Reciclagem

Junho 27 2012

O município de Penafiel registou no primeiro trimestre de 2012 o maior envio para reciclagem de papel/cartão e vidro, no Vale do Sousa, com mais de 390 toneladas, seguido do Município de Paredes com 342.1 toneladas; Paços de Ferreira com 309.16; Felgueiras com 192.76; Lousada com 182.76 e Castelo de Paiva com 48.04 toneladas.

Face a estes resultados, o Concelho de Penafiel, o 2º do Vale do Sousa com maior densidade populacional, com cerca de 72 mil habitantes, coloca-se na vanguarda dos registos de reciclagem na região do Vale do Sousa.

 

Ao nível do Papel/Cartão deram entrada na AmbiSousa 726,72 toneladas, dos quais 198,46 de Penafiel, 183,12 de Paredes, 158,35 de Paços de Ferreira, 90,53 de Lousada, 81,84 de Felgueiras e 14,42 de Castelo de Paiva.

 

No que diz respeito ao vidro, Penafiel assume novamente a liderança com o envio de 191,60 toneladas, seguido de paredes com 158,98; Paços de Ferreira com 150,81; Felgueiras com 110,92; Lousada com 92,06 e Castelo de Paiva com 33,62, perfazendo um total de 737,98 toneladas.

 

Para Antonino de Sousa, vereador com o pelouro do Ambiente, da Câmara Municipal de Penafiel,” É com satisfação que verificamos que Penafiel continua a cumprir os seus objetivos em prol do ambiente, reforçando cada vez mais o valor e a importância da reciclagem para a conservação e melhoramento do nosso meio ambiente.”

fonte:http://www.averdade.com/

publicado por adm às 23:56

Março 28 2012

Cerca de 40% do lixo municipal da União Europeia (UE) foi depositado em aterros durante o ano de 2010. Um valor abaixo do praticado em Portugal, com 62% dos resíduos sólidos urbanos a serem tratados por este método, segundo um relatório do Eurostat divulgado ontem.

Cada cidadão europeu produziu, em média, 502 quilos de detritos, tendo sido tratados 486 quilos por pessoa. O português gerou um pouco mais - 514 quilos -, mas a tabela é dominada pelo Chipre com 760 quilos.

Em Portugal, apenas 12% foram reciclados (metade da média europeia de 25%), 19% incinerados (quase em linha com o valor comunitário de 22%) e 7 % reaproveitados por compostagem (contra os 15% praticados no conjunto dos 27).

Alemanha lidera reciclagem, Bulgária só quer aterros

 

Os métodos de tratamento diferem substancialmente entre os 27 Estados-membros.

Os países com uma maior taxa de reciclagem são a Alemanha (45%), Bélgica (40%), Eslovénia (39%), Suécia (36%), Irlanda (35%) e Holanda (33%). 

A incineração é o destino mais procurado pela Dinamarca (54%), Suécia (49%), Holanda (39%), Alemanha (38%), Bélgica (37%), Luxemburgo (35%) e França (34%). 

Já a Bulgária é a campeã dos aterros, com 100% do lixo destinado a este processo. Segue-se a Roménia (99%), Lituânia (94%), Letónia (91%), Malta (86%), Grécia (82%), Eslováquia (81%) e Chipre (80%).

O sistema por compostagem (técnica aplicada para controlar a decomposição de matérias orgânicas) regista maior percentagem na Áustria (40%), Holanda (28%), Bélgica (22%), Luxemburgo (20%), Dinamarca (19% e Espanha (18%).

A reciclagem e compostagem em conjunto representaram mais de 50% dos resíduos tratados ou mais na Áustria (70%), Bélgica e Alemanha (ambos 62%), Holanda (61%) e Suécia (50%).


fonte:http://expresso.sapo.pt/p

publicado por adm às 23:54

Fevereiro 12 2012
Os portugueses estão cada vez mais adeptos da reciclagem. Um estudo hoje divulgado mostra que quase 70% dos lares já separam os lixos.

São cada vez mais os portugueses que optam por separar os lixos domésticos. Um estudo aos hábitos e atitudes das famílias mostra que continua a aumentar o número de adeptos da reciclagem.

