Reciclagem

Outubro 19 2012

O lixo eletrônico, também conhecido como e-lixo, é gerado pelas constantes mudanças tecnológicas dos computadores e celulares. Cerca de 50 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos são jogadas fora, todos os anos, pela população do mundo. No Brasil, algumas empresas encontraram na reciclagem de aparelhos descartados uma boa oportunidade de mercado.

Hoje existe mais de um celular por brasileiro. Toda hora surgem modelos novos, toda hora as pessoas estão trocando os aparelhos. Mas o que fazer com os velhos e ultrapassados? E não só celulares. TVs, sons, computadores que a gente não quer mais. A solução é o descarte correto e a reciclagem dos eletrônicos. Um lixo que vale dinheiro.

Computadores velhos, TVs e celulares descartados. Quando os aparelhos eletrônicos ficam obsoletos, o empresário Marcus Oliveira entra em cena, recolhe e trata o lixo eletrônico das empresas.

“Hoje, só no Brasil, a gente tem mais de um aparelho celular para cada habitante. E além dos computadores, eletrônicos, tudo isso mais, a cada dia vai sendo muito mais rápido descartado. E vai gerando um volume muito grande”, afirma o empresário.

O negócio ganhou impulso com uma lei do governo federal de 2010, que obriga as empresas a cuidar do lixo eletrônico, para não contaminar o meio ambiente. A lei estabelece que o consumidor deve devolver os produtos usados nos mesmos lugares da compra. E as lojas que comercializam os produtos são obrigadas a levá-los ao centro de triagem mais próximo.

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“A lei é a Política Nacional dos Resíduos Sólidos que institui diretrizes de como se destinar corretamente todo tipo de resíduos sólidos no Brasil, entre eles, é citado na lei o resíduo eletroeletrônico. Ela traz oportunidades para o negócio porque imputa sobre fabricantes, importadores e grandes empresas, ou todo tipo de empresa, a responsabilidade de destinar corretamente os seus resíduos eletroeletrônicos”, explica Ronilson Rodrigues Freitas, da Associação Brasileira de Reciclagem.

A empresa de Oliveira cobra a partir de R$ 0,40 por quilo de material recolhido. Se for para rastrear e destruir arquivos, esse valor pode chegar a mais de R$ 2 por quilo.

Segundo o empresário, com R$ 50 mil dá para montar uma pequena empresa de recolhimento de lixo eletrônico. O valor é para a estrutura física do negócio e para obter a licença ambiental de funcionamento.

“Tem oportunidades para os novos pequenos empresários que podem investir num negócio de manufatura reversa de equipamentos eletrônicos e a gente pode inclusive, dar todo o apoio para essa empresa. De quer forma? Adquirindo deles placas eletrônicas, por exemplo, que são fonte de receita”, revela Oliveira.

Na empresa, o lixo eletrônico é desmontado a mão, peça por peça. Depois, separado por categoria. Metais, plásticos, baterias. Eles são entregues para empresas especializadas em reciclagem ou descarte.

Parte do lixo vale dinheiro. É o caso das placas eletrônicas de computadores. Elas contem 17 tipos de metais. Alguns dá para ver fácil. Tem o cobre, o alumínio, o ouro - uma camada bem fininha. Em uma caixa, por exemplo, há mais de 30 gramas de ouro.

Marcus vende as placas eletrônicas para empresas na Europa, que extraem os metais.
As carcaças plásticas dos eletrônicos são vendidas para uma empresa nacional de reciclagem, e viram mais um negócio. São 230 toneladas por mês de resíduos plásticos.

“Acredito que faça muita diferença para o meio ambiente, porque imagina só um resíduo industrial, indo para um aterro, os aterros todos superlotados, incineração também, muito difícil encontrar, custo muito caro, acredito que 230 toneladas que a empresa faça hoje têm um retorno bem significativo ao meio ambiente”, diz Eduardo Roberto Golçalves, da empresa de reciclagem.

Os clientes querem matéria-prima com qualidade de nova e preço de velha. Para isso, o essencial é não misturar plásticos variados. Entra em cena uma mão de obra diferente: um especialista em cheiros.

“Raspando, a gente sente o odor do material. Esse aqui é poliestireno. Esse é outro tipo de plástico é ABS. É usado na parte de eletrônicos”, explica Rafael Batista, classificador de plástico.

