Reciclagem

Fevereiro 28 2011

Em 2010, a Empresa Municipal de Ambiente de Cascais (EMAC) recolheu 12 096 toneladas de resíduos - mais 0,5% que em 2009 - resultado da separação feita pelos munícipes. Os níveis de reclha justificam-se, segunda a empresa, pela instalação de cerca de 700 ilhas ecológicasem todo o concelho , como aumento da capacidade de deposição de resíduos, e com os programas de sensibilização, como o “EmAConselha”.

As 148 mil toneladas de resíduos recolhidas ao longo do ano incluem ainda, além da selectiva, a recolha indiferenciada (92.012 toneladas), e a de resíduos equiparados (43.799 toneladas), constituídos por objectos fora de uso ou “monstros”, cortes de jardim e resíduos de limpeza, esta última com um aumento de 16%, em detrimento da recolha indiferenciada, em que se verificou um decréscimo de 1,5%, face ao ano anterior.

«Estes resultados traduzem a aposta ganha pelo executivo numa estratégia de desenvolvimento sustentável que valoriza o envolvimento da população num esforço conjunto para tornar Cascais um concelho mais verde», sublinhou Carlos Carreiras, Presidente da Câmara Municipal de Cascais.

Rui Libório, presidente da EMAC, salienta que «a par da eficiência dos nossos serviços, os resultados apresentados reflectem a eficácia das acções de sensibilização desenvolvidas pela empresa, designadamente, no que se refere à reciclagem. A separação de resíduos faz já parte do quotidiano da maioria dos munícipes de Cascais, o que nos incentiva a aprofundar os esforços para promover comportamentos ambientalmente responsáveis junto da população.»

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 21:41

Fevereiro 24 2011

A Valnor, responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos sólidos urbanos (RSU) dos 15 Municípios do distrito de Portalegre, encaminhou para reciclagem, em 2010, 26 830 000 kg de materiais recuperados dos resíduos sólidos, um aumento de 95 por cento face a 2009.

Este valor corresponde a uma capitação de 153 kg/habitante/ano, dos quais 79,90 kg/habitante/ano se refere a embalagens encaminhadas via Sociedade Ponto Verde (SPV).

Em relação a 2009, o aumento do reencaminhamento do vidro foi de nove por cento, o papel/cartão registou uma subida de 37 por cento, o plástico subiu 36 por cento, as embalagens de cartão para alimentos líquidos aumentaram 28 por cento, enquanto o aço e o alumínio registaram subidas de 26 e 53 por cento, respectivamente.

«2011 será um ano de grandes desafios já que a VALNOR se tornou igualmente responsável pelo tratamento de Resíduos Sólidos de mais 6 Municípios do distrito de Castelo Branco (Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila Velha de Rodão), passando assim a ser responsável por cerca de 280 mil habitantes, 25 Municípios e 12.000Km² de área de influência», adianta a entidade gestora em comunicado.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:45

Fevereiro 23 2011

A Câmara Municipal de Santarém congratula-se com o aumento em 11 por cento da quantidade de resíduos separados e depositados para reciclagem nos ecopontos e no ecocentro do município ao longo do ano de 2010. Em comunicado, a autarquia afirma que em 2010 foram depositadas no concelho 329,6 toneladas de embalagens plásticas e metálicas (mais 22,8 por cento que em 2009), 649,8 toneladas de papel e cartão (mais 12,3 por cento) e 649,8 toneladas de vidro (menos 1 por cento).

 

Os resíduos sólidos urbanos recicláveis depositados cresceram 81,2 por cento (590,5 toneladas), afirma o comunicado, sublinhando que o ecocentro recebe resíduos valorizáveis, como embalagens de vidro, papel/cartão, plástico/metal, pilhas e acumuladores portáteis, resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos, monos e óleos usados de veículos.

 

Por outro lado, diminuíram os resíduos sólidos indiferenciados enviados para aterro sanitário, afirma, sublinhando que está em curso o reforço da rede de recolha selectiva, com a implantação de 254 novos ecopontos para atingir o objectivo de um ecoponto por cada 150 habitantes ao longo de 2011.

fonte:http://www.omirante.pt/

publicado por adm às 22:09

Fevereiro 16 2011

A Sociedade Ponto Verde (SPV) encaminhou, em 2010, 667 000 toneladas de materiais para reciclagem, mais 11 por cento do que no ano anterior. O desafio era o de reciclar 55 por cento das quantidades declaradas pelos embaladores, meta que foi ultrapassada (59 por cento). No entanto, sublinha a SPV, a recolha do vidro ainda está aquém das metas, apesar da subida de seis por cento.