Mário Raposo, diretor da sociedade Ponto Verde, diz que essa é uma boa notícia para o país.

Entre 2006 e 2011 aumentou 30% o número de lares que separam o lixo. Apesar da subida há ainda quem aponte alguns obstáculos à reciclagem.

«Haverá sempre uma parte da população que não adere a nenhum acto por mais nobre que ele seja e esse número restrito de pessoas está agora muito reduzido. As barreiras mais comuns que as pessoas apontam para não fazer a reciclagem é não ter um ecoponto perto de casa e também o trabalho que dá fazer a separação dos resíduos em casa», explica.

O estudo realizado pela Intercampos para a sociedade Ponto Verde mostra ainda que o Alentejo é líder na separação de resíduos.

fonte:http://m.tsf.pt/

publicado por adm às 22:05

Dezembro 26 2011

Portugal está a cumprir as metas estabelecidas para este ano para a reciclagem e valorização de resíduos de embalagens, mas o Governo reconhece a necessidade de investir mais nas acções de recolha do vidro.

Por isso, a entidade gestora Sociedade Ponto Verde decidiu medidas complementares para que a meta definida na directiva comunitária seja concretizada, como informou a Secretaria de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, em resposta a questões da agência Lusa.

"Em 2010, Portugal cumpriu as metas de reciclagem e valorização de resíduos de embalagens definidas pela directiva comunitária, encontrando-se igualmente a concretizar já as metas estabelecidas para 2011, com exceção do vidro", explica.

Assim, "é expectável que, a manter-se o crescimento verificado nos anos anteriores, Portugal irá dar cumprimento às metas estabelecidas para 2011 em todos os materiais", aponta a Secretaria de Estado, embora acrescente que, "no que se refere ao vidro, é necessário um maior investimento nas acções de recolha".

Segundo os dados provisórios de 2010, a taxa de reciclagem de vidro desceu de 55 para 53% e a de plástico manteve-se nos 25%.

Na comparação com o ano anterior, em 2010, o papel, cartão, metal e madeira apresentam taxas de reciclagem superiores.

O papel é o material mais reciclado, com 85 por cento, tendência igualmente seguida na valorização onde atinge uma taxa de 93 por cento.

Os resultados foram positivos na recolha de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos tendo sido ultrapassada a meta de quatro quilogramas por habitante.

Os responsáveis governamentais pelo Ambiente estão "convictos" de que Portugal vai cumprir também os objectivos na recolha de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis.

fonte:http://www.dn.pt/i

publicado por adm às 11:56

Dezembro 20 2011

O Sistema de Recolha e Valorização de Óleos Alimentares Usados do Município de Estarreja compreende dez oleões, distribuídos por todas as freguesias do concelho em pontos assinalados na via pública.

A Câmara de Estarreja anunciou, entretanto, a instalação de mais dois contentores, destinados à recolha de óleos alimentares usados, um na Urbanização da Póvoa de Baixo, em Estarreja, e o outro no Largo de S. Sebastião, em Avanca.

A melhoria das condições de recolha é outra das apostas, estando a decorrer, até março de 2012, uma operação de manutenção dos oleões primitivamente instalados.

Segundo uma nota informativa da Câmara de Estarreja, desde o arranque do projeto, já foram recolhidos 5.023 litros de óleo alimentar usado e, durante o ano de 2011, apenas no período de maio e junho, a quantidade de óleo usado depositada pelos munícipes não suplantou a do ano anterior.

A entrega de óleo usado nos contentores municipais é feita em garrafas de plástico de litro e meio ou garrafões de cinco litros, devidamente fechados.

"É com a soma deste pequenos gestos e novos hábitos que todos contribuímos para o nosso bem-estar e para o desenvolvimento com futuro", sublinha uma nota da autarquia, recordando os benefícios da recolha de óleo doméstico "que, de outro modo, seria deitado fora, com os respetivos impactos negativos no meio ambiente".

fonte:@Lusa
publicado por adm às 11:54
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Dezembro 20 2011

A Associação de Reciclagem dos Resíduos de Embalagens de Vidro acredita que o País poderá atingir o rácio de 60 por cento de retomas, a que está obrigado neste segmento. Isto apesar da Sociedade Ponto Verde apontar para o não cumprimento da meta específica na sua licença, que finda precisamente neste mês, e que, de acordo com os dados disponíveis das retomas de Novembro, deverá situar-se próximo dos 54 por cento. «Julgamos que será difícil alcançar a meta na SPV, embora possa ser alcançada pelo País», adiantou João Letras, no seminário sobre Gestão de Resíduos, organizado pela Apemeta, na semana passada. 

