Reciclagem

Outubro 07 2012

Em Atibaia, no interior paulista, um empresário desenvolveu o papel semente. A ideia, que tem como a reciclagem, é realizada de forma artesanal e contribui para a revolução ecológica no mercado.

A criação pode ser usada em cartões, convites, marcadores de livros, entre outras opções.

A empresa recebe cerca de 8 mil toneladas de folhas usadas, que são doadas pela Bolsa de Valores de São Paulo.

O processo de produção é parecido com a reciclagem de papel que todos estão acostumados.

A diferença está nas sementes que ficam nas folhas. Para isso, outro papel é reciclado e colocado por cima da tela, para que os grãos não caiam.

Depois, o papel é levado para secar ao sol.

Cerca de 4 mil folhas de papel semente são produzidas artesanalmente.

No verso dos produtos criados a partir deste material estão informações de como plantar o papel semente. A impressão é feita com tinta a base de água, já que corantes mais fortes podem matar a vida presente dentro da folha.

Depois, basta colocar o papel semente molhado sob a terra.


fonte:http://www.tvdiario.com.br/diariotv/index.php?option=com_content&view=article&id=15794:empresa-cria-papel-semente-com-reciclagem&catid=46:meio-ambiente&Itemid=34

publicado por adm às 10:54

Novembro 05 2011

A Lipor, entidade responsável pela gestão de resíduos urbanos do Grande Porto, recebeu cerca de 3500 toneladas de resíduos provenientes de cemitérios em 2010, mais 6% que no ano anterior.

Grande parte destes resíduos verdes provém dos cemitérios dos oito municípios associados e traduz-se maioritariamente em ramos e flores, copos de velas, pequenas lamparinas e pilhas, papel, cartão, plásticos, embalagens de detergentes ou garrafas de água, vidros e inertes (pedras, mármores, floreiras de cimento).

Este tipo de resíduos, em especial os copos de velas, é enviado desde Agosto deste ano para a Reciol – Reciclagem de Óleos - para serem reciclados. No total, já foram enviadas cerca de 18,5 toneladas deste material para valorização através desta empresa.

Em Outubro de 2009 a Lipor recebia resíduos apenas de 86 cemitérios e hoje recebe já de 104.

fonte:http://sol.sapo.pt/i

publicado por adm às 00:10

Novembro 03 2011

Separar o lixo reciclável em casa é algo muito mais simples do que parece. Porém, pouca gente sabe disso. O resultado? Falta de engajamento. Para mostrar que a tarefa é simples (e traz resultados expressivos), elaboramos um guia prático, com perguntas e respostas. Dois especialistas nos ajudaram nessa tarefa: Eduardo Antonio Licco, professor do curso de Administração em Gestão para a Sustentabilidade, do Centro Universitário Senac, e André Vilhena, diretor executivo da ONG Cempre(Compromisso Empresarial para a Reciclagem), que difunde informações sobre reciclagem.

 

Também vamos ajudar você a encontrar oslocais próximos da sua casa que recebem o lixo reciclável. Sim, você não precisa enfrentar longas distâncias para ser ecologicamente correta. Agora não tem mais desculpa para não colaborar. Confira! 

1) QUAL É A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM? 

André Vilhena, do Cempre - A reciclagem traz benefícios econômicos, sociais e ambientais. Quanto ao meio ambiente, a reciclagem diminui a pressão sobre os aterros, o que é importante, porque muitos já chegaram ao limite. Reciclar também significa reduzir a utilização de recursos naturais pela indústria, poupando o meio ambiente, além de diminuir o custo da matéria-prima e o gasto energético no processo fabril. Além disso, a reciclagem gera renda para os catadores de materiais recicláveis, que têm garantia de trabalho remunerado. 

2) É PRECISO SEPARAR, EM CASA, OS MATERIAIS DE ACORDO COM O TIPO DE CADA UM, OU SEJA, PLÁSTICO, PAPEL, ALUMÍNIO E VIDRO? 

André Vilhena, do Cempre - Não. Basta separar o que é seco do que é úmido, como restos de comida. A triagem é feita depois, pelas cooperativas de catadores. 

3) É PRECISO LAVAR TODAS AS EMBALAGENS ANTES DE ENCAMINHÁ-LAS PARA A RECICLAGEM? POSSO ENCAMINHAR UM GUARDANAPO SUJO, POR EXEMPLO? E UM COPINHO COM RESTOS DE CAFÉ? O PAPEL DE UMA BITUAC DE CIGARRO POR SER RECICLADO? 

