Reciclagem

Setembro 28 2011

A Sociedade Ponto Verde (SPV) vai colocar 250 mil gargantilhas em garrafas de azeite Oliveira da Serra, com o objectivo de sensibilizar a população para a sua deposição no ecoponto verde e assim ajudar a construir salas de estudo para crianças e famílias carenciadas.

A campanha chama-se “Ajude com o seu gesto. Coloque sempre as garrafas no ecoponto verde” e resulta da uma parceria entre a SPV e a Oliveira da Serra para aumentar a reciclagem do vidro.

“2011 é o ano de cumprimento de metas de valorização e reciclagem para Portugal e para a Sociedade Ponto Verde e pretendemos com esta acção sensibilizar o consumidor para a separação do material vidro. O nosso objectivo é lembrar a população que deve colocar no ecoponto verde todas as garrafas, frascos e boiões e assim contribuir para o alcançar as metas”, afirmou Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

Já a Oliveira da Serra associou-se à SPV porque acredita que “apenas com o contributo de todos é possível alcançar os objectivos que são comuns. As marcas devem ser sustentáveis, tanto na forma como desenvolvem o seu negócio como também pela sensibilização das populações», referiu Isabel Roseiro, Strategic Marketing Manager de Oliveira da Serra.

A campanha, que prevê a colocação de 250 mil gargantilhas nas garrafas de azeite Oliveira da Serra distribuídas nos supermercados de Norte a Sul do País, tem início em Setembro e irá prolongar-se até final do ano.

Ao abrigo da legislação actualmente em vigor, Portugal tem o compromisso de até 2011 reciclar, no mínimo, 55% dos materiais de embalagem que são colocados no mercado nacional.

«Estamos empenhados em cumprir as metas, pelo que temos vindo a realizar diversas acções nesse sentido. A campanha ‘Reciclar é Dar e Receber’ é disso exemplo. Este ano, por cada tonelada de vidro enviado para reciclagem, a SPV irá doar 1€ para a construção de salas de estudo em Instituições Privadas de Solidariedade Social (IPSS). O nosso objectivo é chegar às 20 salas de estudo, o que irá permitir apoiar cerca de 600 crianças», concluiu Luís Veiga Martins.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:21

Setembro 28 2011

A escola EB 1 de Cabanas de Tavira foi um dos estabelecimentos de ensino que mais se destacou este ano, a nível nacional, no âmbito da campanha de recolha de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, bem como de pilhas usadas, levada a cabo pela ERP – Entidade Gestora de Resíduos.

Os alunos daquela escola do concelho de Tavira conseguiram reunir, com o apoio dos professores, 86,90 kg de resíduos, por aluno, alcançando o segundo lugar nesta terceira edição da iniciativa, logo atrás da escola EB1 da Zibreira, distrito de Santarém, que atingiu o valor de 96,64 kg por aluno.

A escola de Cabanas conseguiu recolher um total de 3.997,5 kg de resíduos, mais do que a escola da Zibreira, que não foi além dos 3.090 kg. No entanto, o valor para efeitos de “classificação” é a quantidade total dividida pelo número de alunos.

Esta terceira edição da campanha Geração Depositrão, que teve início em novembro de 2010, contou com a participação de 485 escolas, de todo o país, e de mais de 200 mil alunos, que recolheram mais de 128 toneladas de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) e pilhas usadas, numa acção de sensibilização de boas práticas ambientais.

“Estamos muito satisfeitos com o enorme sucesso que a campanha alcançou mais uma vez. Este projecto, que pretende não só sensibilizar as novas gerações para esta temática, como também as comunidades, pais e professores, tem crescido de ano para ano, demonstrando quão importantes são as acções de sensibilização para a educação e formação dos novos cidadãos ao nível das boas práticas ambientais”, refere Filipa Moita, responsável pela área da Comunicação e Sensibilização da ERP.

