Reciclagem

Dezembro 31 2011

A falta de espaço em aterros sanitários foi o principal motor da introdução da obrigatoriedade da reciclagem do plástico no Japão em 1997, e da revisão da respetiva legislação nos anos subsequentes, que resultaram na afirmação da potência económica asiática como exemplo de sucesso a nível mundial nesta área.

Em resposta a uma falta cada vez mais intensa de espaço em aterros sanitários o Japão introduziu, em 1997, a obrigatoriedade da reciclagem do plástico, tendo desde então vindo melhorar, paulatinamente, o seu desempenho nesta área.

Com efeito, em 1996 a potência económica asiática tinha uma percentagem de reciclagem de plástico de apenas 39%, que quase duplicou no espaço de dez anos tendo, em 2010, atingido o máximo de 77%, que representa mais do dobro da taxa do Reino Unido e supera largamente a dos EUA, que não ultrapassa os 20%.

O problema da limitação do espaço em aterro e o aumento do volume de resíduos da numerosa população, que já atingiu os 127 milhões, motivou a revisão da legislação que rege a reciclagem do plástico tornando-a mais estrita.

Simultaneamente, o espetro de items de plástico passíveis de reciclagem tem vindo a crescer, englobando hoje não só as embalagens e garrafas – taxa de reciclagem de garrafas de PET foi de 72%, bastante acima dos 48% da Europa e 20% dos EUA -, mas as películas usadas para envolver os alimentos, bem como pratos, travessas e tampas.

O plástico reciclado é aproveitado pela indústria têxtil, para produzir materiais industriais, bem como caixas de ovos, ou ainda brinquedos (na China), tendo sido recentemente apresentada por uma marca de produtos alimentares uma garrafa de PET composta 100% por material reciclado.

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

publicado por adm às 00:04
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Dezembro 27 2011

O Ministério do Meio Ambiente elaborou um plano para promover a reciclagem de pequenos aparelhos eletrônicos, incluindo telefones celulares, câmeras digitais e outros 14 itens, os quais contém metais valiosos.

O ministério também irá, em princípio, solicitar aos exportadores de bens eletrônicos de consumo usados a obter aprovação do ministério do meio ambiente, disseram oficias.  O ministério vai apresentar uma pertinente legislação à uma sessão ordinária da Assembleia no próximo ano, com o intuito de implementar o plano em 2014, salientaram os oficiais.

No momento, grande parte dos bens eletrônicos usados são jogados em aterros ou exportados.

Sob o plano, de 70 a 80 tipos de eletrônicos serão reciclados e o ministério está designando 16 itens tais como celulares, câmeras digitais, dicionários eletrônicos e consoles de games portáteis.

Estes itens foram o alvo, já que eles contêm grandes quantidades de metais raros e preciosos, além de serem fáceis de reciclar devido às suas pequenas dimensões; em geral medindo menos de 30 centímetros em um lado.

O Japão já tem uma lei de reciclagem de televisores, ares condicionados, refrigeradores, freezers, máquinas de lavar louça e secadoras.

O ministério também reforçará os regulamentos nas exportações de pequenos eletrônicos de uso doméstico, já que muitos itens são ilegalmente descartados, informaram oficiais.

 

Fonte:  http://atualidade.portalmie.com

publicado por adm às 09:00
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Dezembro 26 2011

Portugal está a cumprir as metas estabelecidas para este ano para a reciclagem e valorização de resíduos de embalagens, mas o Governo reconhece a necessidade de investir mais nas acções de recolha do vidro.

Por isso, a entidade gestora Sociedade Ponto Verde decidiu medidas complementares para que a meta definida na directiva comunitária seja concretizada, como informou a Secretaria de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, em resposta a questões da agência Lusa.

"Em 2010, Portugal cumpriu as metas de reciclagem e valorização de resíduos de embalagens definidas pela directiva comunitária, encontrando-se igualmente a concretizar já as metas estabelecidas para 2011, com exceção do vidro", explica.

Assim, "é expectável que, a manter-se o crescimento verificado nos anos anteriores, Portugal irá dar cumprimento às metas estabelecidas para 2011 em todos os materiais", aponta a Secretaria de Estado, embora acrescente que, "no que se refere ao vidro, é necessário um maior investimento nas acções de recolha".

Segundo os dados provisórios de 2010, a taxa de reciclagem de vidro desceu de 55 para 53% e a de plástico manteve-se nos 25%.

