos com mais expressão totalizando as 742,6 toneladas.

No que respeita aos resíduos de construção/demolição, no primeiro semestre deste ano registou-se um decréscimo de 879 toneladas face a período homólogo, o que representa um recuo de 86,1%. A esta queda não será alheia a crise que atinge o sector da construção civil.

Os resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos seguiram a mesma tendência. No primeiro semestre foram recebidas pela Resialentejo menos 2,2 toneladas do que nos primeiros seis meses do ano passado, o que representa uma descida de 11,7%.

A reciclagem de pneus usados aumentou no mesmo período 26,2%.

Entre Janeiro e Junho, comparativamente com o mesmo período do ano passado, os municípios depositaram menos 1 215 toneladas de resíduos em aterro.

 fonte:http://www.radiopax.com

publicado por adm às 11:11

Agosto 06 2013

Num mundo onde a pressão sobre os recursos naturais só aumenta e a preocupação com o meio ambiente se traduz em leis cada vez mais rígidas, a gestão adequada do lixo virou assunto estratégico dentro das empresas. E daqueles com potencial de falar alto ao bolso, ou melhor, ao caixa. A General Motors sabe bem disso.


No ano passado, a montadora mandou parareciclagem 90 por cento de todos os resíduos gerados no processo de fabricação de seus carrosmundo a fora, ao invés de enviá-los para aterros. Os louros foram colhidos: a iniciativa gerou receitas de cerca de R$ 2 bilhões, segundo o último relatório desustentabilidade da empresa.

Tal façanha foi alcançada com a implementação do programa Landfill Free (livre de aterro sanitário, em tradução livre), que visa reduzir a zero o volume delixo mandado para aterros. A meta é atingir 125 instalações da empresa em todo o mundo até 2020. Falta pouco.

Hoje, 106 unidades já reciclam 100% dos resíduos. Na lista entra de tudo - de sucata de aço e borra de tinta a caixas de papelão e pneus desgastados. 

Experiência brasileira

A primeira planta brasileira a consquistar o status livre de aterro, em 2012, foi a de Gravataí, no Rio Grande do Sul, de onde saem modelos como o Celta, Onix e Prisma.

A unidade atua em duas frentes para reduzir o impacto ambiental de suas operações. Primeiro, busca a redução do desperdício. Somado a isso, desenvolve ações que visem à reciclagem e à reutilização dos materiais.

“Uma empresa de manufatura de automóveis gera uma serie de resíduos, alguns com valor, como os retalhos da estamparia, que são disputados a tapas, e alguns de pouco valor, como borra de tinta, um resíduo perigoso, com metal pesado”, explica Nelson Branco, gerente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da América Latina pela GM.

fonte:http://exame.abril.com.br/


publicado por adm às 22:41

Julho 30 2013

Os consumidores domésticos enviaram, no primeiro semestre deste ano, 168.313 toneladas de resíduos de embalagens para reciclagem, mais três por cento face ao período homólogo de 2012, informou hoje a Sociedade Ponto Verde.

O plástico e o metal foram os materiais mais recolhidos nos primeiros seis meses do ano, com um aumento de 22 e 20,7 por cento, respectivamente, comparativamente a idêntico período de 2012.

Em contrapartida, a madeira e o vidro foram os resíduos menos enviados para reciclagem, tendo registado, no mesmo período, um decréscimo de 39 e 4 por cento, respectivamente.

O papel e o cartão, com 46.481 toneladas de resíduos de embalagens, tiveram um aumento de 4 por cento nas quantidades encaminhadas para reciclagem entre Janeiro e Junho, face ao primeiro semestre de 2012.

Os dados hoje divulgados, em comunicado, referem-se a resíduos de embalagem de origem doméstica, pequeno comércio, restaurantes e hotéis. O lixo foi recolhido através, nomeadamente, dos ecopontos e dos sistemas porta-a-porta.

