Reciclagem

Setembro 26 2010

Não é mais mistério para ninguém que praticar reciclagem, seja em casa ou no trabalho, é fundamental para a preservação do meio ambiente, além de um ato de cidadania e respeito com as próximas gerações que habitarão oplaneta. Ao reciclar, estamos dando vida nova a materiais que acabariam inutilizados em lixões ou aterros sanitários, quando não poluindo rios e córregos.

Particularmente o plástico, do ponto de vista ambiental, é um problemão. O baixo custo de produção e a alta maleabilidade fazem deste material um insumo largamente consumido em todo o mundo.

Os plásticos estão presentes (e muitas vezes são essenciais) em diversos setores da economia. A construção civil, embalagens, têxtil, telecomunicações e eletroeletrônicos, por exemplo, são grandes “consumidores” deste material. São produtos que vão desde “inofensivas” sacolinhas de plástico a chassis de tratores e caminhões.

O descarte de plásticos é dividido em dois grupos distintos: pós-industriais (descarte feito por indústrias) e pós-consumo (embalagens e outros produtos que vão para o lixo dos consumidores). Para se ter uma idéia, em 2005 foram descartados 767.503 mil toneladas de plásticos no Brasil, de acordo com levantamento doInstituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida).

O problema é que o plástico é produzido do petróleo, um combustível fóssil não-renovável (ou seja, um dia acaba), altamente poluente quando queimado ou derramado, e tóxico, quando inalado ou ingerido. Como agravante, a biodegradabilidade da maioria dos plásticos é muito lenta. Uma garrafa PET, por exemplo, leva cerca de 500 anos para se desintegrar na natureza. Por isso, enquanto não inventam um material para substituí-lo, é muito importante reciclá-lo.

Esta alternativa, no entanto, está longe de ser efetiva. Em 2006, reciclou-se 19,8% do plástico pós-consumo em território nacional. A média européia foi de 16,94%, de acordo com a Association of Plastics Manufacturers (Plastics Europe). A Alemanha, neste sentido, é um exemplo a ser seguido por outras nações: reciclou 32% do seu plástico pós-consumo.


E como reciclar o plástico? Saiba na próxima página.

Processo de reciclagem

Qual é o papel do consumidor na reciclagem do plástico? Como as pessoas podem contribuir para melhorar o índice brasileiro?

Ao consumidor cabe separá-lo em casa e entregá-lo para a coleta seletiva da prefeitura ou às cooperativas de catadores. Pode também depositá-lo nos lixos vermelhos de reciclagem, disponibilizados por diversas lojas e supermercados. O material será recolhido, separado e vendido (ou doado, depende do caso) para indústrias de reciclagem que, por sua vez, executarão a reciclagem propriamente dita.

 

 

O que entra no "lixinho vermelho"?
O plástico é um material muito versátil, é comum o observarmos em diversos níveis de rigidez, gramatura e cores. Eles podem ser divididos em dois grupos:

Rígidos: aparelhos telefônicos, eletrodomésticos, garrafas PET, carros e lapiseiras;

Filmes: sacolinhas plásticas, embalagem de cigarro e papel filme.

Em ambos os grupos, (quase) todos os componentes são recicláveis e, portanto, devem ser encaminhados para a reciclagem. A exceção (o que não é reciclado) fica por conta de cabos de panela, botões de rádio, pratos, canetas, bijuterias e espuma, entre outros produtos.

Lembre-se de que não se recicla dois ou mais tipos de plástico ao mesmo tempo, antes de entrar no sistema eles são separados. Portanto, antes de descartar a garrafa PET, separe a tampinha e o rótulo da embalagem. O mesmo vale para o tubo e a tampa da pasta de dentes, do shampoo, e por aí vai. Não custa nada dar uma mãozinha aos “empresários verdes”, não é mesmo? Afinal de contas, eles estão fazendo um bem ao nosso planeta.