André Vilhena, do Cempre - Você não deve lavar as embalagens, porque essa atitude gera um outro problema ambiental, que é o desperdício de água. Use a água da lavagem da louça apenas para enxaguar os recipientes, quando for o caso. 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Um guardanapo sujo tem destinação mais adequada sendo descartado no lixo comum. Copinhos de café são recicláveis, mesmo sem lavagem. Não há praticidade nem economicidade na reciclagem de papel em bitucas de cigarro. O que manda é o bom senso. 

4) O QUE PODE SER RECICLADO, AFINAL? 

André Vilhena, do Cempre - Tudo pode ser reciclado, inclusive isopor, lâmpadas fluorescentes e pilhas. O isopor deve ser separado em casa, assim como o plástico e o papel, por exemplo. Quanto às pilhas, uma opção é levá-las aos postos do Papa-Pilhas, que existem em vários pontos das cidades. Se a pilha for alcalina, ela não terá metais pesados em sua constituição e poderá ser descartada no lixo seco, em casa, junto aos outros materiais recicláveis. Quanto às lâmpadas, é preciso ter cuidado na hora do descarte. Elas não podem ser quebradas, porque têm mercúrio na composição, uma substância poluente. Empresas do Brasil todo reciclam esse tipo de lâmpada. 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Teoricamente, tudo pode ser reciclado. Quem vai decidir se haverá ou não reciclagem é o mercado. Se não houver compensação econômica, material ou energética, a reciclagem não se justifica. Por exemplo, se há maior consumo de água, energia e de insumos para reciclar do que para descartar, não haverá razão para o reaproveitamento. Vale lembrar que a reciclagem de alguns materiais não é aceita. Um exemplo típico são os resíduos hospitalares, como agulhas, seringas e drenos. 

5) Quais materiais acabam indo para o lixo comum porque não existe a noção de que eles podem ser reciclados? 

André Vilhena, do Cempre: a matéria orgânica, os restos de comida e podas de jardinagem. Tudo isso poderia ser reaproveitado por meio da compostagem, que é a transformação da matéria orgânica em adubo e fertilizantes. Isso não ocorre porque falta empenho das prefeituras para coletar, além do baixo investimento em usinas de compostagem. 

6) O QUE DEVO FAZER COM ELETRÔNICOS QUE NÃO USO MAIS, COMO UM CELULAR OU UM TOCADOR DE MP3? 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - A Política Nacional de Resíduos Sólidos especifica que os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos são obrigados a implementar sistemas de logística reversa, ou seja, o retorno dos produtos às empresas após seu uso pelo consumidor. Por isso, procure o fabricante e veja qual é a orientação ao final da vida útil do aparelho. Também existem organizações que se dedicam a receber e a doar esses equipamentos quando eles estão em bom estado. Se eles não funcionarem mais, serão desmontados e reciclados. 

7) PARA ONDE DEVEMOS ENCAMINHAR O MATERIAL QUE FOR SEPARADO EM CASA? 

André Vilhena, do Cempre - Se sua cidade não tiver um programa de coleta seletiva estruturado pela prefeitura, você deve levar os materiais a um ponto de entrega voluntária ou encaminhar para uma cooperativa. No site do Cempre, há uma lista que pode ajudar você a encontrá-las. 

8) COMO ORGANIZAR UM PROGRAMA DE COLETA SELETIVA EM CONDOMÍNIOS OU NO TRABALHO? 

André Vilhena, do Cempre - É preciso mobilizar o maior número possível de moradores, demonstrando a importância da iniciativa e mostrando a eles como participar. Depois, é preciso definir os tipos de materiais recicláveis que serão coletados, tendo em vista a demanda de mercado existente nas proximidades, pois ela viabilizará um fluxo constante de saída de material, evitando o acúmulo. 

9) QUAIS MATERIAIS TÊM MAIS VALOR PARA OS CATADORES? 

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Alumínio e cobre. 

André Vilhena, do Cempre - Além do alumínio, as garrafas PET, papelão e embalagens longa-vida. 

10) CONHEÇA A “Rota da Reciclagem”, UM MAPA QUE AJUDA A ENCONTRAR UM DESTINO PARA O LIXO DA SUA CASA 

O site Rota da Reciclagem foi criado pela Tetra Pak, com a tecnologia do Google Maps, para facilitar a busca por cooperativas, pontos de entrega voluntária e empresas ligadas à cadeia da reciclagem. Basta digitar o endereço para saber quais são os locais mais próximos da sua casa. De acordo com a Tetra Pak, o buscador conta com mais de 3.400 pontos de coleta seletiva e reciclagem em todo o país. 

fonte:http://revistamarieclaire.globo.com/

publicado por adm às 22:51

Outubro 16 2011

As fraldas descartáveis representam cerca de um por cento do volume de um aterro sanitário e cada uma delas pode levar meio milênio para se decompor.