Nos primeiros seis meses do ano, foram enviadas 78.857 toneladas de resíduos de embalagem de vidro, 30.993 de plástico, 10.740 de metal e 1.246 de madeira.

A Sociedade Ponto Verde precisa que quanto aos resíduos de embalagem de origem não doméstica - industrial ou comercial - foram enviadas para reciclagem, no primeiro semestre do ano, 153.570 toneladas, mais 47 por cento comparativamente ao período homólogo de 2012.

Considerando no conjunto o lixo doméstico e industrial, foram encaminhadas para reciclagem mais de 321 mil toneladas entre Janeiro e Junho, um crescimento acima dos 20 por cento face aos primeiros seis meses do ano passado.

Comentando as estatísticas, o director-geral da Sociedade Ponto Verde, Luís Veiga Martins, sustentou à agência Lusa que, não obstante a crise, os portugueses "estão mais sensibilizados" para a reciclagem.

A Sociedade Ponto Verde é a entidade - privada - que gere o sistema integrado de recolha e tratamento de resíduos de embalagens em Portugal.

fonte:Lusa/SOL

publicado por adm às 22:20

Julho 16 2013

No seu compromisso permanente com a sustentabilidade ambiental, a Tetra Pak irá promover, de 20 a 28 deste mês, a exposição "A Reciclagem das Embalagens da Tetra Pak".

Com o CascaiShopping a servir de cenário, esta iniciativa pretende alertar o consumidor para a importância de reciclar e respeitar as florestas. 

Além deste ato, a companhia, que produz embalagens adequadas ao canal da distribuição automática, terá no mesmo local um espaço informativo sobre a certificação FSC.

Dirigida fundamentalmente aos mais novos, aquela exposição visa sensibilizar para a importância da separação de embalagens de cartão para alimentos líquidos e consequente reciclagem. Acessível a todos, ela procurará demonstrar, de forma interativa, como se processa a reciclagem de uma embalagem de Tetra Pak, após a sua colocação no Ecoponto Amarelo.

Na verdade, três são os módulos que irão integrá-la: o Ecoponto Amarelo, a Fábrica daReciclagem e o Atelier das Embalagens, organizados através de um trajeto que compreende jogos para as crianças e adultos, visionamento de filmes didáticos, ateliers de reciclagem e outras atividades lúdicas. 

Por seu turno, o stand FSC tem por objetivo chamar a atenção para a importância de escolher produtos provenientes de florestas geridas de forma responsável, ao mesmo tempo que dá a conhecer as embalagens da Tetra Pak com esta certificação.

A insígnia FSC, visível nas embalagens da marca, atesta que a madeira utilizada no fabrico do cartão é oriunda de florestas geridas de forma responsável, assegurando-se as melhores práticas ambientais, económicas e sociais. Para melhor compreender a sua missão, o Forest Stewardship Council é uma organização independente, não-governamental, que visa promover a gestão responsável das florestas mundiais.

Até 2020, a Tetra Pak tem a intenção de duplicar, em todo o mundo, a taxa de reciclagem das suas embalagens usadas para os 100 mil milhões de unidades.  

fonte:http://www.hostelvending.com.pt/v

publicado por adm às 20:41
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Junho 29 2013

A Quercus defendeu hoje que Portugal deve apostar na recolha seletiva porta a porta e no tratamento mecânico e biológico dos resíduos, em detrimento da incineração, para conseguir atingir a meta comunitária de ter metade do lixo reciclado.

 

"Parece-nos importante melhorar e implementar cada vez mais o sistema de recolha seletiva porta a porta, o que tem dado melhores resultados e do ponto de vista económico é um sistema mais interessante", disse à agência Lusa Rui Berkemeier, da Quercus.

Para o técnico da associação ambientalista, "os ecopontos têm demonstrado que a nível de reciclagem, o processo está a estagnar e não incentiva a participação dos cidadãos".

A Quercus refere que a recolha porta a porta permite taxas [de recolha] mais elevadas e custos mais baixos do que o sistema de ecopontos.