O plástico separado é moído e depois limpo de resíduos. Quanto mais puro, maior o valor. É uma caça às impurezas. Ela passa um imã pelo plástico triturado em busca aos corpos estranhos. “É muita coisa. 50 quilos por dia.”

O plástico segue para a próxima etapa, em um equipamento chamado estrusora. É conhecida como máquina de fazer macarrão. Ela é bem barulhenta. Derrete o plástico e solta em fios tipo espaguete, em temperatura de 300 graus. Depois, mergulha na água e corre por uma banheira comprida, onde o material esfria e endurece.

A secagem ocorre em vassouras improvisadas e vai para o granulador, de onde sai o macarrão, em forma de grãos. Depois é só embalar e vender. Depois do processo, o lixo de plástico vale R$ 4 o quilo e é muito disputado pelo mercado.

O granulado é vendido para outra empresa onde, finalmente, o lixo plástico volta a ser produto.

Ele é derretido e transformado em peças de comunicação visual: acabamento para banners e cabos de bandeira. Com a matéria-prima reciclada mais barata, os produtos custam até 50% menos que os feitos de material virgem.

“É para empresa que quer comprar mais barato. E beneficia nós também, os empresários, porque nós temos também um custo menor. Dá para ter uma margem sim, mas beneficia tanto um quanto o outro”, relata a empresária Vanda Guerra.

O mercado de reciclados é crescente. Por ano, o Brasil gera mais de três quilos de lixo eletrônico por habitante. Agora, a lei força a redução dessa quantidade e surgem as oportunidades de negocio.

“Nós não paramos de comprar eletroeletrônicos. Qualquer consumidor não para de comprar. Quantos mais compramos, mais esse mercado vai ter. A gente une os 2 mercados do futuro: informática e sustentabilidade, unidos num mercado só. Então esse mercado é crescente e duradouro”, diz Freitas, da associação de reciclagem.

Fonte: G1

publicado por adm às 23:49

Junho 27 2012

O município de Penafiel registou no primeiro trimestre de 2012 o maior envio para reciclagem de papel/cartão e vidro, no Vale do Sousa, com mais de 390 toneladas, seguido do Município de Paredes com 342.1 toneladas; Paços de Ferreira com 309.16; Felgueiras com 192.76; Lousada com 182.76 e Castelo de Paiva com 48.04 toneladas.

Face a estes resultados, o Concelho de Penafiel, o 2º do Vale do Sousa com maior densidade populacional, com cerca de 72 mil habitantes, coloca-se na vanguarda dos registos de reciclagem na região do Vale do Sousa.

 

Ao nível do Papel/Cartão deram entrada na AmbiSousa 726,72 toneladas, dos quais 198,46 de Penafiel, 183,12 de Paredes, 158,35 de Paços de Ferreira, 90,53 de Lousada, 81,84 de Felgueiras e 14,42 de Castelo de Paiva.

 

No que diz respeito ao vidro, Penafiel assume novamente a liderança com o envio de 191,60 toneladas, seguido de paredes com 158,98; Paços de Ferreira com 150,81; Felgueiras com 110,92; Lousada com 92,06 e Castelo de Paiva com 33,62, perfazendo um total de 737,98 toneladas.

 

Para Antonino de Sousa, vereador com o pelouro do Ambiente, da Câmara Municipal de Penafiel,” É com satisfação que verificamos que Penafiel continua a cumprir os seus objetivos em prol do ambiente, reforçando cada vez mais o valor e a importância da reciclagem para a conservação e melhoramento do nosso meio ambiente.”

fonte:http://www.averdade.com/

publicado por adm às 23:56

Junho 16 2012

O Brasil mantém a sua posição entre os líderes da reciclagem de PET no mundo. Em 2011, o País deu a destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens de PET pós-consumo, o que representa 57,1% das embalagens descartadas pelo consumidor. Os números do 8º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) também trazem outros dados animadores.

O volume total reciclado em 2011 corresponde a um aumento de 4,25% em relação às 282 mil toneladas recicladas em 2010. Esse índice é mais do que o dobro do crescimento registrado na produção de novas embalagens, que mesmo enfrentando a crise mundial, foi de 2% em 2011. Atualmente, com faturamento de R$ 1,2 bilhão, a reciclagem responde por mais de um terço de todo o faturamento da indústria do PET no Brasil.