Na comparação com o ano anterior, em 2010, o papel, cartão, metal e madeira apresentam taxas de reciclagem superiores.

O papel é o material mais reciclado, com 85 por cento, tendência igualmente seguida na valorização onde atinge uma taxa de 93 por cento.

Os resultados foram positivos na recolha de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos tendo sido ultrapassada a meta de quatro quilogramas por habitante.

Os responsáveis governamentais pelo Ambiente estão "convictos" de que Portugal vai cumprir também os objectivos na recolha de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis.

fonte:http://www.dn.pt/i

publicado por adm às 11:56

Dezembro 22 2011

Em 2011, o Brasil retirou 34 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos de circulação e se consolidou como líder mundial deste tipo de reciclagem. Em entrevista ao Rural Meio-Dia, o presidente do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), João Cesar Rando, destacou o papel de agricultores e pecuaristas para o sucesso do sistema.

- Terminamos o ano de 2011 celebrando a grande adesão dos agricultores no Brasil - comemora.

Segundo Rando, a lavagem e devolução de embalagens se tornou rotina no campo, a partir do esforço integrado de todos os elos da cadeia. Ele acredita que após constante divulgação da política nacional de resíduos sólidos, cerca de 95% dos agricultores aderiram à causa e consideram a lei positiva.

Ao todo, 421 postos de recebimento arrecadam embalagens em todo o país e, após segregação e limpeza, encaminham para 114 unidades centrais, que são responsáveis pela inspeção final e compactação em fardos.

Rando aponta que o sistema, que é chamado de Campo Limpo, é referência no mundo. Ele lembra que, além da divulgação na mídia, um trabalho de conscientização também é realizado junto à comunidade. A iniciativa ganhou inclusive uma data comemorativa, em 18 de agosto. De acordo com o presidente do Inpev, as unidades abrem as portas para o público neste dia e oferecem orientação sobre o ciclo de vida das embalagens.

- A partir desses trabalhos, as expectativas para 2012 são muito boas. Há uma política nacional de resíduos sólidos, que faz com que os setores tenham que tratá-los adequadamente pós-consumo. Isso faz com que trabalhemos não só com embalagens de agroquímicos, mas também outros projetos, como na área de saneantes - diz.

fonte:http://www.sonoticias.com.br/

publicado por adm às 11:51
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Dezembro 22 2011

A região encaminhou para reciclagem perto de 22 mil toneladas de resíduos e embalagens em 2011, o que corresponde a uma média de 49,1 quilos por habitante.

A empresa responsável pelo tratamento dos resíduos no Algarve, a Algar, anunciou esta semana que a região atingiu a maior capitação de recolha de resíduos diferenciados em Portugal Continental no ano de 2011.

“Até outubro de 2011, a Algar encaminhou para reciclagem um total de 21.752 toneladas de resíduos de embalagem recicláveis, correspondentes a uma capitação de 49,1 quilos por habitante”, adiantou a empresa.

Em 2012, a Algar revelou que vai dedicar particular atenção ao desenvolvimento de infraestruturas e respetivos sistemas de tratamento. “Com a Central de Valorização Orgânica, a Algar irá valorizar parte dos resíduos biodegradáveis que atualmente são encaminhados para aterro (20.000 toneladas)”, frisou a empresa, sublinhando que a adoção deste tratamento vai ao encontro das metas comunitárias e da diretiva aterros, “posicionando o Sistema Multimunicipal da Algar e a região ao nível da aplicação das melhores práticas europeias (disponíveis) para este fluxo de resíduos”.

No próximo ano, a Algar prevê ainda implementar o Sistema de Aproveitamento Energético do Biogás da Central de Valorização Orgânica, em São Brás de Alportel, onde dará também entrada em exploração a nova Unidade de Compostagem de Verdes.

Outros projetos previstos para 2012 são a construção da Célula C do Aterro Sanitário do Sotavento, em Cortelha, Salir, a entrada em exploração do Parque de Compostagem de Verdes de Albufeira e do Centro de Triagem e Valorização de RCD´s (Resíduos de Construção e Demolição) do Barlavento, em Portimão.

A entrada em funcionamento do Centro Eletroprodutor do Sotavento (em Cortelha, Salir) e ampliação do Centro Eletroprodutor do Barlavento (em Portimão) encontram-se também entre as atividades que merecerão particular destaque por parte da Algar.

fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/

publicado por adm às 11:50
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Dezembro 22 2011

A análise exaustiva é UNEP (United Nations Environment Programme ), que sublinha que menos de um terço dos 60 tipos de metais estudados têm uma taxa de reciclagem acima dos 50 por cento, enquanto que 34 tipos de metais têm taxas de reciclagem abaixo de um por cento.