"Portugal necessita de aumentar o tratamento dos resíduos que as pessoas não separam e existem várias unidades para tratamento que conseguem reciclar muitos deles, nomeadamente através do sistema de tratamento mecânico e biológico", explicou.

Neste processo, o lixo que as pessoas não separam é alvo de um tratamento para recuperar a matéria orgânica, os metais, os plásticos, ou outros materiais recicláveis.

Para a Quercus, o país deve melhorar as unidades que tem a funcionar nesta área e instalar outras, por exemplo, "nas zonas de Lisboa e Porto, onde praticamente só tem incineração".

"Antes de incineradores, [devem instalar-se] estas unidades que recuperem materiais", referiu Rui Berkemeier, realçando que "só assim será possível Portugal atingir a meta de 50% de reciclagem".

Na reciclagem de plástico, a média do país aponta para quatro a cinco quilos de plástico por ano, uma quantidade que o especialista disse ultrapassar 30 quilos por habitante/ano com o sistema de tratamento mecânico e biológico.

Esse sistema já modernizado está instalado nos distritos de Castelo Branco, Portalegre e Covilhã e será concretizado em Guimarães.

"Porto e Lisboa não têm esse sistema [e assim] não vão conseguir atingir a meta de reciclagem", disse Rui Berkemeier.

Nos casos de Lisboa e Porto, "a hipótese é instalar unidades de tratamento que permitem reciclar os resíduos ou aumentar a capacidade de incineração, ora o custo de investimento para as unidades de tratamento que permitem reciclar os resíduos é substancialmente inferior ao custo de novas unidades de incineração", alertou.

Em sistemas de grande dimensão, como a Amarsul (Setúbal), Suldouro (Gaia e Vila da Feira) e Algar (Algarve) devia ser aumentada a capacidade dos sistemas de tratamento mecânico e biológico para "reciclar mais e reduzir substancialmente os resíduos a enviar para aterro".

O Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território está a preparar um novo plano para os resíduos urbanos, para 2013 a 2020, a partir da obrigação comunitária de reciclar metade dos resíduos urbanos.

fonte:http://www.rtp.pt/

publicado por adm às 11:11

Junho 08 2013

O Hospital de Braga remeteu para reciclagem 96 toneladas de papel e plástico em oito meses. Os números espelham o trabalho que a instituição de saúde tem desenvolvido em termos de práticas de protecção ambiental, fruto das medidas implementadas e do compromisso no âmbito do projecto EcoHopsital.
O projecto, que está a ser implementado em todos os serviços da unidade e que conta com a colaboração de profissionais de saúde e utentes, prevê a separação de resíduos recicláveis.
Também como produtor de óleos lubrificantes usados, o Hospital de Braga associou-se à Ecolub, entidade em Portugal que está licenciada como entidade Gestora do Sistema de Gestão de Óleos Usados.
Ontem, e como forma de assinalar o Dia Mundial do Ambiente, a unidade hospitalar colocou um pilhão, um ponto electrão e um oleão à entrada das instalações, iniciativa que surge no âmbito da parceria com a Braval, iniciada o ano transacto.
A colocação destes equipamentos tem como objectivo sensibilizar não só os colaboradores como toda a comunidade envolvente para as boas práticas ambientais, nomeadamente neste caso a importância de reciclar pilhas e baterias usadas de tele-móveis, resíduos eléctricos e electrónicos fora de uso e de pequenas dimensões e óleos alimentares usados.
“Esta é uma chamada de atenção para a necessidade de proteger o ambiente, já que por aqui passam milhares de pessoas todos os dias. Queremos sensibilizar não só os utentes, mas também os próprios funcionários já que muitos deles usam os transportes públicos e passam por aqui ”, refere o presidente da comissão executiva, João Ferreira.
Recorde-se de que no início do ano, o Hospital de Braga recebeu a Certificação Ambiental, tornando-se no primeiro do norte do país e o segundo a nível nacional a obter a garantia de cumprimento de todos os requisitos legais nesta área. 
“Cada vez o processo se torna mais exigente. Temos que garantir que aquilo que fizemos não volta para trás e, ao mesmo tempo, ter novas actividades em prol do ambiente”, prossegue o presidente da comissão executiva do hospital de Braga.