De acordo com aquela responsável, “a escola é cada vez mais um interveniente decisivo no processo de sensibilização, divulgação e informação nesta matéria, contribuindo, deste modo, para criar uma nova geração de cidadãos em Portugal”.

“Geração Depositrão”

O Projecto Geração Depositrão, vocacionado para a rede nacional Eco-Escolas, tem como principal objectivo introduzir o tema dos REEE e dos RP&A no programa escolar, através de trabalhos e actividades desenvolvidos em conjunto com alunos e professores, e proceder à colocação de um Depositrão (contentor de recolha) nas escolas aderentes.

A ERP Portugal possui no nosso país uma alargada rede nacional com 1645 pontos de recolha, sendo cerca de 947 pontos DEPOSITRÃO, e leva anualmente a cabo diversas acções de sensibilização dos cidadãos para as boas práticas ambientais.

Entre as referidas ações, destaque para os projectos “Geração Depositrão” (junto da comunidade escolar), “Portugal Depositrão” (junto dos municípios), “Campanha Praias ERP Portugal” e “Neste Natal dê um Presente ao Ambiente!”, que privilegiam a comunicação com as crianças e os jovens, bem como com as comunidades envolventes.

Destaque ainda para o Centro de Sensibilização Ambiental, inaugurado em março, onde é possível os visitantes conhecerem esta realidade, através de um circuito estruturado com mecânicas lúdicas e pedagógicas.

fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/

publicado por adm às 22:14

Setembro 27 2011

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, incluindo um estudioso de origem indiana, desenvolveram um novo método para reciclar baterias de chumbo-ácido, com potencial de transformar a indústria de reciclagem de baterias.

O método utiliza reagentes orgânicos (derivados de fontes renováveis) para reciclar a pasta de chumbo - de resíduos de baterias. O processo tem vantagens consideráveis em relação aos métodos de alta temperatura, que são convencionalmente usados para reciclar pastas de baterias em chumbo metálico.

O processo, desenvolvido por Vasant Kumar e seus colegas de pesquisa do Departamento de Ciência Materiais e Metalurgia, usa menos energia, produz menos emissões tóxicas, é mais rentável do que os métodos atuais tanto em grande quanto em pequena escala e o produto pode ser otimizado para uso direto como o precursor para a fabricação de pasta de bateria nova.

Kumar apresentou a tecnologia no começo deste mês na International Secondary Lead Conference em Hyderabad, na Índia.

Baterias de chumbo-ácido estão em ampla utilização em todo o mundo, principalmente em automóveis e outras aplicações industriais. Elas possuem custos relativamente baixos, têm uma grande relação potência-peso e pode ser recarregada muitas vezes. Eventualmente, porém, o desempenho degrada e as baterias devem ser recicladas, mas o chumbo é altamente tóxico para plantas e animais.

Na América do Norte e Europa, mais de 95% das baterias são recicladas, pois existe uma infra-estrutura de reciclagem bem estabelecida. Nos países em desenvolvimento como Índia, China e Rússia, a mesma infra-estrutura ainda não existe, e o uso do automóvel está se expandindo rapidamente.

No passado, houve pouca regulamentação da reciclagem de baterias em muitos desses países e o uso de fundição de quintal de alta periculosidade era comum.

Ao longo dos últimos anos, tem havido uma crescente regulação controlando o uso e a reciclagem de chumbo nos países em desenvolvimento, embora o método convencional de reciclagem utilizado no ocidente seja economicamente viável somente em grande escala, tornando-se muito caro para pequenos operadores.

O processo convencional envolve a desmontagem e derretimento da bateria gasta em fornos de fundição a temperaturas de mil graus, derramando o chumbo derretido em moldes, retirando todas as impurezas, e então derretendo novamente para uso em baterias novas.