O estudo sublinha que apesar das baixas taxas de recilagem, muitos destes materiais são cruciais num desenvolvimento tecnológico mais amigo do ambiente, quer seja no fabrico de baterias para automóveis híbridos ou no desenvolvimento de turbinas eólicas.

«Apesar dos esforços envidados por algumas regiões e países, muitas taxas de reciclagem de metais são desencorajadoramente baixas e a sociedade de reciclagem parece apenas uma miragem», advoga o estudo.

O relatório sublinha ainda que a extracção de minério virgem para a produção de metais consome 10 vezes mais energia do que a sua reciclagem e que a extração mineira é responsável por cerca de 7 por cento do consumo mundial bem de energia, sem contar com a pesada contribuição nas emissões de CO2.

O metal com as taxas de reciclagem mais altas é o chumbo. Mais de metade do ferro e de outros componentes do aço e do aço inoxidável são também reciclados.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 11:30

Dezembro 20 2011

O Sistema de Recolha e Valorização de Óleos Alimentares Usados do Município de Estarreja compreende dez oleões, distribuídos por todas as freguesias do concelho em pontos assinalados na via pública.

A Câmara de Estarreja anunciou, entretanto, a instalação de mais dois contentores, destinados à recolha de óleos alimentares usados, um na Urbanização da Póvoa de Baixo, em Estarreja, e o outro no Largo de S. Sebastião, em Avanca.

A melhoria das condições de recolha é outra das apostas, estando a decorrer, até março de 2012, uma operação de manutenção dos oleões primitivamente instalados.

Segundo uma nota informativa da Câmara de Estarreja, desde o arranque do projeto, já foram recolhidos 5.023 litros de óleo alimentar usado e, durante o ano de 2011, apenas no período de maio e junho, a quantidade de óleo usado depositada pelos munícipes não suplantou a do ano anterior.

A entrega de óleo usado nos contentores municipais é feita em garrafas de plástico de litro e meio ou garrafões de cinco litros, devidamente fechados.

"É com a soma deste pequenos gestos e novos hábitos que todos contribuímos para o nosso bem-estar e para o desenvolvimento com futuro", sublinha uma nota da autarquia, recordando os benefícios da recolha de óleo doméstico "que, de outro modo, seria deitado fora, com os respetivos impactos negativos no meio ambiente".

fonte:@Lusa
publicado por adm às 11:54
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Dezembro 20 2011

Uma notícia boa no ramo da reciclagem para nós, brasileiros. No último dia 14 foi divulgado o 7º Censo da Reciclagem do PET no Brasil pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet). Nele, os dados apontam um aumento de 7,6% do ano retrasado para o passado.

Em 2010 foram recicladas 262 mil toneladas de PET, o que equivale a 55,8% do total dessas garrafas no País. Para chegar a esses números, 409 empresas do setor de 4 cidades (São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) participaram do levantamento.

Os principais colaboradores com essa ação são os catadores. Segundo as organizações, eles representam 47% de todos os fornecedores. O material reciclado é transformado, em sua maioria, em: produtos têxteis (38%), resinas insaturadas e alquídicas (19%) - destinadas à base de tintas e construção civil, com revestimento de piscinas e banheiras, entre outras – e embalagens (17%). 

Porém, mesmo com esses números positivos, integrantes da Abipet alertam para alguns problemas graves ainda presentes neste setor. Os mais relevantes entre eles são a indisponibilidade de mão-de-obra suficiente, a urgente implantação da coleta seletiva em todo o país e a disseminação da cultura da separação das embalagens na sociedade.

A solução para todos eles foi determinada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos até agosto de 2014. Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008-2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atualmente apenas 17,8% dos municípios fazem coleta.

Para saber quais são os locais que fazem este tipo de serviço, foi utilizada a ferramenta Google Maps. Segundo o site “atualmente são mais de 2 mil pontos e funcionam como um alerta à sociedade, para poder participar”.