“Isso mostra que, apesar das dificuldades em relação à coleta seletiva, o trabalho da indústria, no sentido de gerar demanda para o PET reciclado, contribui fortemente para o desenvolvimento da atividade”, afirma o presidente da Abipet, Auri Marçon. “Além disso, coletamos, reciclamos e aplicamos o material reciclado em nosso próprio território. Não exportamos as embalagens pós-consumo, como fazem algumas nações desenvolvidas, que têm bons sistemas de coleta, mas enviam seus resíduos sólidos urbanos para serem recicladosem países em desenvolvimento”, afirma.

Destinação do PET reciclado

O mercado têxtil continua sendo o principal destino de todo do PET reciclado no Brasil. O setor responde pelo uso de aproximadamente 40% de todo o material. O segundo lugar, com 18% cada um, é dividido entre os setores de embalagens e o de aplicações químicas. “A indústria têxtil continua sendo a grande aposta, mas nos chama a atenção o fantástico crescimento da utilização do PET reciclado na fabricação de uma outra embalagem, o chamado bottle-to-bottle, que teve vários projetos lançados nos últimos dois anos”, destaca Marçon.

O potencial de todos esses mercados é confirmado pelos 409 recicladores entrevistados. Desses, 42% afirmam que o setor têxtil continuará apresentando o maior crescimento na utilização do PET reciclado. Para outros 33%, as embalagens de alimentos representam o segmento mais promissor para a reciclagem do PET. A novidade é que 8% desses recicladores acreditam que as aplicações técnicas para o mercado automotivo ganharão destaque nos próximos anos.

fonte:http://www.ciclovivo.com.br/

publicado por adm às 21:09

Março 28 2012

Cerca de 40% do lixo municipal da União Europeia (UE) foi depositado em aterros durante o ano de 2010. Um valor abaixo do praticado em Portugal, com 62% dos resíduos sólidos urbanos a serem tratados por este método, segundo um relatório do Eurostat divulgado ontem.

Cada cidadão europeu produziu, em média, 502 quilos de detritos, tendo sido tratados 486 quilos por pessoa. O português gerou um pouco mais - 514 quilos -, mas a tabela é dominada pelo Chipre com 760 quilos.

Em Portugal, apenas 12% foram reciclados (metade da média europeia de 25%), 19% incinerados (quase em linha com o valor comunitário de 22%) e 7 % reaproveitados por compostagem (contra os 15% praticados no conjunto dos 27).

Alemanha lidera reciclagem, Bulgária só quer aterros

 

Os métodos de tratamento diferem substancialmente entre os 27 Estados-membros.

Os países com uma maior taxa de reciclagem são a Alemanha (45%), Bélgica (40%), Eslovénia (39%), Suécia (36%), Irlanda (35%) e Holanda (33%). 

A incineração é o destino mais procurado pela Dinamarca (54%), Suécia (49%), Holanda (39%), Alemanha (38%), Bélgica (37%), Luxemburgo (35%) e França (34%). 

Já a Bulgária é a campeã dos aterros, com 100% do lixo destinado a este processo. Segue-se a Roménia (99%), Lituânia (94%), Letónia (91%), Malta (86%), Grécia (82%), Eslováquia (81%) e Chipre (80%).

O sistema por compostagem (técnica aplicada para controlar a decomposição de matérias orgânicas) regista maior percentagem na Áustria (40%), Holanda (28%), Bélgica (22%), Luxemburgo (20%), Dinamarca (19% e Espanha (18%).

A reciclagem e compostagem em conjunto representaram mais de 50% dos resíduos tratados ou mais na Áustria (70%), Bélgica e Alemanha (ambos 62%), Holanda (61%) e Suécia (50%).


fonte:http://expresso.sapo.pt/p

publicado por adm às 23:54

Novembro 03 2011

Separar o lixo reciclável em casa é algo muito mais simples do que parece. Porém, pouca gente sabe disso. O resultado? Falta de engajamento. Para mostrar que a tarefa é simples (e traz resultados expressivos), elaboramos um guia prático, com perguntas e respostas. Dois especialistas nos ajudaram nessa tarefa: Eduardo Antonio Licco, professor do curso de Administração em Gestão para a Sustentabilidade, do Centro Universitário Senac, e André Vilhena, diretor executivo da ONG Cempre(Compromisso Empresarial para a Reciclagem), que difunde informações sobre reciclagem.