Em 2010 a taxa de reciclagem do vidro de embalagem situou-se nos 57 por cento, correspondendo ao rácio entre 225 mil toneladas/398 mil toneladas. Beatriz Freitas, técnica da CERV – Associação de Reciclagem dos Resíduos de Embalagens de Vidro, lembra que a dispersão geográfica e local, dos estabelecimentos de restauração dificulta e encarece as retomas dos resíduos das embalagens de vidro por si produzidos.

Apesar de «muitas autarquias fazerem um esforço no sentido de colocar ecopontos junto destes estabelecimentos, deveria existir uma recolha mais consistente dos resíduos de vidro existentes no canal Horeca», sublinha a responsável. Para tal, existirão «seguramente» operadores privados disponíveis para dar resposta a esta necessidade, só que «os regulamentos internos das autarquias, sobretudo nas de maior peso, nem sempre têm abertura para esta solução».

Em alguns casos já existe acordo dos estabelecimentos do canal Horeca para depositar os seus resíduos de vidro nos ecopontos existentes, mas «a necessidade de redução de custos, que tem sido uma constante nos últimos anos não permite aumentar o número de ecopontos». 

A grande questão está no facto de Portugal exportar directamente mais de 50 por cento das embalagens (em vazio) que produz, e se se considerar o circuito das embalagens em cheio, esta percentagem sobe para cerca de 70 por cento da produção nacional de vidro. Ora, «a referência aos cálculos anuais acaba por distorcer a realidade do mercado nacional, uma vez que as variações de stocks influenciam sempre, positivamente ou negativamente, o cálculo do consumo nacional», adianta Beatriz Freitas. Os 60 por cento têm que ser vistos como um objectivo pretendido, cuja manutenção terá de ser garantida no próximo futuro, segundo a representante do sector. 


Novas metas podem ser revistas em baixa

João Letras lembra precisamente que «em relação ao vidro qualquer subida na taxa de reciclagem será difícil de cumprir. Por isso, estamos a olhar para as embalagens de vidro que possam ser recuperadas das unidades de TMB [tratamento mecânico e biológico]». É que este novo fluxo emergente poderá vir a colmatar as necessidades de cumprimento da meta da SPV ou fazer face a novas exigências europeias que se venham a estabelecer. 

Apesar de ainda não existirem metas fixas para estes materiais, para cada um dos Estados-membros, o futuro das taxas de reciclagem poderá ser bem diferente: Rui Cunha Marques, do Instituto Superior Técnico, alerta que na reciclagem de embalagens, as metas europeias podem mesmo ser revistas em baixa.

O investigador, que está a liderar um estudo europeu sobre o impacto da directiva embalagens e das taxas de reciclagem em vigor nos Estados-membros, diz que «não haverá condições para se aumentar estas metas. A tendência será para desregular a reciclagem, tendo em conta que temos níveis muito elevados de exigências, e apostar noutras vertentes, como por exemplo a valorização energética, que poderá vir a ter metas». 

O estudo EIMPack – Economic Impact of the Packaging and Packaging Waste Directive, tem como objectivo perceber se as taxas de reciclagem definidas na Directiva nº 94/62/CE, transposta para a legislação nacional através do Decreto-Lei nº 92/2006, já ultrapassaram a sustentabilidade em termos económicos e ambientais nos Estados-membros.

A primeira fase do estudo passou pela análise de cinco casos de estudo – Portugal, França, Alemanha, Reino Unido e Roménia – que ainda se encontram em fase de finalização com excepção do caso português. Para o caso nacional determinou-se que, antecipando-se o cumprimento das metas estabelecidas (um mínimo de 55 por cento em peso dos resíduos de embalagens até 31 de Dezembro deste ano), os sistemas podiam ser melhorados em termos de eficiência. Isto porque a SPVnão está a premiar a eficiência dos sistemas através do pagamento dos valores de contrapartida. Uma situação, que a SPV pretende ver alterada na licença que está em negociação com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA). 