A própria Associação Brasileira da Indústria do PET possui uma iniciativa nesta área. DenominadaLevPET, ela foi implantada em novembro de 2010 com o intuito de pesquisar os lugares onde as pessoas poderiam entregar as garrafas de plásticos no país. Foram encontrados Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), diversas cooperativas e também postos de coleta em ONGs (Organizações Não-Governamentais).

fonte:http://www.canalazultv.ig.com.br

publicado por adm às 11:50
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Dezembro 20 2011

Na Europa, pelo menos 20% dos nossos alimentos se transforma em resíduos.

Os investigadores tentam atingir a taxa zero e converter as montanhas de lixo alimentar em energia verde para o futuro.

As novas ideias são testadas, a mais de dez mil quilómetros do Velho Continente.

Aulis Ranne, coordenador técnico do projeto “Enerfish”, explica o objetivo da iniciativa: “O sonho nasceu durante uma visita ao Vietname, há alguns anos. Viemos até cá como simples turistas, e ficámos espantados por ver a relação profunda, autêntica, que os vietnamitas têm com os peixes e a atividade piscatória. Também percebemos que os vietnamitas são pessoas empreendedoras. Que estão empenhados em trabalhar e que investem uma grande quantidade de energia quando lhes são propostos novos desafios.

Pensámos que seria fantástico se pudéssemos aliar esse background relacionado com a atividade piscatória à capacidade empreendedora para melhorar a situação económica e promover as energias renováveis. E foi assim que nasceu este projeto de investigação.”

O sonho tornou-se realidade numa fábrica de aquacultura no delta do rio Mekong, no sul do Vietname.

Na unidade são processadas diariamente 120 toneladas de peixe-gato fresco. Os peixes são filetados, congelados e embalados, prontos a entregar nos mercados europeus e asiáticos.

Para combater o desperdício, cerca de 80 toneladas de resíduos dos peixes são convertidos em óleo.

Mas cientistas de um projeto europeu de investigação propõem a conversão destes resíduos em biocombustível.

A fábrica resulta de quatro anos de cooperação entre investigadores europeus e vietnamitas. Está apta a produzir mais de 13 toneladas de biocombustível por dia.

Tanto a fábrica de processamento como o complexo sistema de arrefecimento serão monitorizados online para determinar o equilíbrio energético.

“Vamos verificar quanta eletricidade é que todo o sistema precisa para funcionar. Depois vamos verificar quanto biocombustível é que a fábrica vai produzir e quanta eletricidade o gerador conseguirá transformar com aquele biocombustível. Esperamos que, na capacidade máxima, a fábrica seja muito eficiente do ponto de vista ambiental”, diz Florian Griessl, engenheiro.

O biocombustível resultante poderá gerar diariamente mais de 150 megawatt-hora. O suficiente para abastecer a fábrica de peixe e, dizem os investigadores, fornecer eletricidade à comunidade envolvente, bastante dependente da atividade piscatória.

“Esta fábrica piloto de biocombustível é um bom exemplo da transferência de energia da Europa para países asiáticos. Talvez outras fábricas de aquacultura no Vietname e em países como a Malásia, China ou Indonésia venham a instalar geradores verdes idênticos no futuro próximo”, diz Aulis Ranne, coordenador técnico do projeto Enerfish.

Phan Van Nguyen, Diretor-geral da empresa Hiep Thanh Seafood Company, acrescenta: “É uma situação proveitosa para todos. Estamos a reciclar energia, a eliminar resíduos, protegendo o ambiente e fornecendo energia acessível aos nossos vizinhos, criando empregos. Tudo isto vai ajudar-nos a aumentar os nossos investimentos futuros em desenvolvimento sustentável.”

Um desenvolvimento sustentável relacionado com o lixo alimentar, que enfrenta desafios específicos a mais de dez mil quilómetros do Delta do rio Mekong.

Em Inglaterra uma fábrica transforma diariamente cerca de 18 toneladas de lixo alimentar em 2500 metros cúbicos de biogás, sobretudo gás metano, usado para produzir energia elétrica.

O processo chama-se digestão anaeróbica. Os elementos do lixo alimentar são decompostos por micro-organismos na falta de oxigénio.

Os gases resultantes são capturados, separados e armazenados.

Mas cientistas de outro projeto europeu de investigação acreditam que o sistema ainda está longe de ser eficiente. Trabalham para melhorar o processo. Para produzir mais biogás através da mesma quantidade de lixo alimentar e durante um período de tempo prolongado.