O processo de Cambridge desenvolvido pelo Dr. Kumar e seus colegas recupera diretamente o óxido de chumbo a partir da pasta de bateria gasta. A pasta de bateria é misturada ao ácido cítrico e os cristais resultantes são aquecidos a uma temperatura de 350ºC, resultando em uma mistura de chumbo e óxido de chumbo, que podem ser utilizados para a fabricação de uma nova pasta de bateria. Com informações do Conference Works.

Redação CicloVivo

fonte:http://www.ciclovivo.com.br

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Setembro 18 2011

A empresa canadiana Knowaste abriu esta semana, no Reino Unido, a primeira fábricas de reciclagem de fraldas descartáveis daquele País. A fábrica vai reciclar também produtos de higiene feminina e incontinência para adultos e é a primeira das cinco previstas, para o País, para os próximos quatro anos.

A Knowaste, uma empresa especializada na reciclagem de resíduos de produtos de higiene absorventes, prevê que a fábrica de West Bromwich evite a emissão de 22 mil toneladas de CO2 por ano.

As fraldas são hoje uma das principais dores de cabeça da sustentabilidade ambiental, mas há já algumas empresas a tentar procurar soluções para este problema. De acordo com o Guardian, são utilizadas três mil milhões de fraldas descartáveis, todos os anos, no Reino Unido, sendo este volume responsável por metade dos resíduos de produtos absorventes gerados no País.

A Knowaste vai recolher os produtos de higiene absorventes usados, esterilizar o plástico e as fibras que os compõem e transformá-los em novos produtos, como a madeira plástica, as telhas e novos materiais de absorção.

As cinco fábricas da Knowaste previstas para o Reino Unido até 2015 deverão levar o País a emitir menos 110 mil toneladas de gases com efeito de estufa por ano. No total, a Knowaste vai investir 28,6 milhões de euros, no Reino Unido, nos próximos três anos.

A empresa canadiana vai trabalhar também com as autoridades locais – e respectivos parceiros de reciclagem – para reciclar os produtos de higiene absorventes nesta fábrica. Hospitais, casas de saúde e creches estão na linha da frente desta operação.

fonte:http://www.greensavers.pt

publicado por adm às 19:50

Setembro 18 2011

UUm grupo de deputados do Grupo Parlamentar do CDS-PP, liderados por Nuno Magalhães, apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução que recomenda o estudo da incorporação do material de cortiça no edificado, com vista à melhoria do seu desempenho em termos de isolamento térmico, acústico e na prevenção dos incêndios, assim como a adopção de medidas tendentes à promoção da actividade de reciclagem da cortiça em Portugal. O objectivo é assegurar a sustentabilidade económica e ambiental do modelo energético preconizado pelas políticas europeias de combate às alterações climáticas.

O objectivo é assegurar a sustentabilidade económica e ambiental do modelo energético preconizado pelas políticas europeias de combate às alterações climáticas.
O documento recorda que o sector residencial e terciário, com cerca de 160 milhões de edifícios, é responsável por 40% do consumo energético primário da Europa, seguindo uma tendência que deverá vir a acentuar o respectivo aumento de consumo e correspondentes emissões de dióxido de carbono, o que demonstra assim a importância em actuar sobre este sector, de acordo os objectivos da agenda energética europeia, acrescido do enorme potencial que lhe é reconhecido, pela Comissão da Indústria, Investigação e Energia do Parlamento Europeu, em termos de poupança energética, em que mais 50% deste consumo poderá ser reduzido através de medidas eficiência energética, e consequentemente uma redução anual de 400 milhões de toneladas de CO2 – quase a totalidade do compromisso da UE no âmbito do Protocolo de Quioto.

A substituição e descentralização das fontes de energia é muito importante na medida em que reduz a dependência do vector electricidade resultante do sistema electroprodutor nacional, baseada em combustíveis fosseis, em detrimento de utilização de energias renováveis, mas não actua ou evita o aumento do consumo de energia global assim como os impactes negativos numa análise de ciclo de vida da utilização dos produtos e materiais e equipamentos utilizados na construção, da energia utilizada na sua produção, dos resíduos que geram, da manutenção e equilíbrio dos ecossistemas, que também eles, são fonte relevante de absorção de dióxido de carbono.