 

 

Existem, atualmente, três sistemas de reciclagem de plásticos: mecânica, química e energética. Cada um deles possui suas vantagens e desvantagens. O mais utilizado, em nível mundial, é o sistema mecânico, pela facilidade de implementação e pelo custo da operação. Veja abaixo. 



 

Outras formas de reciclagem

Além do sistema mecânico, a reciclagem pode ser química eenergética. A reciclagem química reprocessa os materiais, por intervenção química (hidrogenização, gaseificação, quimólise e pirólise), transformando-os novamente em matéria-prima para indústrias.

Já a reciclagem energética (ou recuperação energética) trata-se da recuperação dos plásticos através de processos térmicos. É uma espécie de incineração, com a diferença de que a energia gerada pela queima do plástico é reaproveitada.

Para se ter uma idéia, 1 kilo de plástico reciclado por recuperação energética gera energia equivalente à queima de 1 kilo de óleo combustível. No Japão e nos EUA, por exemplo, já existem centenas de usinas térmicas movidas a plástico em atividade. 

 

 

Empresário verde

Se empolgou com a reciclagem do plástico e quer montar seu próprio negócio? Vá com calma.

O investimento inicial para montar a sua própria recicladora de plástico gira em torno de R$ 300 mil. Sem contar, é claro, com o terreno para instalar as máquinas, que deve ser de pelo menos 1,5 mil metros quadrados. E para que o negócio seja rentável, o ideal é reciclar mensalmente cerca de 50 toneladas de material.

Comprador é o que não falta, já que seu preço é menor do que a metade do plástico virgem. O setor têxtil, que produz fibras de poliester a partir do PET reciclado, é um grande cliente.

E por que não agregar valor ao seu produto final? Uma alternativa à simples venda de plástico reciclado para outras indústrias é a criação de produtos à base de materiais recicláveis, como por exemplo bijuterias e objetos decorativos. Várias cooperativas de catadores no Brasil já estão fazendo isso. A garrafas PET, por exemplo, podem servir para fazer cadeiras e mesas, graças a sua resistência mecânica (dá para passar um carro em cima de uma garrafa Pet fechada que ela resiste). Há quem faça bonecas com o plástico e inclusive, bijuterias como as da Camapet (Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental) de Salvador, usadas no carnaval baiano.

 

 

Criatividade faz parte das formas de ganhar dinheiro com reciclagem.
Crédito: Norsa/Camapet

 

 

 

Em 2005, a indústria brasileira de reciclagem de plástico contava com 512 empresas, reciclava 767,5 mil toneladas de plástico por ano – 60,9% de sua capacidade instalada – e gerava 17.548 empregos diretos. As informações foram extraídas de pesquisa realizada pelo Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos – Plastivida.

De onde vem e para onde vai

O HowstuffWorks explica de onde vem os diferentes tipos de plásticos que utilizamos, e no que eles se transformam após o processo de reciclagem. Veja abaixo:

 

O que pode ser produzido com plástico reciclado
Quem apostar no mercado de reciclagem de plástico não precisa somente vender a matéria-prima reciclada para outras indústrias, pode também pode produzir seus próprio produtos. Veja abaixo uma lista do que pode ser produzido:

- Armários, mesas e cadeiras;
- Vassouras, baldes, cabides, escovas e cerdas;
- Garrafas e frascos (exceto para contato direto com alimentos e fármacos), sacolas e outros tipos de filmes;
- Bonecas, carrinhos e outros brinquedos;
- Bijuterias e objetivos decorativos;
- Telhas e painéis de fachada para construção civil; e
- “Madeira de plástico”.