Em termos totais, foram encaminhadas 31 845 toneladas de papel/cartão,um crescimento de 11 por cento face ao ano anterior. No caso do vidro, o volume fixou-se nas 191 681 toneladas. O plástico totalizou as 65 080 toneladas, uma subida de 4,7 por cento, o metal cresceu 20,1 por cento para as 46 244 toneladas e as embalagens para alimentos líquidos (ECAL) cresceram 14 por cento, para 6 094 toneladas.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 23:10

Fevereiro 13 2011

Aparelhos eletrônicos quebrados são exportados da Alemanha para a África e Ásia. Com eles, seguem valiosos recursos minerais como as terras raras, imprescindíveis para fabricação de produtos high-tech.

 

Em se tratando de reciclagem, ninguém pode dar lições aos alemães. Não importa se vidro, papel ou plástico, para tudo há, no país, uma lixeira específica. E o reaproveitamento é um segmento da economia que movimenta bilhões de euros.

 

Entretanto, quando o assunto é sucata de eletrônicos, a reciclagem parece não ser tão bem-sucedida assim. No país, segundo o Departamento Federal do Meio Ambiente, são produzidas 600 mil toneladas de lixo eletrônico por ano. Em vez de serem desmontados, para que as valiosas matérias-primas, incluídas em seus componentes, sejam reaproveitadas, esses equipamentos avariados são declarados como "em pleno funcionamento", para serem, assim, facilmente exportados para a África e para a Ásia.

 

Exportação em vez de reaproveitamento

 

Esse comportamento gera efeitos fatais não só para o ser humano, mas também para o meio ambiente. "Embora tenhamos uma maravilhosa legislação para reciclagem de lixo eletrônico na esfera europeia, estima-se que mais de 50% do volume total dessa sucata sejam exportados ilegalmente", reclama Reinhard Bütikofer, deputado pelo Partido Verde no Parlamento Europeu.

 

A exportação da sucata não significa apenas um desperdício de ouro, cobre e platina, mas também e cada vez mais de terras raras. Esses 17 metais possuem essa denominação, porque só existem como misturas minoritárias em outros minerais. Nada menos que 97% das terras raras comercializadas no mundo são provenientes da China. O neodímio, o térbio e o lantânio, entre outros, têm características excepcionais, sendo imprescidíveis para a produção de produtos high-tech.

 

Dumping de preços

 

Sem esses elementos, nenhuma lâmpada energeticamente eficiente, catalisador, telatouch screen ou carro elétrico poderiam ser produzidos. Nos produtos finais, as terras raras são frequentemente misturadas com outros materiais, dificuldando e encarecendo, assim, a reciclagem.

 

Sucata high-tech alemã é exportada para países da África e Ásia

 

E reciclar não valia a pena, enquanto as terras raras, devido à baixa demanda, ainda eram vendidas a preços baixos no mercado internacional, diz Doris Schüler, do Instituto de Ecologia de Freiburg. "A química complexa dificulta tanto a abertura de novas unidades de produção, quanto a construção de unidades de reciclagem”, observa Schüler, lembrando que a tecnologia necessária para reciclar requer muitos recursos. Além da óbvia falta de know-how.

 

Falta pesquisa intensa

 

Segundo Schüler, os fabricantes de produtos de alta tecnologia, empresas de reciclagem, departamentos públicos e principalmente os pesquisadores deveriam se organizar, a fim de

fundar um centro europeu de competência para o setor. Até o momento, diz ela, os europeus detêm poucas informações sobre as terras raras. Não se sabe nem ao menos o volume das preciosas matérias-primas em uso. "Neste setor deveras novo das terras raras, trabalha-se muito com estimativas", conclui a especialista.

 

Turbinas eólicas, como a da foto, além de computadores e baterias, são produzidos com a utilização de terras rarasAcredita-se que o o tempo mínimo necessário até que sejam atingidas todas as condições técnicas, econômicas e jurídicas para um próspero sistema de reciclagem, seja de cinco a dez anos. A economia, porém, não pode esperar por tão tanto tempo, diante da iminência de dificuldades urgentes no fornecimento de terras raras.

 

Martin Kneer, da Associação Econômica dos Metais, vê a reciclagem com ceticismo, embora por outro motivo. "Vendo de forma realista, não será possível, no setor de metais e quanto menos no das terras raras, nem de longe responder à demanda necessária. Sem chance", diz ele.

 

Ampla estratégia para matérias-primas

 

Para Kneer, a reciclagem é apenas uma peça no mosaico de uma ampla estratégia de reaproveitamento de matérias-primas. O mesmo a dizer sobre os quesitos eficiência e disponibilidade crescente das mesmas em fontes européias.

 

Em relação às terras raras, até o momento insubstituíveis, as empresas alemãs apostam sobretudo em parcerias estratégicas e acordos comerciais, a fim de garantir o acesso aos metais existentes no exterior.