fonte:http://www.correiodominho.com

publicado por adm às 13:01

Dezembro 31 2012

As sacolas plásticas tem sido alvo de grande controvérsia ultimamente. Elas foram retiradas dos supermercados em muitas capitais, mas logo depois retornaram por determinação da justiça. Esta situação divide a opinião da população com relação à legalidade de seu uso e sua potencial fama de vilã do meio ambiente.

Inegavelmente, as sacolas plásticas representam um mal para o meio ambiente. Dados do MMA (Ministério do Meio Ambiente) apontam que todos os anos, cerca de um milhão de animais marinhos morrem em virtude das sacolas plásticas que vão parar inapropriadamente no mar.

Ainda com relação aos problemas causados nos oceanos, de todos os detritos que bóiam sobre as águas, 90% deles são de plásticos, o que inclui, em grande quantidade, as sacolinhas.

Segundo estimativas, são produzidos todos os anos em torno de 15 bilhões de sacolas plásticas no Brasil. Como a produção desses materiais é de custo muito baixo, podendo ser realizada com apenas uma máquina em uma empresa de “fundo de quintal”, não há ainda um controle ou fiscalização efetiva sobre a produção das sacolinhas.

O descarte incorreto das sacolinhas plásticas também é perceptível quando as enchentes atingem as cidades. As sacolas plásticas são grandes vilãs nestas situações, pois elas entopem bueiros, o que acaba por dificultar o escoamento da água e, por consequência, acarretando em uma enchente.

Outro problema adicional no uso das sacolas plásticas é referente às sacolas plásticas de supermercado. Segundo regulamentação da ANVISA, como as sacolas plásticas de supermercado são usadas para o transporte de alimentos, elas devem ser feitas a partir de material virgem, o que implica na extração e refinamento de petróleo, gerando assim grandes impactos no meio ambiente e uma consequente produção de resíduos.

 

Reutilização e reciclagem

A reutilização de sacolinhas plásticas é outro ponto primordial nesse processo. Como elas não são descartadas corretamente pela população e geram essa série de problemas citados acima, uma possibilidade interessante e bastante sustentável é fazer a reutilização dessas sacolas. Muitas técnicas têm sido aplicas e aprimoradas neste processo, das quais se destacam o crochê e o tear, em que são criadas bolsas, tapetes, objetos de decoração e uma infinidade de outros objetos com grande possibilidade comercial.

Outro processo que tem se destacado é a reciclagem de sacolinhas plásticas em fibras de carbono, material “High Tech” presente em carros de corrida, equipamentos esportivos, aviões e sondas espaciais.

 

fonte:http://www.fragmaq.com.br

publicado por adm às 10:05

Dezembro 30 2012

Coleta aumentou em 20%.
Mais de 80 agentes de reciclagem trabalham na cooperativa.

 

Materiais descartados no período de Natal têm feito a alegria de pessoas que trabalham com reciclagem, em Aracaju. Segundo a Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem (Care) o trabalho e a lucratividade aumentam.

No local de armazenamento da cooperativa são pilhas de materiais que aos poucos vão ser separados para a reciclagem. Entres os materiais se encontram caixas de papelão, plásticos, latinhas e papel. Tudo é recolhido em 22 localidades da capital através de uma coleta seletiva.

Depois de separados os materiais seguem para a prensa. No depósito muitos já estão prontos para entrega. Isso devido o aumento de 20% na coleta. Pela grade quantidade de material que chega diariamente os cooperados acreditam que não vai faltar trabalho para os próximos meses.