 

TERMOPLÁSTICOS

PET - (polietileno tereftalado)

Frascos de refrigerantes, produtos farmacêuticos, produtos de limpeza, mantas de impermeabilização e fibras têxteis, etc;

PEAD - (polietileno de alta densidade)

Embalagens para cosméticos, frascos de produtos químicos e de limpeza, tubos para líquidos e gás, tanques de combustível para veículos automotivos, etc;

PVC - (policloreto de vinila)

Frascos de água mineral, tubos e conexões de encanamento, calçados, encapamentos de cabos elétricos, equipamentos médico-cirúrgicos, esquadrias e revestimentos, etc.

PEBD - (polietileno de baixa densidade)

Embalagens de alimentos, sacos industriais, sacos para lixo, lonas agrícolas, filmes flexíveis para embalagens e rótulos de brinquedos, etc;

PP - (poliproprileno)

Embalagens de massas e biscoitos, potes de margarina, seringas descartáveis, equipamentos médico-cirúrgicos, fibras e fios têxteis, utilidades domésticas, autopeças (pára-choques de carro);

PS – (poliestireno)

Copos descartáveis, placas isolantes, aparelhos de som e tv, embalagens de alimentos, revestimento de geladeiras, material escolar;

OUTROS

Plásticos especiais e de engenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores;

TERMORRÍGIDOS

PU - Poliuretanos, EVA - Poliacetato de Etileno Vinil etc

Solados de calçados, interruptores, peças industriais elétricas, peças para banheiro, pratos, travessas, cinzeiros, telefones e etc.

Fonte: Plastivida / Recicloteca e Casara – Comércio, Representações e Consultoria Ltda

 

 

Perda da qualidade: mito ou realidade?

A reciclagem do plástico é extremamente eficiente - 100% do material são reaproveitados. Alguns críticos, contudo, afirmam que o processo de reciclagem afeta a qualidade do plástico. Será verdade?

Realidade ou mito, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não permite o emprego de plástico reciclado em embalagens de alimentos. Deste ponto em diante, tire suas próprias conclusões.

fonte:Celso Monteiro.  "HowStuffWorks - Como funciona a reciclagem de plástico".  Publicado em 24 de outubro de 2007  (atualizado em 28 de novembro de 2008) http://ambiente.hsw.uol.com.br/reciclagem-plastico.htm  (26 de setembro de 2010)

publicado por adm às 16:37

Setembro 26 2010

 

 

Empresa Municipal Trofáguas está a oferecer ecopontos domésticos a todos os trofenses.

 

Cada cidadão produz, em média, 511 quilos de resíduos urbanos ao longo de um ano. Desses, apenas 13 por cento são reciclados (cerca de 67 quilos). Para fomentar a prática da reciclagem e da separação de resíduos, a empresa municipal Trofáguas está a desenvolver uma campanha de oferta de ecopontos domésticos.

Para levantar o seu ecoponto, basta dirigir-se ao balcão da empresa, na Rua Infante D. Henrique, 307 - Edifícios Terraços do Infante, em S. Martinho de Bougado, e ter as facturas devidamente regularizadas. A atribuição dos ecopontos é limitada ao stock existente.

"Com esta campanha, a Trofáguas pretende continuar a desenvolver um trabalho de sensibilização junto dos munícipes para a importância da separação de resíduos, uma prática ainda pouco comum nas famílias, mas muito importante na criação de um ambiente sustentável no concelho", sublinhou fonte da empresa.

fonte:onoticiasdatrofa

publicado por adm às 14:36

Setembro 25 2010

 

Um projeto, que contou com uma parceria entre a empresa alemã de embalagens CD Cartondruck e a artista plástica Sarah Illenberger, mostra que o pequeno smart fortwo pode ser um veículo de perfil sustentável. Sarah fixou cubos de papelão reciclável de vários tamanhos e tonalidades de verde sobre a carroceria do modelo. De acordo com a smart, o fortwo ainda vem com carcaças dos espelhos retrovisores externos, os para-sois e tapetes feitos com esse mesmo tipo de papelão. Apesar de o material passar a impressão de fragilidade, a Cartondruck afirma que ele é resistente e pode suportar os efeitos do clima e do tempo.