Os dados analisados permitiram apurar que do ponto de vista meramente financeiro os custos estão avaliados em cerca de 290 euros a tonelada. Mas a análise económica, que incluiu os benefícios (nomeadamente os ambientais) determina que os benefícios são superiores aos custos, na ordem dos 50 euros a tonelada, o que significa que a SPV estará a pagar mais do que devia aos sistemas que fazem a recolha dos resíduos de embalagens e que a eficiência desses sistemas deve ser aumentada.

Esta percepção vai no sentido do que a SPV tem vindo a afirmar, conseguindo a revisão em baixa dos valores de contrapartida ainda para este ano, na ordem dos 10 por cento.

fonte:http://www.ambienteonline.pt

publicado por adm às 11:21

Novembro 14 2011

Grande parte do material dos automóveis em fim de vida já é reciclada e volta a ser usada para dar origem a vigas para construção, pavimento para parques infantis ou peças de cerâmica.

O director-geral da Valorcar, Ricardo Furtado, explicou hoje à agência Lusa que, actualmente, cerca de 85 por cento do material que compõe os automóveis é valorizado depois dos veículos serem reciclados.

Na estatística europeia sobre reciclagem de automóveis do Eurostat, referente a 2009, Portugal aparece em 9º lugar entre os 27 Estados-membros, frisou o responsável.

Depois de recolhidos nos centros de abate, os veículos são desmantelados, os vários materiais que os compõem são separados e enviados para uma opção de reciclagem "específica e especializada".

Ricardo Furtado avança como exemplo o metal, que é enviado para a siderurgia nacional, novamente fundido e transformado em vigas para construção.

A borracha dos pneus é aproveitada para o fabrico de pavimento para parques infantis ou para relvados sintéticos.

Todo o vidro recolhido dos automóveis e encaminhado para reciclagem destina-se, por exemplo, à produção de peças de cerâmica, enquanto os óleos são regenerados.

A rede da Valorcar coordena a actividade de 71 operadores certificados que no terreno recolhem os carros.

fonte:http://www.dn.pt/i

publicado por adm às 21:59

Outubro 07 2011

Até ao próximo dia 31 de Outubro aSociedade Ponto Verde vai receber, para avaliação, projectos de Investigação & Desenvolvimento que tenham como objectivo encontrar novas soluções ligadas às embalagens e à valorização e reciclagem dos resíduos a que dão origem. Os projectos a aprovar serão apoiados financeiramente pela Sociedade Ponto Verde.

«Ao longo dos seus 15 anos de actividade, a Sociedade Ponto Verde já investiu através do financiamento de projectos, cerca de 2 milhões de euros em Investigação e Desenvolvimento. Ao financiar estes projectos, a SPV pretende contribuir para o futuro do País, já que estas iniciativas poderão ser o ponto de partida para futuras soluções sustentáveis», afirma Luís Veiga Martins, Director-geral da Sociedade Ponto Verde.

Os projectos financiados têm-se destinado a melhorar as capacidades de recolha, tratamento, reciclagem e valorização dos resíduos de embalagens, mas também a promover a prevenção com o objectivo de reduzir a produção de resíduos.

De acordo com o regulamento, que pode ser consultado em www.pontoverde.pt, (menu Sociedade Ponto Verde/Investigação e Desenvolvimento) o financiamento dos projectos poderá atingir no máximo um período de três anos.

A apresentação de candidaturas será feita mediante a entrega do formulário de candidatura e do respectivo anexo técnico, contendo as especificações relativas ao projecto que é submetido a apreciação pelo júri.

Sociedade Ponto Verde convidou personalidades de relevante mérito na área do ambiente e resíduos, para constituir uma Comissão Consultiva de I&D, cujas funções incluem a definição de eixos de actuação e áreas prioritárias para os projectos de I&D, de acordo com a evolução do sector e estado de arte, e a nomeação de painéis para avaliação dos projectos de I&D propostos a financiamento.

