Reciclagem

Agosto 31 2011

Apesar de ter recolhido 8 milhões de pilhas e bateriais em 2010, o Brasil conseguiu reciclar apenas 8 mil unidades, que representam 0,1% do total. As bateriais piratas representam 40% (480 milhões de unidades) do mercado brasileiro que perfaz um total de 1,2 bilhão de unidades por ano.


Os números foram divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), na última quinta-feira, em Audiência Pública da Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

"Já temos no País 1.800 pontos de recolhimento de pilhas e baterias. Falta ainda que os consumidores se habituem a entregá-las", comentou Zilda Veloso, gerente de Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente. Ela afirmou que esses produtos contêm metais pesados prejudiciais ao meio ambiente. "Principalmente as pilhas comuns e especialmente aquelas compradas no comércio irregular", advertiu.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, os produtos piratas exercem uma competição desleal com os produtos legais e causam um impacto negativo maior no meio ambiente.

“Geralmente fabricadas em países asiáticos, muitas dessas pilhas e baterias clandestinas, que ocupam cerca de 40% do mercado total, têm o mesmo nome das empresas fabricantes consagradas, ou estão em embalagens que lembram as cores e o design das marcas conhecidas, com o objetivo único de enganar os consumidores”, afirmou.

Segundo ele, além de não recolherem impostos, estas pilhas piratas ainda representam bombas ambientais, pois agregam em sua composição quantidades de mercúrio muito superiores ao estabelecido pela Resolução Conama.

Por conta deste risco oferecido pela pirataria, o presidente da ABINEE destacou que o sucesso do programa de recolhimento e destinação final de pilhas e baterias está diretamente ligado à adesão consciente do consumidor.

Atendendo à Resolução 401 do Conama, a Abinee iniciou a implantação do programa de Logística Reversa de pilhas e baterias de uso doméstico, em 5 de novembro de 2010. A iniciativa prevê o recebimento em todo território nacional das pilhas usadas devolvidas pelo consumidor ao comércio, e o seu encaminhamento, por meio de transportadora certificada, a uma empresa que faz a reciclagem desse material.

“Hoje, através de parcerias com empresas do setor varejista, o programa já conta com mais de mil postos de coleta espalhados por todas as capitais e grandes cidades do país”, disse.

A logística reversa - ou seja, a obrigatoriedade de recolhimento de embalagens ou dos próprios produtos fabricados depois de usados pelo consumidor - está prevista Política Nacional de Resíduos Sólidas (PNRS), que foi sancionada em 2010, bem como no Decreto 7404/10 e na Resolução 401/08 do Conselho Nacional de Meio Ambiente.

Pilhas e baterias estão entre os produtos citados no artigo 33 da PNRS. Também estão explícitos pela legislação os pneus, as lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista, resíduos e embalagens de agrotóxicos e de óleos lubrificantes, embalagens em geral e os produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Veloso ressaltou que o Programa de Consumo Sustentável do MMA, assim como a PNRS, estão promovendo mudanças no padrão de consumo dos brasileiros, e que o ministério está em campanha educativa para que a população passe a selecionar o lixo doméstico para encaminhá-lo a reciclagem.

fonte:http://www.revistasustentabilidade.com.br/r

publicado por adm às 12:16
Tags:

Agosto 27 2011

Coca-Cola, dona do empreendimento, teve melhora em aspectos técnicos para abrir as portas da planta novamente

Após encerrar suas atividades em março, inclusive com demissão de funcionários, a fábrica de reciclagem de garrafas PET da Coca-Cola, em Spartanburg, no Estado americano da Carolina do Sul, será reaberta na última semana de agosto.

O projeto de 50 milhões dólares foi inaugurado em 2009 com planos de se tornar a maior planta do mundo em reciclagem e processamento de PET tipo 1 para transformá-lo em novas garrafas. Mas a fábrica, uma joint venture entre a Coca-Cola e a empresa de reciclagem de plásticos United Resource Recovery Corporation (URRC), teve uma série de problemas técnicos, que variaram do alcance à qualidade necessária para produzir alimentos que serviriam de matéria-prima para o processamento das novas garrafas, até o fato de as novas garrafas, muito leves, caírem da esteira de produção.