"Com esse projeto queremos mostrar que o smart pode ser descartável, o que não significa que ele não possa ter uma aparência durável, mesmo quando construído com um material pouco convencional. Nós gostamos de criar novas maneiras de destacar a criatividade humana, diversas possibilidades de design e ambientalmente favoráveis para o smart. E este fortwo destaca cada um desses aspectos", explica Marc Langenbrinck, diretor da smart e chefe de Vendas e Marketing da empresa. O fortwo ficará exposto no espaço smart urban stage, em funcionamento na capital francesa, entre os dias 28 e 30, em um evento paralelo ao Salão do Automóvel de Paris.

fonte:carsale

publicado por adm às 18:33
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Setembro 22 2010

A Tafibra assinou um protocolo de parceria com a Quercus relacionado com a sensibilização para a reciclagem de madeira utilizada nos seus produtos. A marca, integrada na Sonae Indústria para o fabrico de produtos derivados de madeira, associa-se assim ao projecto “Criar Bosques”, da Quercus, que tem a Serra do Caramulo como foco de atenção.

O acordo surge no âmbito de várias iniciativas da Tafibra, por ocasião do Dia Mundial para a Preservação da Camada de Ozono, a 16 de Setembro. A marca pretende ainda lançar, a 15 de Outubro o website http://www.madeiraurbana.com/, dedicado à reciclagem de madeira reciclada nos seus produtos. Através deste endereço, a Tafibra quer sensibilizar empresas, indústrias e cidadãos a adoptar boas práticas ambientais.

O grupo Sonae Indústria opera, em Portugal, a rede de centros de reciclagem Ecociclo – Energia e Ambiente, onde é possível observar a primeira fase do processo de reciclagem de madeira e derivados de madeira.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:05

Setembro 22 2010

A Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Álvaro Pássaro, abre o seminário sobre os 10 anos da directiva comunitária relacionada com a gestão de veículos em fim de vida, numa iniciativa que vai fazer o balanço da reciclagem de automóveis e que decorrerá no Centro Cultural de Belém, amanhã, pelas 9h30.

Este encontro, organizado pela Valorcar e pela Agência Portuguesa do Ambiente, pretende dar a conhecer o trabalho que está a ser feito em Portugal e que permitiu, nos últimos dez anos, a reciclagem e valorização de mais de 250 mil veículos.

A Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território aproveitará este momento para dar a conhecer os números relacionados com a operação nacional de erradicação de depósitos ilegais de veículos em fim de vida.

fonte:governo

publicado por adm às 23:01

Setembro 22 2010

A Sociedade Ponto Verde (SPV) está a promover uma campanha de incentivo à reciclagem com o nome “Apanhados no Ecoponto” e que vai premiar os estabelecimentos pertencentes ao universo VERDORECA, o subsistema da SPV que promove o encaminhamento e reciclagem das embalagens dos estabelecimentos de hotelaria e restauração, conhecidos como canal Horeca.

No âmbito desta campanha e durante os próximos três meses, uma equipa vai andar de Norte a Sul do País a “apanhar” desprevenidos os donos e funcionários dos cafés/restaurantes a depositarem as embalagens usadas de vidro no ecoponto. A pessoa encontrada a depositar correctamente os resíduos de embalagens de vidro recebe de imediato uma máquina fotográfica digital e mangas refrigeradoras para garrafas para o seu estabelecimento. Todos os estabelecimentos podem habilitar-se a um dos 20 LCD’s, que serão atribuídos como prémio final às mais originais frases sobre a importância da separação e reciclagem que entrem no site da campanha.

