Reciclagem

Junho 16 2012

O Brasil mantém a sua posição entre os líderes da reciclagem de PET no mundo. Em 2011, o País deu a destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens de PET pós-consumo, o que representa 57,1% das embalagens descartadas pelo consumidor. Os números do 8º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) também trazem outros dados animadores.

O volume total reciclado em 2011 corresponde a um aumento de 4,25% em relação às 282 mil toneladas recicladas em 2010. Esse índice é mais do que o dobro do crescimento registrado na produção de novas embalagens, que mesmo enfrentando a crise mundial, foi de 2% em 2011. Atualmente, com faturamento de R$ 1,2 bilhão, a reciclagem responde por mais de um terço de todo o faturamento da indústria do PET no Brasil.

“Isso mostra que, apesar das dificuldades em relação à coleta seletiva, o trabalho da indústria, no sentido de gerar demanda para o PET reciclado, contribui fortemente para o desenvolvimento da atividade”, afirma o presidente da Abipet, Auri Marçon. “Além disso, coletamos, reciclamos e aplicamos o material reciclado em nosso próprio território. Não exportamos as embalagens pós-consumo, como fazem algumas nações desenvolvidas, que têm bons sistemas de coleta, mas enviam seus resíduos sólidos urbanos para serem recicladosem países em desenvolvimento”, afirma.

Destinação do PET reciclado

O mercado têxtil continua sendo o principal destino de todo do PET reciclado no Brasil. O setor responde pelo uso de aproximadamente 40% de todo o material. O segundo lugar, com 18% cada um, é dividido entre os setores de embalagens e o de aplicações químicas. “A indústria têxtil continua sendo a grande aposta, mas nos chama a atenção o fantástico crescimento da utilização do PET reciclado na fabricação de uma outra embalagem, o chamado bottle-to-bottle, que teve vários projetos lançados nos últimos dois anos”, destaca Marçon.

O potencial de todos esses mercados é confirmado pelos 409 recicladores entrevistados. Desses, 42% afirmam que o setor têxtil continuará apresentando o maior crescimento na utilização do PET reciclado. Para outros 33%, as embalagens de alimentos representam o segmento mais promissor para a reciclagem do PET. A novidade é que 8% desses recicladores acreditam que as aplicações técnicas para o mercado automotivo ganharão destaque nos próximos anos.

fonte:http://www.ciclovivo.com.br/

publicado por adm às 21:09

Dezembro 20 2011

Existem três tipos de reciclagem de plástico, material que pode se transformar em fibra para carpete, mangueira de jardim, frascos para produtos de limpeza, entre outros

Como atestam os símbolos presentes na maioria dos produtos e embalagens feitos com material plástico, ele é reciclável. Mas você já se perguntou como ocorre o processo de transformação do plástico em um novo produto?

Existem três tipos de reciclagem que a eCycle apresenta agora para você:

1) Reciclagem Mecânica

É o método mais comum. Ele consiste em transformar os plásticos (tanto os oriundos de sobra industrial, quanto os descartados pós-consumo) em pequenos grânulos que podem ser utilizados na produção de novos materiais, como sacos de lixo, pisos, mangueiras, embalagens não-alimentícias, peças de automóveis, etc.

O modo de funcionamento já é conhecido por quem está antenado no mundo da reciclagem. Primeiro, ocorre a coleta dos plásticos descartados por meio de associações de catadores, cooperativas ou pela coleta municipal. Em seguida, nesses locais, ocorre a separação, a triagem dos diferentes tipos de plástico e a limpeza para retirar restos de sujeira dos conteúdos. Depois de todo esse processo, o plástico granulado é produzido.

2) Reciclagem Química

Trata-se do modelo mais elaborado, que reprocessa os plásticos para transformá-los em materiais petroquímicos básicos que servem de matéria-prima para a criação de produtos de elevada qualidade.

Se compararmos a reciclagem química com a mecânica, a primeira tem uma maior flexibilidade sobre a composição e é mais tolerante a impurezas (ou seja, não requer uma triagem tão minuciosa). No entanto, é mais cara e necessita de enormes quantidades de plástico para ser economicamente viável.

Alguns processos mais comuns ocorridos na reciclagem química são a hidrogenação, a gaseificação, a quimólise e a pirólise.

3) Reciclagem Energética

Infelizmente, esse tipo de reciclagem ainda não existe no Brasil, apesar de ser amplamente difundido no exterior. Os plásticos são coletados e transformados em energia elétrica e térmica por meio de incineração, além de serem aproveitados até como combustível. Esse método ajuda na redução de resíduos, além de contribuir como um novo modelo de matriz energética.

No que o plástico reciclado se transforma?

Se você está louco para saber no que o plástico pode se transformar, a sua espera está quase no final. A resina obtida após a reciclagem de materiais plásticos pode dar origem a objetos impensáveis. Dê uma olhada:

Se você quer descartar seus objetos plásticos corretamente, procure um posto de reciclagem por meio da eCycle clicando aqui. Na próxima reportagem, abordaremos os plásticos de difícil reciclagem. Fique ligado!

fonte:http://www.ecycle.com.br/

publicado por adm às 11:41
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Agosto 27 2011

Coca-Cola, dona do empreendimento, teve melhora em aspectos técnicos para abrir as portas da planta novamente

Após encerrar suas atividades em março, inclusive com demissão de funcionários, a fábrica de reciclagem de garrafas PET da Coca-Cola, em Spartanburg, no Estado americano da Carolina do Sul, será reaberta na última semana de agosto.

O projeto de 50 milhões dólares foi inaugurado em 2009 com planos de se tornar a maior planta do mundo em reciclagem e processamento de PET tipo 1 para transformá-lo em novas garrafas. Mas a fábrica, uma joint venture entre a Coca-Cola e a empresa de reciclagem de plásticos United Resource Recovery Corporation (URRC), teve uma série de problemas técnicos, que variaram do alcance à qualidade necessária para produzir alimentos que serviriam de matéria-prima para o processamento das novas garrafas, até o fato de as novas garrafas, muito leves, caírem da esteira de produção.

Mas a URRC passou os últimos seis meses trabalhando para modificar equipamentos e melhorar os processos de reciclagem. Assim, a planta foi reajustada para a nova abertura.

"Estamos reiniciando a planta", disse Carlos Gutierrez, presidente e CEO da empresa ao site PlasticsNews.com. "Nós nos sentimos muito bem sobre o resultado dos nossos esforços de readequação. Esta planta é projetada para produzir alimentos para a produção de resina".

A fábrica de Spartanburg foi construída para ajudar a Coca-Cola atingir sua meta de distribuir dez por cento de garrafas de plástico com conteúdo reciclado nos Estados Unidos, mas a fabricante de bebidas só foi capaz de usar cerca de cinco por cento de material reciclado nos últimos cinco anos.

fonte:http://www.ecycle.com.br/

publicado por adm às 16:29

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