“Quando começámos, tratava-se os resíduos de forma homogénea e isso atrasou o processo. Na investigação atual, conseguimos esclarecer algumas questões científicas sobre o que está a acontecer no digestor, que grupos de micro-organismos estão a atuar e a contribuir para diferentes caminhos metabólicos, pelos quais o lixo alimentar é decomposto. Graças a uma melhor compreensão do processo, agora é possível usar digestores, inclusive nas fábricas de escala industrial, com uma taxa de carregamento duas ou três vezes superior à utilizada até agora. São ótimas notícias para as empresas comerciais. Podem aceitar duas ou três vezes mais lixo e depois poderão ser pagas por aceitar resíduos, o que é bom para a indústria. Pelo mesmo investimento produz-se também duas ou três vezes mais gás, mais energia. É um processo muito mais eficiente. Os responsáveis pela fábrica têm a consciência tranquila sabendo que a unidade está estável e a operar devidamente”, diz Sonia Heaven, coordenadora no projeto “Valorgas”.

O projeto também ajuda a caracterizar melhor diferentes hábitos em matéria de lixo alimentar nas diferentes regiões da Europa, por vezes com descobertas surpreendentes, como explica a cientista Becky Arnold: “Verificámos as características do lixo através de uma triagem, estudando a variedade dos resíduos que as pessoas deitam fora. Descobrimos que na região da fábrica 50% do lixo são vegetais e cascas de frutas frescas. Cerca de 12% são frutas frescas e vegetais não consumidos. Um dos resultados mais surpreendentes foi constatar que 10% do lixo que chega à nossa fábrica são sacos de chá.”

Informações preciosas, concluem os investigadores, para tentar melhorar os bioreactores existentes, adaptando-os à diversidade de comportamentos na Europa.

fonte:http://pt.euronews.net/

publicado por adm às 11:45

Dezembro 20 2011

Existem três tipos de reciclagem de plástico, material que pode se transformar em fibra para carpete, mangueira de jardim, frascos para produtos de limpeza, entre outros

Como atestam os símbolos presentes na maioria dos produtos e embalagens feitos com material plástico, ele é reciclável. Mas você já se perguntou como ocorre o processo de transformação do plástico em um novo produto?

Existem três tipos de reciclagem que a eCycle apresenta agora para você:

1) Reciclagem Mecânica

É o método mais comum. Ele consiste em transformar os plásticos (tanto os oriundos de sobra industrial, quanto os descartados pós-consumo) em pequenos grânulos que podem ser utilizados na produção de novos materiais, como sacos de lixo, pisos, mangueiras, embalagens não-alimentícias, peças de automóveis, etc.

O modo de funcionamento já é conhecido por quem está antenado no mundo da reciclagem. Primeiro, ocorre a coleta dos plásticos descartados por meio de associações de catadores, cooperativas ou pela coleta municipal. Em seguida, nesses locais, ocorre a separação, a triagem dos diferentes tipos de plástico e a limpeza para retirar restos de sujeira dos conteúdos. Depois de todo esse processo, o plástico granulado é produzido.

2) Reciclagem Química

Trata-se do modelo mais elaborado, que reprocessa os plásticos para transformá-los em materiais petroquímicos básicos que servem de matéria-prima para a criação de produtos de elevada qualidade.

Se compararmos a reciclagem química com a mecânica, a primeira tem uma maior flexibilidade sobre a composição e é mais tolerante a impurezas (ou seja, não requer uma triagem tão minuciosa). No entanto, é mais cara e necessita de enormes quantidades de plástico para ser economicamente viável.

Alguns processos mais comuns ocorridos na reciclagem química são a hidrogenação, a gaseificação, a quimólise e a pirólise.

3) Reciclagem Energética

Infelizmente, esse tipo de reciclagem ainda não existe no Brasil, apesar de ser amplamente difundido no exterior. Os plásticos são coletados e transformados em energia elétrica e térmica por meio de incineração, além de serem aproveitados até como combustível. Esse método ajuda na redução de resíduos, além de contribuir como um novo modelo de matriz energética.

No que o plástico reciclado se transforma?

Se você está louco para saber no que o plástico pode se transformar, a sua espera está quase no final. A resina obtida após a reciclagem de materiais plásticos pode dar origem a objetos impensáveis. Dê uma olhada:

Se você quer descartar seus objetos plásticos corretamente, procure um posto de reciclagem por meio da eCycle clicando aqui. Na próxima reportagem, abordaremos os plásticos de difícil reciclagem. Fique ligado!

fonte:http://www.ecycle.com.br/

publicado por adm às 11:41
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