Até 2011, a SPV deverá reciclar um mínimo de 60 por cento da totalidade de embalagens de vidro que lhe são declaradas, no entanto, «no final de 2009, esta percentagem estava abaixo dos 50 por cento, um número que mostra a necessidade de aumentar a reciclagem de vidro em Portugal. Com a iniciativa “Apanhados no Ecoponto” pretende-se contribuir para o aumento das retomas dos resíduos de embalagens de vidro e mostrar que todos temos a ganhar com a reciclagem deste material», afirma Luís Veiga Martins, Director-Geral da SPV.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 22:25

Setembro 19 2010

Indústria Fox vai inaugurar em setembro em Cabreúva (SP) unidade que reaproveitará mais de 420 mil refrigeradores por ano

 

A tarefa de reciclar eletrodomésticos no Brasil ganhará ares industriais com uma das primeiras fábrica de reciclagem de geladeira, freezer e ar condicionado da América do Sul. Foram investidos R$ 20 milhões, com apoio de órgãos internacionais, para a abertura do empreendimento pioneiro. Com uma área industrial de quase dez mil metros quadrados, a expectativa é de que sejam reciclados mais de 420 mil aparelhos de refrigeração por ano.

A fábrica de Cabreúva (SP) será inaugurada em setembro. O projeto teve financiamento da SENS International, fundação suíça sem fins lucrativos. Também colabora com a Fox uma rede de parceiros – entre eles o governo suíço - que apóia voluntariamente a iniciativa suíça de proteção climática.

O sistema de reciclagem no País ainda é quase todo tarefa manual realizada principalmente por ‘sucateiros’, que separam os materiais rentáveis comercialmente. Na fábrica pioneira, entretanto, o processo é industrializado e os gases contidos nos equipamentos de refrigeração, recuperados. “Hoje, uma geladeira velha vai para o sucateiro que aproveita algumas partes e as vende. Porém, assim que o motor é retirado, saem gases poluentes que passam despercebidos, já que não há cheiro”, afirma Philipp Bohr, diretor geral da Fox.

 

Ao serem coletados, os equipamentos passam por uma triagem e, se houver gases poluentes, o material é removido e tratado, en quanto as partes móveis são recolhidas e o resto dos materiais, triturado. Com isso, a Fox obtém vários tipos de matérias-primas como ferro, aço, alumínio e plástico, que serão vendidas para outras empresas. Uma das preocupações da recicladora é o destino correto de gases como o clorofluorcarboneto (CFC) – ainda presente no sistema de refrigeração de aparelhos antigos –, que poluem o ambiente e destroem a camada de ozônio.

Com duas linhas de montagem, há capacidade para reciclar até 50 geladeiras em aproximadamente uma hora. Não há reaproveitamento de nenhuma parte do eletrodoméstico: tudo é triturado e vendido como matéria-prima. “O impacto da fábrica dependerá da maneira como for realizada a reciclagem e, principalmente da quantidade de gases recolhidos”, afirma Edson Thomaz, engenheiro químico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Se a geladeira já tiver parado de funcionar, provavelmente todo o gás poluente já saiu”.

O modo de retirada e transformação dos gases funciona por meio de um processo técnico. As moléculas gasosas são quebradas em partes menores e depois há uma recombinação controlada, cujo resultado é um líquido ácido, vendido para indústria de limpeza e outros segmentos. Apesar de o gás CFC ter sido parcialmente substituído nos refrigeradores - graças à lei sancionada em 2001 que proibiu seu uso - pelos hidroclorofluorcarbonos (HCFC), menos nocivos à camada de ozônio, ele ainda causa problemas. O HCFC é menos instável, o que torna menor seu tempo de decomposição (até 20 anos), ao contrário do antigo gás usado que pode ficar durante décadas na atmosfera

 

Um amplo mercado

Todo o processo de reciclagem da Fox é realizado com máquinas importadas e na própria empresa. Há dez funcionários e mais quarenta serão recrutados ao longo de um ano, segundo expectativas de Bohr. Os serviços são direcionados a clientes como fabricantes, varejistas, transportadores, indústrias de matéria-prima, cooperativas, ONGs e associações. Ainda não há um preço fechado para a reciclagem, já que dependerá do peso do eletrodoméstico e da quantidade de gás. “Pessoas físicas também poderão solicitar nossos serviços. Entretanto, não acredito que acontecerá com frequência, já que os consumidores não estão habituados a pagar por isso”, diz.