Mas a URRC passou os últimos seis meses trabalhando para modificar equipamentos e melhorar os processos de reciclagem. Assim, a planta foi reajustada para a nova abertura.

"Estamos reiniciando a planta", disse Carlos Gutierrez, presidente e CEO da empresa ao site PlasticsNews.com. "Nós nos sentimos muito bem sobre o resultado dos nossos esforços de readequação. Esta planta é projetada para produzir alimentos para a produção de resina".

A fábrica de Spartanburg foi construída para ajudar a Coca-Cola atingir sua meta de distribuir dez por cento de garrafas de plástico com conteúdo reciclado nos Estados Unidos, mas a fabricante de bebidas só foi capaz de usar cerca de cinco por cento de material reciclado nos últimos cinco anos.

fonte:http://www.ecycle.com.br/

publicado por adm às 16:29

Agosto 26 2011

A Mazda apresentou uma tecnologia que irá resultar na reciclagem automática dos para-choques de seus veículos. O programa começa com a fabricação do para-choque traseiro da minivan de oito lugares Biante. A peça tem 10% de material reciclável em sua composição. O intuito da Mazda é tornar a produção automobilística mais sustentável e reduzir as emissões de gases poluentes em todos os estágios de atividades da empresa.

A marca japonesa se transforma na primeira fabricante de automóveis do mundo a reciclar com êxito para-choques de veículos que já chegaram ao fim da vida útil. As peças serão transformadas em matéria-prima para a fabricação de componentes para carros novos. A expectativa da fabricante é recuperar de 1 a 2 toneladas de para-choques velhos no primeiro ano do projeto. Cada tonelada de sucata gera 2.300 novos para-choques traseiros. 

A tecnologia tem fácil aplicação e consiste na eliminação do metal e da pintura do para-choque. Os outros componentes passam por tratamento químico para se transformarem em plástico de resina bruto – material pronto para ser utilizado na fabricação de novos para-choques. Antes da tecnologia da Mazda, a reciclagem requeria que os acessórios de metal fossem separados a mão. 

fonte:http://motordream.uol.com.br/

publicado por adm às 20:08

Agosto 23 2011

Em Castelo Branco, a recolha de materiais recicláveis porta a porta é já uma realidade. Todos os meses são recolhidas no município mais de oitenta toneladas de papel, cartão, plástico e vidro.

Esta campanha de sensibilização ambiental é promovida pela VALNOR, empresa responsável pela recolha e tratamento do lixo no município, a PSP e a Associação Comercial de Castelo Branco.

O objetivo é fornecer aos moradores e comerciantes um serviço personalizado de recolha de material reciclado porta-a-porta. Com esta iniciativa, a VALNOR pretende promover o aumento de separação de lixo reciclável, que ainda não é uma prática habitual para todos os cidadãos.

O serviço não tem qualquer encargo e abrange vários municípios em todo o país. Por mês, a VALNOR recolhe neste projeto, em média, 60 toneladas de papel e cartão, 15 de vidro e 7 de plástico.

Uma empresa para o desenvolvimento sustentável

Esta empresa, cuja área de influência abrange 25 munincípios, tem como principal missão a preservação do meio ambiente no âmbito da gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos.

Segundo o site oficial, foi percorrido, nos últimos anos, “caminho cujos resultados foram compensadores”. No entanto, a VALNOR precisa da colaboração dos cidadãos para ver frutos no seu trabalho, sendo para isso
essencial a organização destas iniciativas.