 

Também vamos ajudar você a encontrar oslocais próximos da sua casa que recebem o lixo reciclável. Sim, você não precisa enfrentar longas distâncias para ser ecologicamente correta. Agora não tem mais desculpa para não colaborar. Confira! 

1) QUAL É A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM? 

André Vilhena, do Cempre - A reciclagem traz benefícios econômicos, sociais e ambientais. Quanto ao meio ambiente, a reciclagem diminui a pressão sobre os aterros, o que é importante, porque muitos já chegaram ao limite. Reciclar também significa reduzir a utilização de recursos naturais pela indústria, poupando o meio ambiente, além de diminuir o custo da matéria-prima e o gasto energético no processo fabril. Além disso, a reciclagem gera renda para os catadores de materiais recicláveis, que têm garantia de trabalho remunerado. 

2) É PRECISO SEPARAR, EM CASA, OS MATERIAIS DE ACORDO COM O TIPO DE CADA UM, OU SEJA, PLÁSTICO, PAPEL, ALUMÍNIO E VIDRO? 

André Vilhena, do Cempre - Não. Basta separar o que é seco do que é úmido, como restos de comida. A triagem é feita depois, pelas cooperativas de catadores. 

3) É PRECISO LAVAR TODAS AS EMBALAGENS ANTES DE ENCAMINHÁ-LAS PARA A RECICLAGEM? POSSO ENCAMINHAR UM GUARDANAPO SUJO, POR EXEMPLO? E UM COPINHO COM RESTOS DE CAFÉ? O PAPEL DE UMA BITUAC DE CIGARRO POR SER RECICLADO? 

André Vilhena, do Cempre - Você não deve lavar as embalagens, porque essa atitude gera um outro problema ambiental, que é o desperdício de água. Use a água da lavagem da louça apenas para enxaguar os recipientes, quando for o caso. 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Um guardanapo sujo tem destinação mais adequada sendo descartado no lixo comum. Copinhos de café são recicláveis, mesmo sem lavagem. Não há praticidade nem economicidade na reciclagem de papel em bitucas de cigarro. O que manda é o bom senso. 

4) O QUE PODE SER RECICLADO, AFINAL? 

André Vilhena, do Cempre - Tudo pode ser reciclado, inclusive isopor, lâmpadas fluorescentes e pilhas. O isopor deve ser separado em casa, assim como o plástico e o papel, por exemplo. Quanto às pilhas, uma opção é levá-las aos postos do Papa-Pilhas, que existem em vários pontos das cidades. Se a pilha for alcalina, ela não terá metais pesados em sua constituição e poderá ser descartada no lixo seco, em casa, junto aos outros materiais recicláveis. Quanto às lâmpadas, é preciso ter cuidado na hora do descarte. Elas não podem ser quebradas, porque têm mercúrio na composição, uma substância poluente. Empresas do Brasil todo reciclam esse tipo de lâmpada. 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Teoricamente, tudo pode ser reciclado. Quem vai decidir se haverá ou não reciclagem é o mercado. Se não houver compensação econômica, material ou energética, a reciclagem não se justifica. Por exemplo, se há maior consumo de água, energia e de insumos para reciclar do que para descartar, não haverá razão para o reaproveitamento. Vale lembrar que a reciclagem de alguns materiais não é aceita. Um exemplo típico são os resíduos hospitalares, como agulhas, seringas e drenos. 

5) Quais materiais acabam indo para o lixo comum porque não existe a noção de que eles podem ser reciclados? 

André Vilhena, do Cempre: a matéria orgânica, os restos de comida e podas de jardinagem. Tudo isso poderia ser reaproveitado por meio da compostagem, que é a transformação da matéria orgânica em adubo e fertilizantes. Isso não ocorre porque falta empenho das prefeituras para coletar, além do baixo investimento em usinas de compostagem. 