São boas as perspectivas de mercado para a recicladora, já que nesse mês foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a política nacional de resíduos sólidos. Com ela, as empresas serão obrigadas a recolher os equipamentos descartáveis e dar-lhes um destino. Segundo o regulamento, os municípios terão de gerenciar o descarte dos resíduos, que só poderão ir para aterros se não forem recicláveis. Quem não cumprir a lei sofrerá multa ambiental, entretanto, o prazo para as empresas se adequarem ainda está indefinido. "Não basta só recolher. É preciso destinar o lixo e dizer quem fará a recuperação e o aproveitamento”, diz Sergio Gonçalves, diretor de ambiente urbano da secretaria de recursos hídricos e ambiente urbano do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge), em 2008, foram produzidos no Brasil mais de seis milhões de refrigeradores. As vendas movimentaram R$ 3,6 bilhões.

fonte:economia.ig

 

publicado por adm às 16:07

Setembro 19 2010

O Instituto Nacional de Estatística revelou em Agosto que a reciclagem em Portugal corresponde a 57 por cento da média da União Europeia. Significa isto que cada português produz 511 quilos de resíduos por ano, sendo que apenas 13 por cento (67 quilos) são separados e enviados para reciclagem.

Os dados mostram ainda que entre 2004 e 2009 a quantidade de resíduos recolhidos foi crescendo três por cento ao ano: segundo o INE, os resíduos de embalagens destacam-se como a fileira que tem registado a mais elevada taxa média de crescimento ao ano e que ascende a 32% nos últimos seis anos. O papel e cartão e o vidro registam um valor médio de crescimento de 18% e 11% ao ano, respectivamente.

A economia portuguesa gerou, nos últimos seis anos, cerca de 172 milhões de toneladas de resíduos. Deste total, aproximadamente 19 milhões eram resíduos perigosos, o que em termos globais corresponde a 11%. Os sectores da construção, indústria mineira e de extracção de inertes e
de minerais não metálicos foram as actividades que geraram maiores quantidades de resíduos. 

A deposição em aterro é o destino de 65 por cento da recolha indiferenciada em Portugal, oito pontos percentuais acima da média europeia. Segundo alguns especialistas, as unidades de Tratamento Mecânico Biológico (TMB) poderão ser a melhor solução para minimizar as quantidades de resíduos depositados. Já as metas, estão atrasadas, como é fácil de verificar no último relatório de monitorização do Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU II), que revela que foi cumprida apenas 66 por cento da meta estipulada para 2008 no que toca ao envio de resíduos para TMB.

Para a Quercus, a solução passa por ter mais TMB a trabalhar e pelo aumento da taxa de gestão de resíduos, de forma a incentivar o desvio de resíduos do aterro para a reciclagem e incineração. «Passa por trabalhar os dois lados, seja pela penalização, seja pela valorização dos materiais recicláveis», adianta Rui Berkmeier.

Também a Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Pássaro, acredita que a taxa de reciclagem vai aumentar significativamente no prazo de dois anos, após a conclusão das unidades de TMB que estão em construção. Em declarações à Lusa, a governante referiu que, comparativamente com os países que aderiram mais tarde à UE, países do sul da Europa, Portugal tem tido um desempenho «muito bom» e tem melhorado de ano para ano as quantidades de resíduos enviados para reciclagem.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 16:05
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Setembro 01 2010

Politicas de Publicidade e Privacidade do blog – “Reciclagem”, no endereço “http://a-reciclagem.blogs.sapo.pt/”

 

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Adm.

publicado por adm às 18:18

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