“A contribuição das populações é essencial para que a VALNOR possa prosseguir e assim contribuir para o desenvolvimento sustentável da nossa Região, essencial para melhorar a qualidade de vida de todos nós”, explica no site oficial.

fonte:http://www.boasnoticias.pt/

publicado por adm às 23:11

Agosto 23 2011

Com as 282 mil toneladas de embalagens pós-consumo que receberam destinação adequada em 2010, o Brasilmanteve a posição de destaque entre os maiores recicladores de PET do mundo. Embora o País não conte com sistemas de coleta seletiva abrangentes, o volume de PET reciclado no ano passado resulta em um crescimento de 7,6% sobre as 262 mil toneladas registradas em 2009.

Os números fazem parte do 7º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgado nesta terça-feira (23/8) pela Associação Brasileira da Indústria do PET. O levantamento indica que a alta demanda pelo PET reciclado continua garantindo a sustentabilidade, inclusive econômica, da atividade. No entanto, também mostra que ainda é grande a dificuldade da indústria para ter acesso à embalagem pós-consumo, que muitas vezes não tem a destinação adequada.

De acordo com Auri Marçon, presidente da Abipet, o Brasil precisa implantar o quanto antes um sistema de coleta seletiva eficiente, para continuar avançando nos índices de reciclagem. "As empresas do setor do PET investiram em capacidade de reciclagem e em inovação. Mas o parque instalado tem forte ociosidade e será difícil continuar crescendo sem um sistema público de coleta seletiva que possibilite o retorno das embalagens pós-consumo à indústria."

O 7º Censo da Reciclagem do PET mostra que o Brasil dá a destinação adequada a 56% do total de embalagens PET consumidas. Esse material reciclado alimenta uma indústria diversificada, onde o maior usuário continua sendo o setor têxtil, com 38% do total reciclado. Em seguida estão as resinas insaturadas e alquídicas (19%), embalagens (17%), laminados e chapas (8%), fitas de arquear (7%), tubos (4%) e outros (7%).

A indústria da reciclagem do PET fechou o ano de 2010 com faturamento de R$ 1,18 bilhão, acima do R$ 1,09 bilhão registrado no ano anterior. Esse valor já corresponde a 36% de todo o faturamento do setor do PET no ano passado (embalagens PET mais produtos reciclados), que foi de R$ 3,27 bilhões.

fonte:http://www.dgabc.com.br/

publicado por adm às 23:09
Tags:

Agosto 19 2011

A Sociedade Ponto Verde anunciou hoje o lançamento de um concurso de fotografia, uma iniciativa que decorre entre 29 de Agosto e 10 de Outubro e que pretende recolher o olhar da população portuguesa em relação à reciclagem dos resíduos de embalagem.

O concurso, que comemorará os 15 anos da Sociedade Ponto Verde, está aberto à participação de fotógrafos amadores e profissionais, sendo que cada um terá a sua categoria específica.

Cada participante deverá candidatar entre uma a cinco fotografias originais da sua autoria, através do sitewww.objectiva2011.com, disponível a partir de dia 29 de Agosto.

“O sucesso da reciclagem de resíduos de embalagem em Portugal, comprovada pela evolução anual da retoma das quantidades, só tem sido possível graças ao esforço realizado pela população portuguesa. O concurso é uma forma de envolver ainda mais os portugueses na reciclagem dando-lhes a possibilidade de dar a conhecer os seus pontos de vista sobre esta área tão importante para a sustentabilidade do País”, salientou Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde, a entidade responsável por organizar e gerir a retoma e valorização dos resíduos de embalagem em Portugal.

As fotografias representativas do universo da reciclagem de embalagens, nomeadamente dos materiais vidro, plástico, metal, papel/cartão e/ou madeira, serão avaliadas de acordo com a originalidade, impacto da imagem e qualidade fotográfica.

Os trabalhos serão apreciados por um júri constituído pela Sociedade Ponto Verde, Augusto Brázio (Kameraphoto) e pelo Instituto Português de Fotografia. Os prémios variam entre os 250 e os 2500 euros em vales FNAC, além da possibilidade de exposição dos trabalhos nas lojas da marca.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 23:05

Tudo sobre a Reciclagem
pesquisar
 
Pesquisa personalizada
subscrever feeds
links