 

Fonte: SPV


publicado por adm às 22:09

Setembro 28 2011

A escola EB 1 de Cabanas de Tavira foi um dos estabelecimentos de ensino que mais se destacou este ano, a nível nacional, no âmbito da campanha de recolha de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, bem como de pilhas usadas, levada a cabo pela ERP – Entidade Gestora de Resíduos.

Os alunos daquela escola do concelho de Tavira conseguiram reunir, com o apoio dos professores, 86,90 kg de resíduos, por aluno, alcançando o segundo lugar nesta terceira edição da iniciativa, logo atrás da escola EB1 da Zibreira, distrito de Santarém, que atingiu o valor de 96,64 kg por aluno.

A escola de Cabanas conseguiu recolher um total de 3.997,5 kg de resíduos, mais do que a escola da Zibreira, que não foi além dos 3.090 kg. No entanto, o valor para efeitos de “classificação” é a quantidade total dividida pelo número de alunos.

Esta terceira edição da campanha Geração Depositrão, que teve início em novembro de 2010, contou com a participação de 485 escolas, de todo o país, e de mais de 200 mil alunos, que recolheram mais de 128 toneladas de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) e pilhas usadas, numa acção de sensibilização de boas práticas ambientais.

“Estamos muito satisfeitos com o enorme sucesso que a campanha alcançou mais uma vez. Este projecto, que pretende não só sensibilizar as novas gerações para esta temática, como também as comunidades, pais e professores, tem crescido de ano para ano, demonstrando quão importantes são as acções de sensibilização para a educação e formação dos novos cidadãos ao nível das boas práticas ambientais”, refere Filipa Moita, responsável pela área da Comunicação e Sensibilização da ERP.

De acordo com aquela responsável, “a escola é cada vez mais um interveniente decisivo no processo de sensibilização, divulgação e informação nesta matéria, contribuindo, deste modo, para criar uma nova geração de cidadãos em Portugal”.

“Geração Depositrão”

O Projecto Geração Depositrão, vocacionado para a rede nacional Eco-Escolas, tem como principal objectivo introduzir o tema dos REEE e dos RP&A no programa escolar, através de trabalhos e actividades desenvolvidos em conjunto com alunos e professores, e proceder à colocação de um Depositrão (contentor de recolha) nas escolas aderentes.

A ERP Portugal possui no nosso país uma alargada rede nacional com 1645 pontos de recolha, sendo cerca de 947 pontos DEPOSITRÃO, e leva anualmente a cabo diversas acções de sensibilização dos cidadãos para as boas práticas ambientais.

Entre as referidas ações, destaque para os projectos “Geração Depositrão” (junto da comunidade escolar), “Portugal Depositrão” (junto dos municípios), “Campanha Praias ERP Portugal” e “Neste Natal dê um Presente ao Ambiente!”, que privilegiam a comunicação com as crianças e os jovens, bem como com as comunidades envolventes.

Destaque ainda para o Centro de Sensibilização Ambiental, inaugurado em março, onde é possível os visitantes conhecerem esta realidade, através de um circuito estruturado com mecânicas lúdicas e pedagógicas.

fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/

publicado por adm às 22:14

Setembro 18 2011

UUm grupo de deputados do Grupo Parlamentar do CDS-PP, liderados por Nuno Magalhães, apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução que recomenda o estudo da incorporação do material de cortiça no edificado, com vista à melhoria do seu desempenho em termos de isolamento térmico, acústico e na prevenção dos incêndios, assim como a adopção de medidas tendentes à promoção da actividade de reciclagem da cortiça em Portugal. O objectivo é assegurar a sustentabilidade económica e ambiental do modelo energético preconizado pelas políticas europeias de combate às alterações climáticas.

O objectivo é assegurar a sustentabilidade económica e ambiental do modelo energético preconizado pelas políticas europeias de combate às alterações climáticas.
O documento recorda que o sector residencial e terciário, com cerca de 160 milhões de edifícios, é responsável por 40% do consumo energético primário da Europa, seguindo uma tendência que deverá vir a acentuar o respectivo aumento de consumo e correspondentes emissões de dióxido de carbono, o que demonstra assim a importância em actuar sobre este sector, de acordo os objectivos da agenda energética europeia, acrescido do enorme potencial que lhe é reconhecido, pela Comissão da Indústria, Investigação e Energia do Parlamento Europeu, em termos de poupança energética, em que mais 50% deste consumo poderá ser reduzido através de medidas eficiência energética, e consequentemente uma redução anual de 400 milhões de toneladas de CO2 – quase a totalidade do compromisso da UE no âmbito do Protocolo de Quioto.