A usina de reciclagem, instalada em West Bromwich, a 165 km de Londres, é capaz de reciclar aproximadamente 36 mil toneladas de material – coletado de centros de saúde, empresas de manutenção de banheiro e berçários – incluindo fraldas descartáveis (infantis e de incontinência adulta) e absorventes íntimos femininos.

Tanto as fraldas descartáveis quanto as fraldas de pano, utilizadas antigamente, trazem algum custo ambiental. Portanto, hoje, pesquisadores e empresários buscam outras alternativas para tornar o uso das fraldas menos prejudicial ao meio ambiente. A empresa Knowaste, fundada no Canadá em 1989, já executa e desenvolve uma variedade de operações de reciclagem. Em 2011 a empresa foi a responsável  pelo desenvolvimento da nova usina de reciclagem na Inglaterra.

A reciclagem é um processo em que há o reaproveitamento de materiais para obtenção de matéria-prima para um novo produto. O papel, o vidro, o metal e o plástico são os materiais mais utilizados neste processo. A maior vantagem da reciclagem é a minimização da quantidade de resíduos que precisam de tratamento final, ou seja, que precisa ir para um aterro ou ser incinerado.

O processo inclui a coleta e esterilização das fraldas usadas. Em seguida, os componentes são separados e são criados novos produtos a partir dos polímeros absorventes, matéria orgânica e plásticos.

A matéria orgânica pode ser utilizada para a produção de papel ou de energia ‘verda’, através de sua combustão. Os polímeros absorventes podem ser reutilizados para a criação de novas embalagens ou até mesmo para a produção de novas fraldas. Os plásticos podem ser reaproveitados de diversas maneiras, incluindo a produção de telhas, tubos ou madeiras sintética.

De acordo com a Knowaste, o processo de reciclagem evita a emissão de 626 quilos de CO2 a cada tonelada de resíduo processado, na comparação com o descarte em lixões ou a incineração.

fonte:http://www.jornalciencia.com/

publicado por adm às 17:03

Setembro 18 2011

A empresa canadiana Knowaste abriu esta semana, no Reino Unido, a primeira fábricas de reciclagem de fraldas descartáveis daquele País. A fábrica vai reciclar também produtos de higiene feminina e incontinência para adultos e é a primeira das cinco previstas, para o País, para os próximos quatro anos.

A Knowaste, uma empresa especializada na reciclagem de resíduos de produtos de higiene absorventes, prevê que a fábrica de West Bromwich evite a emissão de 22 mil toneladas de CO2 por ano.

As fraldas são hoje uma das principais dores de cabeça da sustentabilidade ambiental, mas há já algumas empresas a tentar procurar soluções para este problema. De acordo com o Guardian, são utilizadas três mil milhões de fraldas descartáveis, todos os anos, no Reino Unido, sendo este volume responsável por metade dos resíduos de produtos absorventes gerados no País.

A Knowaste vai recolher os produtos de higiene absorventes usados, esterilizar o plástico e as fibras que os compõem e transformá-los em novos produtos, como a madeira plástica, as telhas e novos materiais de absorção.

As cinco fábricas da Knowaste previstas para o Reino Unido até 2015 deverão levar o País a emitir menos 110 mil toneladas de gases com efeito de estufa por ano. No total, a Knowaste vai investir 28,6 milhões de euros, no Reino Unido, nos próximos três anos.

A empresa canadiana vai trabalhar também com as autoridades locais – e respectivos parceiros de reciclagem – para reciclar os produtos de higiene absorventes nesta fábrica. Hospitais, casas de saúde e creches estão na linha da frente desta operação.

fonte:http://www.greensavers.pt

publicado por adm às 19:50

Abril 10 2011

Sutiãs velhos entregues em lojas de roupa interior conferem descontos de 3 a 5 euros na compra de peças novas e são depois reciclados para utilização no fabrico de painéis isoladores e de absorção sonora. 

Em Portugal, essa estratégia está agora a ser praticada pela Intimissimi e Triumph, sendo que a marca italiana desconta três euros ao valor de um sutiã novo na retoma de um velho e a alemã, no mesmo procedimento, abate 5 euros na compra do cliente. 

Francesca Vellano, do Departamento de Comunicação e Imagem do grupo Calzedonia, que detém a Intimissimi, afirma que essa "é a primeira marca de roupa íntima a propor a destruição e reciclagem de sutiãs velhos com a finalidade de produzir painéis absorventes e isoladores de som capazes de atenuar vários tipos de poluição sonora e de assegurar excelentes performances de insonorização em qualquer estrutura". 