Tal, pode ser conseguido através da alteração do comportamento térmico dos edifícios, como seja a aplicação de materiais naturais, que resultem de uma produção responsável, energética, económica e ambiental sustentável, do qual Portugal dispõe, que envolvem reduzidos custos de energia, não acresce as emissões de CO2, apresentam elevado grau de resistência e quando aplicada nos edifícios confere-lhes um elevado desempenho no isolamento térmico dos edifícios, com ganhos energéticos substanciais, dadas as suas características isolantes que conservam a temperatura constante no interior dos edifícios, diminuindo, assim no final, a utilização dos sistemas de climatização e consequentemente os gastos energéticos. 

Um excelente exemplo desses materiais é a cortiça, da qual Portugal é um dos maiores produtores mundiais, em quantidade e qualidade, num mercado que emprega e contribui para a manutenção de 60 mil postos de trabalho, bem como para a florestação de uma zona do país com apetência para este tipo de cultura florestal, pelo que se entende, pelos motivos e benefícios já expostos que deva ser promovida a sua aplicação e incorporação na construção dos edifícios. A aplicação de cortiça na construção de edifícios tem ainda outras vantagens, tais como o isolamento acústico, pois é um dos materiais com melhor desempenho, bem como na prevenção da propagação do fogo, sendo um dos materiais mais resistentes ao fogo, conferindo globalmente um maior grau de conforto e segurança aos edifícios onde é aplicado. 

Além disso, a importância e reconhecimento do potencial de utilização da cortiça, tem motivado a nível Europeu, um conjunto de iniciativas que visam a maximização do ciclo de vida da cortiça, e em concreto das rolhas, via processo de reciclagem, com os benefícios daí decorrentes, ao nível social, pela consciencializando das populações para a riqueza deste material, económicos, pela criação de negócio e emprego, e naturalmente ambientais. Importa agora, aproveitar as anteriores experiências, e alargar a actividade de reciclagem a todo o território nacional, de modo a incrementar as taxas de recolha e de reciclagem da cortiça. 

Neste contexto, o Grupo Parlamentar do CDS-PP recomenda ao Governo que se estude a oportunidade de introduzir a discussão, de incorporação do material de cortiça no edificado, atendendo às suas excelentes propriedades de isolamento térmico, acústico e na prevenção de incêndios, assim como pela contribuição benéfica deste material no impacto do custo de ciclo de vida alargado dos edifícios, como é desígnio desta nova directiva. 

O CDS-PP recomenda também a adopção de duas medidas, contribuintes para a consciencialização e percepção do valor social, ambiental e económico da cortiça: implementar uma solução de rede de reciclagem de cortiça, com realce para as rolhas mas também para outros resíduos e subprodutos deste material, cobrindo o território nacional, e aproveitando as infra-estruturas de triagem e tratamento de resíduos já existentes; e promover acções de educação e sensibilização ambiental junto da população, realçando a importância estratégica do sector da cortiça no contexto da economia nacional, e o contributo que a actividade da reciclagem desses seus resíduos, em especial ao nível da sua deposição, pode ter na valorização e sustentabilidade deste sector.

fonte:http://www.orio.pt

publicado por adm às 19:45

Setembro 18 2011

A Rússia é um país inovador, que não cansa de surpreender. Agora, as autoridades proibiram a reciclagem de garrafas de vidro utilizadas para bebidas alcóolicas. E, para não dar pinta, as usadas por comidas de bebê também. O motivo: proteger a saúde de seus cidadãos de uma eventual ‘contaminação’.