6) O QUE DEVO FAZER COM ELETRÔNICOS QUE NÃO USO MAIS, COMO UM CELULAR OU UM TOCADOR DE MP3? 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - A Política Nacional de Resíduos Sólidos especifica que os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos são obrigados a implementar sistemas de logística reversa, ou seja, o retorno dos produtos às empresas após seu uso pelo consumidor. Por isso, procure o fabricante e veja qual é a orientação ao final da vida útil do aparelho. Também existem organizações que se dedicam a receber e a doar esses equipamentos quando eles estão em bom estado. Se eles não funcionarem mais, serão desmontados e reciclados. 

7) PARA ONDE DEVEMOS ENCAMINHAR O MATERIAL QUE FOR SEPARADO EM CASA? 

André Vilhena, do Cempre - Se sua cidade não tiver um programa de coleta seletiva estruturado pela prefeitura, você deve levar os materiais a um ponto de entrega voluntária ou encaminhar para uma cooperativa. No site do Cempre, há uma lista que pode ajudar você a encontrá-las. 

8) COMO ORGANIZAR UM PROGRAMA DE COLETA SELETIVA EM CONDOMÍNIOS OU NO TRABALHO? 

André Vilhena, do Cempre - É preciso mobilizar o maior número possível de moradores, demonstrando a importância da iniciativa e mostrando a eles como participar. Depois, é preciso definir os tipos de materiais recicláveis que serão coletados, tendo em vista a demanda de mercado existente nas proximidades, pois ela viabilizará um fluxo constante de saída de material, evitando o acúmulo. 

9) QUAIS MATERIAIS TÊM MAIS VALOR PARA OS CATADORES? 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Alumínio e cobre. 

André Vilhena, do Cempre - Além do alumínio, as garrafas PET, papelão e embalagens longa-vida. 

10) CONHEÇA A “Rota da Reciclagem”, UM MAPA QUE AJUDA A ENCONTRAR UM DESTINO PARA O LIXO DA SUA CASA 

O site Rota da Reciclagem foi criado pela Tetra Pak, com a tecnologia do Google Maps, para facilitar a busca por cooperativas, pontos de entrega voluntária e empresas ligadas à cadeia da reciclagem. Basta digitar o endereço para saber quais são os locais mais próximos da sua casa. De acordo com a Tetra Pak, o buscador conta com mais de 3.400 pontos de coleta seletiva e reciclagem em todo o país. 

fonte:http://revistamarieclaire.globo.com/

publicado por adm às 22:51

Julho 18 2011

As latas usadas como embalagem para bebidas são “totalmente recicláveis”, num processo que necessita de menos energia que outros materiais, e podem ser utilizadas para fabricar vários produtos como uma peça de um carro ou uma janela.

 

O presidente da Associação de Latas de Bebidas, Santiago Millet, explicou hoje à agência Lusa que "é muito mais fácil reciclar" latas do que vidro ou PET (plástico), outras formas de acondicionar bebidas, além de "precisar de um consumo menor de energia".

Por outro lado, "o resíduo de metal tem sempre valor, pode ser sempre reciclado", disse, realçando a importância de reciclar e reutilizar, evitando recorrer a materiais virgens de modo a proteger os recursos naturais.

Atualmente, Portugal, tal como Espanha, já apresenta níveis de reciclagem de metal acima da meta apontada para 2012 pela União Europeia, de 65 por cento.

Do total de latas usadas na Península Ibérica, 75 por cento têm como destino a reciclagem e o seu material é reutilizado. "Na maior parte das vezes, sai mais barato o material reciclado, mas depende das condições do mercado", admitiu o presidente da associação. 

 

A reciclagem é uma das vantagens apontadas pela Associação para utilização do metal como embalagem de bebidas, mas a resistência e comodidade no transporte e no armazenamento, tanto nas prateleiras dos supermercados, como na despesa e frigorífico dos consumidores, também é realçada.

"Para todos atores envolvidos, a primeira vantagem é a reciclagem. A lata é metal, pode ser aço ou alumínio, e ambos são totalmente recicláveis e tantas vezes quantas quisermos", especificou Santiago Millet.

"O metal tem valor, pode ser sempre reciclado, o resíduo de outras embalagens não tem valor porque é mais barato comprar matéria-prima virgem que comprar matéria-prima depois da reciclagem", frisou.

