Reciclagem

Outubro 25 2011

«Esta última campanha Reciclar é Dar e Receber já contribuiu para que recuperássemos um pouco relativamente ao vidro recolhido. Os indicadores apontam para um crescimento mais acelerado do que o verificado até agora. Acreditamos que até ao final do ano conseguiremos cumprir a meta do vidro», afiança ao AmbienteOnline Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde: 

Este ano e contrariamente ao expectável, a meta do vidro foi a única que não foi cumprida pela SPV. «O vidro teve uma aceleração mais baixa o que não faz sentido tendo em conta que é o material que há mais tempo é recolhido e reciclado em Portugal. A nossa estratégia passou por reforçar o canal dos restaurantes, cafés e hotéis, tendo em conta que 60 por cento das embalagens de vidro colocadas no mercado serem consumidas fora de casa», explica o responsável 

Para reforçar este material a SPV, pela primeira vez, lançou uma campanha uni-material, que além da reciclagem visa a criação de salas de estudo.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 23:26

Outubro 18 2011

Um vidro pode se transformar em outro vidro, sem perda de qualidade, várias vezes. No processo, o material é separado por cores, sem tampas e rótulos, e vale mesmo quando está quebrado. Depois é “triturado” em pequenos pedaços e entra na composição que vai formar um novo vidro: areia, barrilha, calcário e feldspato.

 

Segundo dados da Abividro, a reciclagem de vidro no Brasil saltou de 15% em 1991 para 47% em 2008. Por ano, segundo o CEMPRE, são produzidas em média 980 mil toneladas de embalagens de vidro que usam cerca de 45% de matéria-prima reciclada na forma de cacos.

As vantagens
Reciclar vidro evita a retirada de mais matéria-prima da natureza. A economia de energia e a emissão de gases poluentes também diminuem. Por exemplo: para fabricar do vidro com matérias-primas virgens, é necessário que a temperatura do forno chegue a 1.500°C. Se 30% da composição for de cacos de vidros reaproveitados, a temperatura de fusão baixa para 1.300° – e assim muita energia é economizada. (*)

A quantidade de lixo produzida também será menor, o que é essencial para aumentar a vida útil de aterros sanitários (sem contar que o tempo de decomposição do vidro na natureza é considerado indeterminado).

O que levar para a reciclagem?
Garrafas, potes e frascos devem estar limpos e secos. Lâmpadas, cristais, espelhos, vidros de automóveis ou temperados, cerâmica e porcelana, porém, não entram nessa lista. Isso porque eles apresentam uma composição química diferente, que dentro do processo de fabricação do vidro pode originar produtos com defeito.

Também não podem ter na mistura terra, pedras, cerâmica e louças, pois quando são fundidos, geram partículas que diminuem a resistência das embalagens. A contaminação por metal (as tampas, por exemplo) também prejudica o processo, pois forma bolhas e manchas, além de danificar o forno.

Segundo o CEMPRE, os vidros também podem ser usados na composição de asfalto e pavimentação, construção de sistemas de drenagem contra enchentes, produção de espuma e fibra de vidro, bijuterias e tintas reflexivas.

Saiba mais
A PUC Rio produziu uma edição do  programa A Química do Fazer sobre a história do vidro, as formas de produção (artesanal e industrial) e os processos de reciclagem.

E você, separa o vidro para reciclagem?

fonte:http://super.abril.com.br/

publicado por adm às 22:49

Outubro 16 2011

As fraldas descartáveis representam cerca de um por cento do volume de um aterro sanitário e cada uma delas pode levar meio milênio para se decompor.


A usina de reciclagem, instalada em West Bromwich, a 165 km de Londres, é capaz de reciclar aproximadamente 36 mil toneladas de material – coletado de centros de saúde, empresas de manutenção de banheiro e berçários – incluindo fraldas descartáveis (infantis e de incontinência adulta) e absorventes íntimos femininos.

Tanto as fraldas descartáveis quanto as fraldas de pano, utilizadas antigamente, trazem algum custo ambiental. Portanto, hoje, pesquisadores e empresários buscam outras alternativas para tornar o uso das fraldas menos prejudicial ao meio ambiente. A empresa Knowaste, fundada no Canadá em 1989, já executa e desenvolve uma variedade de operações de reciclagem. Em 2011 a empresa foi a responsável  pelo desenvolvimento da nova usina de reciclagem na Inglaterra.

A reciclagem é um processo em que há o reaproveitamento de materiais para obtenção de matéria-prima para um novo produto. O papel, o vidro, o metal e o plástico são os materiais mais utilizados neste processo. A maior vantagem da reciclagem é a minimização da quantidade de resíduos que precisam de tratamento final, ou seja, que precisa ir para um aterro ou ser incinerado.

O processo inclui a coleta e esterilização das fraldas usadas. Em seguida, os componentes são separados e são criados novos produtos a partir dos polímeros absorventes, matéria orgânica e plásticos.

A matéria orgânica pode ser utilizada para a produção de papel ou de energia ‘verda’, através de sua combustão. Os polímeros absorventes podem ser reutilizados para a criação de novas embalagens ou até mesmo para a produção de novas fraldas. Os plásticos podem ser reaproveitados de diversas maneiras, incluindo a produção de telhas, tubos ou madeiras sintética.

De acordo com a Knowaste, o processo de reciclagem evita a emissão de 626 quilos de CO2 a cada tonelada de resíduo processado, na comparação com o descarte em lixões ou a incineração.

fonte:http://www.jornalciencia.com/

publicado por adm às 17:03

Outubro 07 2011

Até ao próximo dia 31 de Outubro aSociedade Ponto Verde vai receber, para avaliação, projectos de Investigação & Desenvolvimento que tenham como objectivo encontrar novas soluções ligadas às embalagens e à valorização e reciclagem dos resíduos a que dão origem. Os projectos a aprovar serão apoiados financeiramente pela Sociedade Ponto Verde.

«Ao longo dos seus 15 anos de actividade, a Sociedade Ponto Verde já investiu através do financiamento de projectos, cerca de 2 milhões de euros em Investigação e Desenvolvimento. Ao financiar estes projectos, a SPV pretende contribuir para o futuro do País, já que estas iniciativas poderão ser o ponto de partida para futuras soluções sustentáveis», afirma Luís Veiga Martins, Director-geral da Sociedade Ponto Verde.

Os projectos financiados têm-se destinado a melhorar as capacidades de recolha, tratamento, reciclagem e valorização dos resíduos de embalagens, mas também a promover a prevenção com o objectivo de reduzir a produção de resíduos.

De acordo com o regulamento, que pode ser consultado em www.pontoverde.pt, (menu Sociedade Ponto Verde/Investigação e Desenvolvimento) o financiamento dos projectos poderá atingir no máximo um período de três anos.

A apresentação de candidaturas será feita mediante a entrega do formulário de candidatura e do respectivo anexo técnico, contendo as especificações relativas ao projecto que é submetido a apreciação pelo júri.

Sociedade Ponto Verde convidou personalidades de relevante mérito na área do ambiente e resíduos, para constituir uma Comissão Consultiva de I&D, cujas funções incluem a definição de eixos de actuação e áreas prioritárias para os projectos de I&D, de acordo com a evolução do sector e estado de arte, e a nomeação de painéis para avaliação dos projectos de I&D propostos a financiamento.

 

Fonte: SPV


publicado por adm às 22:09

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