"É também a primeira vez que a actividade da reciclagem utiliza sutiãs para a produção de revestimentos permeáveis", realça a mesma responsável. 

"A Intimissimi procura afirmar-se como brand ecológica e de tendência, reduzindo a sua pegada ecológica e a dos seus clientes, apoiando a eco-sustentabilidade e transmitindo a ideia de que uma atitude defensora e amiga do ambiente é uma moda intemporal". 

Madalena Moniz Pereira, chefe do Departamento de Marketing da Triumph Portugal, recorda que esta prática de incentivo à reciclagem de sutiãs usados foi lançada na Alemanha em 2009, revelando-se um "case study de sucesso" que depois "foi adoptado por outras marcas da concorrência". 

A Portugal, a campanha chegou em Março de 2010 e resultou num "êxito de vendas", até porque, "numa altura em que a crise económica anda de mãos dadas com os consumidores, é natural que as marcas - umas mais criativamente, outras menos - criem soluções que vão de encontro às expectativas dos seus clientes". 

Efeitos para a saúde

Madalena Moniz Pereira realça também que a reciclagem de sutiãs tem ainda um efeito prático na saúde das utilizadoras. "Cerca de 80% das mulheres usam o número e o tipo de sutiãs errado para o seu corpo", observa. 

"Como não sabem escolher e têm algum embaraço em perguntar, compram lingerie por impulso e, às vezes, essa é usada uma vez e posta de lado, porque a mulher não se sente confortável". 

"Agora, mesmo numa altura de crise, as mulheres vão poder trocar os sutiãs cujas alças lhes fogem dos ombros, que têm elásticos frouxos ou que pura e simplesmente não as fazem sentir confortáveis", conclui. 

Os sutiãs usados recolhidos nas 58 lojas que a Intimissimi tem em todo o País vão ser entregues à empresa OVAT Campagnari SRL, que Francesca Vellano aponta como "líder na recolha e recuperação de materiais", com base na experiência que os seus fundadores recolheram inicialmente no sector da construção civil e que agora alargam à área dos têxteis e do ambiente. 

Só no que se refere ao tratamento de resíduos e desperdícios derivados de fiação, tecelagem, malharia e embalagens, a empresa processou o ano passado mais de mil toneladas de material, transformado depois em produtos semi-acabados para reingresso na linha produtiva, como é o caso de absorventes acústicos, isoladores térmicos, estofados, materiais de limpeza e cortinas.

fonte:http://www.sabado.pt/

publicado por adm às 22:32

Março 19 2011

Os habitantes da cidade de Neustadt an der Weinstrasse pagam de acordo com a quantidade de resíduos que enviam para incineração. Este incentivo económico e a aposta na educação fazem com que estes cidadãos separem o lixo com rigor, tendo ultrapassado em 16% a meta de reciclagem definida.

A reciclagem é essencial para a sustentabilidade do modo de vida actual a longo-prazo e cada vez são mais os cidadãos que o reconhecem e que o põem em prática. A Educação é fundamental para incentivar à separação para posterior valorização de resíduos mas o exemplo da pequena cidade alemã de Neustadt an der Weinstrasse, revela que também é importante um incentivo económico.

Este pequeno centro urbano situado do Estado de Rheinland-Pfalz, no Sudoeste da Alemanha detém o recorde nacional no que diz respeito à taxa de reciclagem por habitante, que atinge os 70%, superior em 16% à meta do Estado e  Stepfan Weiss, um dos gestores de resíduos da cidade explica como foi conseguido.

Em Neustadt os cidadãos não pagam pelo lixo que separam tendo como fim a reciclagem, mas o município cobra-lhes de acordo com os resíduos produzidos que têm de sofrer incineração, de forma que quanto maior a proporção de resíduos gerados que é encaminhada para valorização, menor o gasto.

“Adoptámos este sistema de taxas em 2006 e funciona” explica Stefan Weiss que compara os resultados de Neustadt com o das cidades vizinhas com sistemas distintos, que chegam a produzir 100Kg de resíduos adicionais por habitante anualmente.

Outra razão do sucesso do sistema de gestão de resíduos de Neustadt está relacionado com o facto de os serviços serem assegurados por uma empresa intermunicipal criada para o efeito, o que lhes permite minimizar as despesas e obter, em certos anos, um ligeiro lucro, que é reinvestido no sistema.

Fonte: http://naturlink.sapo.pt/

publicado por adm às 23:07

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