 

 

Autora: Sabine Kinkartz (fc)

Revisão: Soraia Vilela

fonte:http://www.dw-world.de/

 

publicado por adm às 22:06

Fevereiro 04 2011

Revendo a directiva de 2003, o Parlamento Europeu aprovou ontem novas regras para a recolha de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), que pretendem melhorar a reciclagem e impedir a transferência ilegal do lixo para outros países. 

O objectivo é que, até 2016, 85% dos materiais sejam recolhidos nos Estados membros, garantindo a reciclagem de pelos menos 50% dos equipamentos. 5% dos materiais devem também ser reutilizados.

 

O lixo electrónico, que envolve categorias desde frigoríficos a telefones e computadores, é o que regista um crescimento mais rápido na União Europeia, e embora as regras em vigor já apontem para a obrigatoriedade de recolha e reciclagem o executivo europeu pretende alargar as redes e evitar que os resíduos sejam "exportados" para países em vias de desenvolvimento. 

O Parlamento Europeu pretende que cada país garanta a recolha de pelo menos 4 Kg de resíduos per capita já em 2012. O objectivo é que os cidadãos sejam mais proactivos mas o comportamento da indústria é igualmente importante para a preservação do meio ambiente mas também para a recuperação de matérias-primas valiosas. 

Curiosamente os painéis solares (módulos fotovoltaicos) são excluídos desta obrigatoriedade, já que o Parlamento considera que são instalados e retirados por profissionais qualificados e que contribuem para alcançar os objectivos das energias renováveis e para uma redução do CO2. O relatório do Parlamento lembra ainda que a indústria solar integrou ainda um acordo voluntário para a reciclagem de 85% dos módulos. 

As alterações aprovadas pelo Parlamento vão agora ser analisadas pelo Conselho de Ministros da UE, mas ainda não há um acordo sobre a reformulação desta directiva.

fonte:tek.sapo

publicado por adm às 22:46

Fevereiro 04 2011

Ele publicou um relatório revelando que na Europa o país com maior taxa de reciclagem é a Alemanha, com uma porcentagem muito alta de 70% de sua despercios reciclados e reutilizados a cada ano. O relatório destaca que isso equivale a mais do que dobrar a participação dos Estados Unidos é de 33 por cento.

 

Como resultado de uma enorme quantidade de lixo que é reciclado, a quantidade de resíduos incinerados ou enterrados diminuiu drasticamente, de cerca de 50.000 aterros na década de 70 para apenas 200 hoje. De acordo com a Agência Europeia do Ambiente, em 2006, a Alemanha viu esses aterros apenas 1% dos resíduos gerados no país. O co n paralelas dos Estados Unidos aparece novamente, eles enviados a aterros e 54 do seu lixo.

Grandes resultados são principalmente devido às regras rígidas que regem estas questões, mas os governadores pretendem ir mais longe. O objectivo estratégico para 2020 - até 100% dos resíduos reciclados, alcançar uma sociedade sustentável.

Fonte:http://pt.wikinoticia.com

publicado por adm às 22:44

Fevereiro 02 2011

Os alunos das escolas da Madeira estão 'convocados' para participar numa iniciativa nacional denominada ERP Portugal, que mobiliza 192 mil alunos de 500 estabelecimentos de ensino na recolha de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos, de pilhas e acumuladores.

Esta é a 3.ª edição da iniciativa que arranca já no dia 4 de Fevereiro, sexta-feira, e nela participam as seguintes escolas da Madeira: Escola EB1/PE do Paúl do Mar; EB1/PE Lombo São João - Ponta do Sol; Escola EB 1/PE do Seixal; Escola EB 1/PE da Marinheira; EB 2,3 Cónego João Jacinto Gonçalves de Andrade; Escola EB 2,3 do Caniçal; Externato Adventista do Funchal; Escola EB1/PE Ribeiro Domingos Dias; Escola EB1/PE do Galeão; Escola EB 2,3 do Caniçal; Escola EB1/PE de Carvalhal e Carreira; Escola EB1 da Lombada/PE de Ponta do Sol; Escola EB1/PE da Ribeira Brava; Escola EB 1/PE de Bica de Pau; Escola EB1/PE Dr. Clemente Tavares – Gaula e Escola EB1/PE de Santa Cruz.

O Projecto Geração Depositrão da ERP Portugal (www.erp-portugal.pt) é uma iniciativa desta entidade gestora de resíduos no País, que integra a European Recycling Platform, que pretende sensibilizar os jovens em idade escolar para a importância da recolha dos Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) e de Pilhas e Acumuladores, bem como para as boas práticas ambientais.

Assim, escolas de todos os distritos (Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo e Vila Real) e regiões autónomas (Açores e Madeira) vão, certamente, tentar bater os valores das recolhas da edição anterior (2009/2010), que ascendaram a 42.351 kg de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos, em 319 Eco-Escolas.

fonte:dnoticias

publicado por adm às 22:55

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