A substituição e descentralização das fontes de energia é muito importante na medida em que reduz a dependência do vector electricidade resultante do sistema electroprodutor nacional, baseada em combustíveis fosseis, em detrimento de utilização de energias renováveis, mas não actua ou evita o aumento do consumo de energia global assim como os impactes negativos numa análise de ciclo de vida da utilização dos produtos e materiais e equipamentos utilizados na construção, da energia utilizada na sua produção, dos resíduos que geram, da manutenção e equilíbrio dos ecossistemas, que também eles, são fonte relevante de absorção de dióxido de carbono.

Tal, pode ser conseguido através da alteração do comportamento térmico dos edifícios, como seja a aplicação de materiais naturais, que resultem de uma produção responsável, energética, económica e ambiental sustentável, do qual Portugal dispõe, que envolvem reduzidos custos de energia, não acresce as emissões de CO2, apresentam elevado grau de resistência e quando aplicada nos edifícios confere-lhes um elevado desempenho no isolamento térmico dos edifícios, com ganhos energéticos substanciais, dadas as suas características isolantes que conservam a temperatura constante no interior dos edifícios, diminuindo, assim no final, a utilização dos sistemas de climatização e consequentemente os gastos energéticos. 

Um excelente exemplo desses materiais é a cortiça, da qual Portugal é um dos maiores produtores mundiais, em quantidade e qualidade, num mercado que emprega e contribui para a manutenção de 60 mil postos de trabalho, bem como para a florestação de uma zona do país com apetência para este tipo de cultura florestal, pelo que se entende, pelos motivos e benefícios já expostos que deva ser promovida a sua aplicação e incorporação na construção dos edifícios. A aplicação de cortiça na construção de edifícios tem ainda outras vantagens, tais como o isolamento acústico, pois é um dos materiais com melhor desempenho, bem como na prevenção da propagação do fogo, sendo um dos materiais mais resistentes ao fogo, conferindo globalmente um maior grau de conforto e segurança aos edifícios onde é aplicado. 

Além disso, a importância e reconhecimento do potencial de utilização da cortiça, tem motivado a nível Europeu, um conjunto de iniciativas que visam a maximização do ciclo de vida da cortiça, e em concreto das rolhas, via processo de reciclagem, com os benefícios daí decorrentes, ao nível social, pela consciencializando das populações para a riqueza deste material, económicos, pela criação de negócio e emprego, e naturalmente ambientais. Importa agora, aproveitar as anteriores experiências, e alargar a actividade de reciclagem a todo o território nacional, de modo a incrementar as taxas de recolha e de reciclagem da cortiça. 

Neste contexto, o Grupo Parlamentar do CDS-PP recomenda ao Governo que se estude a oportunidade de introduzir a discussão, de incorporação do material de cortiça no edificado, atendendo às suas excelentes propriedades de isolamento térmico, acústico e na prevenção de incêndios, assim como pela contribuição benéfica deste material no impacto do custo de ciclo de vida alargado dos edifícios, como é desígnio desta nova directiva. 

O CDS-PP recomenda também a adopção de duas medidas, contribuintes para a consciencialização e percepção do valor social, ambiental e económico da cortiça: implementar uma solução de rede de reciclagem de cortiça, com realce para as rolhas mas também para outros resíduos e subprodutos deste material, cobrindo o território nacional, e aproveitando as infra-estruturas de triagem e tratamento de resíduos já existentes; e promover acções de educação e sensibilização ambiental junto da população, realçando a importância estratégica do sector da cortiça no contexto da economia nacional, e o contributo que a actividade da reciclagem desses seus resíduos, em especial ao nível da sua deposição, pode ter na valorização e sustentabilidade deste sector.

fonte:http://www.orio.pt

publicado por adm às 19:45

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