Muita gente – e eu me incluo nessa silepse – pesquisamos para saber se existe mesmo esse risco. Aparentemente, é uma coisa absolutamente nova. Enquanto em alguns países a taxa de reciclagem de recipientes de vidro se aproxima de 100%, na Rússia, vai atingir zero em breve. Na União Europeia, por exemplo, a média é de 67%, com a Grécia reciclando apenas 15% de recipientes de vidro.

O novo regulamento vai passar a valer já em 2012, <<ради здоровья нации запретить вторичное использование тары»>> (em prol da saúde da nação proibiremos a reutilização de recipientes de vidro), diz a gerente da maior fabricante desses produtos na Rússia, a Rusdzham, Margarita Pokinbura.

Pesquisando, achei mais coisas legais. Ao que parece, na Rússia Oriental há um enorme déficit de recipientes de vidro. Enquanto na Europa cada um custa em torno de R$ 0,10, naquela região russa o preço é 3 vezes maior.

E, pela lógica, é muito mais barato fabricar novos recipientes de vidro a partir da reciclagem. Entretanto, existe uma multinacional turca que praticamente detém o monopólio de produção das garrafas e potes (utilizados para as bebidas, lógico) na Rússia. E, por pressão dela, nossos amigos das estepes abandonaram a ecologia em função do enorme investimento do país do quarto crescente.

Aí que está: enquanto os otomanos investem forte na reciclagem – até de olho na entrada para a União Europeia – eles exigem que seus vizinhos chutem essa ideia para longe.

É um grande exemplo para nós, aqui no Brasil, que, eventualmente, também somos tratados como ‘lixeira’ sei lá de quais países. Ainda não vi, no entanto, o que grupos ecológicos, como o Greenpeace, vão dizer sobre isso. Mas que é uma vergonha, ah, é.

fonte:http://www.falandorusso.com/2

publicado por adm às 19:44
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Setembro 11 2011

A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio da Secretaria de Governo, promove o lançamento da campanha de reciclagem do óleo de cozinha. Se jogado pelo ralo da pia, o óleo que utilizamos no dia a dia para preparo dos nossos alimentos pode causar o entupimento das tubulações nas redes de esgoto, aumentando em até 45% os custos de tratamento. 

Além disso, o óleo de cozinha é altamente prejudicial ao meio ambiente, se não houver um sistema de tratamento de esgoto, acaba se espalhando na superfície dos rios e das represas, causando danos à fauna aquática, fica no solo, impermeabilizando-o e contribuindo com enchentes, ou entra em recomposição, soltando gás metano durante esse processo, causando mau cheiro, além de agravar o efeito estufa. 

Visando a melhoria de vida dos moradores de Pindamonhangaba a Prefeitura dá inicio à conscientização da importância da reciclagem do óleo de cozinha. 

No dia 17 de setembro, o programa tem inicio com panfletagem realizada pelas participantes da Cooperativa de Reciclagem de Moreira César,no centro de Moreira, e dia 24 de setembro, na Praça Monsenhor Marcondes com a participação da Cooperativa Reciclavida, de Pindamonhangaba. 

O objetivo da campanha é gerar renda para quem precisa e cuidar do meio ambiente. Para participar, basta guardar o óleo de fritura de sua casa em garrafas pet e colocar para o caminhão de reciclagem. 

Acima de três litros, as cooperativas recolhem as garrafas em domicílio, basta entrar em contato pelos telefones 3543-2355 (Prefeitura, Fundação Dr. João Romeiro) e 3641-1116 (Subprefeitura) ou na Sabesp (3644-4238). 

O óleo arrecadado será reciclado e reutilizado para a fabricação de biodiesel. A campanha é uma parceria da Prefeitura de Pindamonhangaba com a Sabesp, Cooperativa Reciclavida e Moreira César Recicla.

fonte:http://www.vnews.com.br
publicado por adm às 17:59

Setembro 10 2011

 

 

Um mutirão de crianças trabalhou para recolher embalagens usadas de refresco em pó para a construção da maior escultura reciclável do mundo. O robô de 14 metros de altura está no Parque do Carmo, zona leste da capital paulistana, esperando para ser medido hoje (10/09/2011) e verificado pelos técnicos do livro dos recordes Guinness. 