Mais de 80 agentes de reciclagem trabalham na cooperativa e possuem em média, um salário mínimo por mês. Com o aumento de materiais é possível que obtenham uma maior lucratividade neste fim de ano. “Esse trabalho nos ajuda bastante, não só a gente como o meio ambiente”, explica a agente Vaneide Ribeiro.

fonte:http://g1.globo.com/s

publicado por adm às 10:03
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Dezembro 30 2012

Sucata é todo o material que não pode mais ser utilizado para aquilo que inicialmente se destinava, podendo servir para a fabricação de novos produtos. Os materiais mais comuns são: o aço, ferro, cobre, alumínio, zinco, magnésio, plásticos, vidros, papel, borracha, entre outros.

Muitas empresas atuam no ramo da reciclagem de sucata, atualmente, elas têm um papel extremamente importante quanto à preservação do meio ambiente e na diminuição da quantidade de resíduos depositados inadequadamente em aterros.

Além disso, a reciclagem de sucata gera, por meio de uma extensa cadeia de coleta e processamento, oportunidades de trabalho à milhares de pessoas, na qual estão inseridas as cooperativas de catadores, ONGs e programas sociais.

Uma das possibilidades da reciclagem da sucata é a sua transformação em aço, por meio do uso da sucata de ferro no processo produtivo. Desse modo, o uso de energia na produção, assim como as emissões de CO2, são menores neste modelo de fabricação.

Outra forma de reciclagem envolve a sucata eletrônica, ou seja, equipamentos eletrônicos que se tornaram obsoletos e caíram em desuso, tais quais como computadores, impressoras e etc. Estimativas apontam que somente na União Européia, todos os anos, 8 milhões de toneladas destes equipamentos caem em desuso, se transformando assim em sucata eletrônica.

As sucatas eletrônicas são uma fonte altamente rica em matérias-primas. Nos resíduos destes equipamentos é possível encontrar até cem vezes mais metais preciosos por tonelada de material do que no minério, a fonte primária de matéria-prima. Além disso, com a crescente necessidade global por matérias-primas secundárias de alta qualidade, a reciclagem de sucata eletrônica se torna um grande incentivo para empresas de todo o mundo, além de uma grande contribuição para o meio ambiente.


fonte:http://www.fragmaq.com.br/

publicado por adm às 10:01

Outubro 30 2012

Levantamento divulgado pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas) informam que o país reciclou 248,7 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas, das 253,1 mil toneladas disponíveis no mercado em 2011. Com isso, o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 98,3%, mantendo o Brasil na liderança mundial desde 2001. Segundo dados das duas entidades, foram recicladas no ano passado 18,4 bilhões de embalagens, o correspondente a 50,4 milhões/dia, ou 2,1 milhões/hora.

Segundo o diretor-executivo da Abralatas, Renault de Freitas Castro, a indústria fabricante de latas para bebidas vem investindo continuamente para atender a demanda. "o setor ampliou em 2012 a capacidade produtiva em 9,5%, saindo de 21 bilhões para 23 bilhões de unidades/ano, para uma expectativa de crescimento de 7% no consumo de latas".

Carlos Roberto de Morais, coordenador da Comissão de Reciclagem da Abal, comemora mais um recorde na reciclagem das latas de alumínio e explica, "esse resultado tem como base uma cadeia estruturada há mais de 20 anos, que garante uma demanda forte e consistente e que remunera todos os elos envolvidos".

Segundo o estudo, a coleta de latas de alumínio para bebidas injetou R$ 645 milhões na economia nacional. Além disso, por consumir apenas 5% de energia elétrica, quando comparado ao processo de produção de metal primário, a reciclagem das 248,7 mil toneladas de latas proporcionou uma economia de 3.780 GW.h ao país, número equivalente ao consumo residencial anual de 6,5 milhões de pessoas, em dois milhões de residências.

fonte:http://www.monitormercantil.com.br/

publicado por adm às 23:09

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