A recolha das embalagens de metal é feita através dos pontos de lixo selecionado, mas também no lixo indiferenciado. Aqui é mais fácil retirar o metal que outras substâncias pois pode ser usado o processo magnético. 

 

Para o presidente da associação, seria importante aumentar o número de "pontos verdes", locais de recolha de embalagens, numa altura em que "a consciência ambiental está a crescer muito, principalmente nas gerações mais novas".

No entanto, "devido à situação económica, a quantidade de lixo está a baixar, as pessoas estão a consumir menos", acrescentou.

Dados da associação apontam para um total de retoma de embalagens de metal de 46.243 toneladas em 2010, dividido em 44.776 toneladas de aço e 1.467 toneladas de alumínio.

A Associação de Latas de Bebidas integra fabricantes de latas de bebidas presentes em Espanha e Portugal, fornecedores de matérias- primas e indústrias relacionadas com esta embalagem.

fonte:Diário Digital / Lusa 

publicado por adm às 21:16

Junho 26 2011

O alumínio continua sendo a matéria-prima mais reciclada no Brasil. A pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2010, do IBGE, apontou que 91,5% das latinhas de alumínios são recolhidas para reciclagem. Bem atrás, estão as embalagens PET (54,8%), o vidro (47%), as latas de aço (46,5%) e o papel (43,7%). A reciclagem das embalagens de leite longa vida e de sucos está em último lugar (26,6%). Esse tipo de material começou a ser reciclados nos últimos dez anos e está em processo de crescimento. Leia mais

 

A reciclagem do alumínio, que no Brasil é uma das maiores do mundo, acima dos Estados Unidos (54,2%) e Japão (87,3%), caiu em 2008 em relação a 2007, quando o índice atingiu o pico de 96,5%. Apesar da diminuição, o percentual ainda é alto e reflete o valor de mercado da sucata de alumínio, uma das mais bem pagas pelo mercado.

De acordo com a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) uma tonelada de latinhas (1 quilo equivale a 75 latinhas) custava R$ 2,780 mil na segunda semana de agosto. “É por conta disto que o papel, o vidro, a resina PET, as latas de aço, as embalagem longa vida, de mais baixo valor no mercado, apresentam índices de reciclagem bem menores”, diz o documento. Um dos responsáveis pela pesquisa, Judicael Clevelario acrescenta a que a separação de materiais ainda é associada à imagem do catador, normalmente uma pessoa pobre ou desempregada, e não foi incorporada na rotina do brasileiro.

Para os próximos anos, a avaliação é de que com o estabelecimento de preços mínimos para os materiais, além dos avanços das leis ambientais, da educação e da coleta seletiva, o percentual de reciclagem possa aumentar para todos os materiais. Como fator de estímulo à prática, a pesquisa destaca que a reciclagem reduz o consumo de energia e a extração de matérias-primas, evitando a emissão de mais gases de efeito estufa. As embalagens Tetra Pak (empresa de processamento e envase de alimentos), em especial, diminuem a emissão de ozônio, porque dispensam refrigeração.

fonte:http://www.consuladosocial.com.br

publicado por adm às 21:05

Junho 24 2011

A Sonae Indústria vai organizar, no dia 30 de Junho, um seminário sobre a importância da reciclagem da madeira, no âmbito do Ano Internacional das Florestas e na Semana da Reciclagem da Madeira, que se realiza de 27 de Junho a 1 de Julho.

O “Reciclar Madeira – da floresta urbana ao móvel” realiza-se no Hotel Pestana Palace, na Sala Belém, em Lisboa, das 10h às 12h30, com a presença de representantes de entidades ambientais, empresariais e da fileira florestal, esclarece o Naturlink.

Na Semana da Reciclagem da Madeira, a Sonae Indústria vai promover a sensibilização em relação ao tema, alertando para a necessidade urgente da adopção de uma estratégia integrada. A iniciativa faz parte da série de actividades que o grupo tem vindo a desenvolver no âmbito do Ano Internacional das Florestas.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 00:45

Junho 17 2011

Metais raros e essenciais para a tecnologia verde são mais desperdiçados do que se imagina. Os celulares, por exemplo, concentram estes metais, porém a frequência com que são reciclados ainda está abaixo do ideal, segundo relatório da ONU.