A base da escultura é feita de placas de material reciclável, em volta dela foram colocadas as embalagens. A brincadeira faz parte do projeto de reciclagem da Tang, que irá desmontar e reaproveitar as partes do robô após a confirmação do recorde mundial. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, as placas serão transformadas em benfeitorias para o parque, como bancos e bebedouros.

fonte:http://revistagalileu.globo.com/

publicado por adm às 20:54

Setembro 05 2011

As lâmpadas economizadoras têm muitos benefícios para o utilizador, mas podem ser muito prejudiciais para o meio ambiente se não forem devidamente recicladas.

"A nível energético, consumem menos e em mais tempo. Mas para o planeta, a lâmpada económica traz mais malefícios do que a incandescente porque na sua produção são utilizadas matérias que depois têm de ser recicladas, enquanto as antigas não tinham esse problema para o meio ambiente", disse Paulo Jorge, responsável pela área projecto na empresa de lâmpadas Sylvania.

Afirmando que "há muitas lacunas na informação transmitida ao mercado" quanto às lâmpadas economizadoras, Paulo Jorge insistiu que é "essencial" fazer-se uma "reciclagem correcta".

"Se existir uma reciclagem correcta, a lâmpada traz benefícios. Se não, traz problemas. Tudo depende da consciência das pessoas", afirmou.

Em causa está o mercúrio que algumas empresas ainda utilizam na produção daquelas lâmpadas e o trisfósforo, o seu principal componente.

O responsável considera que o controlo do destino das lâmpadas depois do seu fim de vida terá de ser feito pelas entidades oficiais junto das empresas que fazem essa reciclagem.

Ao consumidor basta-lhe colocar as lâmpadas que já não funcionam no contentor próprio ou nas lojas.

Para Paulo Jorge, o único "senão" para o consumidor poderá ser o preço, ligeiramente mais elevado do que o das incandescentes, que é explicado pelo aumento do preço do trisfósforo.

"O trisfosforo, o principal componente, está a escassear a nível mundial. Houve um aumento entre 10 e 40% no valor das lâmpadas para o mercado só este mês", disse.

Para competirem com as lâmpadas económicas, começam a aparecer as LED, mas ainda são muito caras para o consumidor final.

"Para a maioria das casas não justifica o investimento. Elas são muito rentáveis para grandes utilizadores: escritórios, hotéis ou centros comerciais, que tenham utilização diária superior a 10 horas. Começa a compensar após 14 meses", afirmou.

Apesar de, numa habitação familiar, se sentir uma redução imediata do consumo na factura, tem de fazer um investimento 10 a 15 vezes maior.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 22:38

Setembro 02 2011

A Câmara analisa o Projeto de Lei 946/11, que isenta de contribuições sociais (PIS/Pasep e Cofins) as operações de importação e comercialização de papel reciclado no mercado interno.

A proposta acrescenta o item à lista estabelecida pela Lei 10.925/04, com produtos cuja importação e comercialização já são isentos dessas duas contribuições. Inicialmente, constavam da lista apenas fertilizantes e defensivos agropecuários, mas mudanças posteriores à lei acrescentaram outros itens, como leite, queijo e farinha de trigo.

A autora da proposta, deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), argumenta que a medida deve estimular o aumento da reciclagem de papel. “Essa atividade reduz os níveis de poluição ambiental e o desperdício de recursos naturais, reduz a utilização dos aterros sanitários e pode, ainda, gerar renda para pessoas que estão fora do mercado formal de trabalho, em especial os catadores de lixo”, lembrou a deputada.

Tramitação 
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, segue para análise das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

fonte:http://www2.camara.gov.br/

publicado por adm às 23:06
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