Segundo uma reportagem da "New Scientist", um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente mostrou que muitos dos metais fundamentais para a tecnologia verde estão em gadgets, que são jogados fora ou esquecidos “trancados numa gaveta”.

Foram 60 metais examinados pelo estudo. Mundialmente, 34 dos metais têm taxas de reciclagem de 1% e 18 são mais de 50% reciclados. Na classificação dos menos reciclados estão o telúrio, o gálio e o lítio, os dois primeiros são usados em celulares que utilizam a energia solar. Já o lítio, é normalmente encontrado em baterias, como as de celular, por exemplo.

Estes metais ainda não são muito reciclados, porém essa  medida será imprescindível, segundo o relatório. É muito mais simples e sustentável reciclar estes objetos que já estão em uso e assim economizar energia e recorrer menos à mineração. O autor do estudo, Thomas Graedel, da Universidade de Yale, afirma que “muitos metais podem ser usados e reutilizados”.

Segundo o jornal O Globo, existem duas razões principais para que esse tipo de reciclagem ainda seja pouco praticada. Primeiro porque a produção dos dispositivos eletrônicos não visa a reciclagem, sendo poucos os fabricantes que percebem esta possibilidade. Outro motivo apontado é o fato de que muitas pessoas ficam com seus aparelhos por anos a fio. Esta última torna-se menos provável à medida que a troca de celular é cada vez maior e em um curto prazo de tempo.

O problema não está somente na pouca reciclagem destes materiais, mas também na falta de preocupação com as tecnologias verdes em geral. É claro que coletar mais metais para reciclagem é muito importante para começar a resolver este problema. No entanto, Graedel lembra a importância de atualizarmos nossa tecnologia de reciclagem. Isto porque cerca de 70% dos metais que teriam como destino a reciclagem se perdem no meio do processo.

A maior parte dos componentes de um computador, por exemplo, são recicláveis, mas falta tecnologia suficiente para que ocorra este reaproveitamento. Segundo a Associação de Recicladores de Lixo Eletroeletrônicos, países como Alemanha, Estados Unidos e Índia, reutilizam até os metais dos chips.  A Associação é uma ONG ambiental com sede em Londrina, Paraná, que faz a destinação correta do lixo eletrônico.

Outra ONG que atua neste setor é a PC Vida, em Petrópolis, Rio de Janeiro. Esta organização também faz a coleta e destina os materiais eletroeletrônicos para os locais devidos, ou seja, ainda não há no Brasil uma indústria de reciclagem do lixo eletrônico. O que ocorre são algumas iniciativas e ações locais, que significam uma ajuda, mas oferecem poucas chances de expansão neste tipo de trabalho. 

fonte:http://www.ciclovivo.com.br/

publicado por adm às 22:50

Junho 15 2011

A reciclagem do óleo de cozinha virou assunto nas escolas municipais de Franca. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente aposta na conscientização das crianças para diminuir o descarte errado do produto. O projeto, de cunho sócio-ambiental, visa despertar a consciência para a reciclagem que, além de diminuir os impactos no meio ambiente, vai beneficiar famílias da cidade. O material coletado é vendido a uma empresa produtora de biodiesel e a renda destinada a famílias de 225 crianças e adolescentes atendidos pela pastoral do menor.

Segundo o Secretário de Obras, Serviços e Meio Ambiente de Franca, Ismar Tavares, pontos de coleta foram montados em 73 escolas, mas caminhões da coleta seletiva também devem recolher o óleo nas casas e restaurantes. “Em Franca são 112 mil domicílios que devem gerar por mês 55 mil litros de óleo”, afirmou.

A diretora de uma das escola que fazem a coleta, Sueli Della Vecchia, disse que a iniciativa está sendo aprovada pelas crianças. “Elesficam muito felizes de fazer parte deste projeto já que estão ajudando a cuidar do meio ambiente e de pessoas necessitadas”, contou.

De acordo com levantamento da Sabesp, apenas 5% do óleo descartado é reciclado no Estado de São Paulo, o dobro do percentual nacional. No país, 200 milhões de litros de óleo são lançados em rios e lagos, poluição e morte de peixes e outras espécies.

fonte:http://eptv.globo.com/

publicado por adm às 23:10

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