Reciclagem

Novembro 29 2010

Os algarvios continuam a mostrar uma atitude "exemplar" em matéria de reciclagem. Tal como no ano passado, a região do Algarve continua a apresentar os melhores resultados nacionais em separação de resíduos urbanos. Ao que o CM apurou, ao longo dos últimos dez meses, a região voltou a ser uma das que mais lixo encaminharam para reciclagem, em termos globais, em comparação com outras zonas do País.

 

Segundo dados da Algar, a empresa responsável pela gestão do sistema multimunicipal de tratamento e valorização dos resíduos sólidos da região do Algarve, até final de Outubro já foram recolhidas 21 379,67 toneladas de resíduos.

Os municípios do Barlavento foram os que reciclaram, até agora, a maior quantidade de resíduos, cerca de 12 mil toneladas. Portimão foi o concelho com maior quantidade separada, mais de 4,5 mil toneladas. Nos concelhos do Sotavento, a Algar recolheu no total 9,3 mil toneladas, sendo que só Loulé produziu 3,3 mil toneladas. Os meses de Julho e Agosto foram os mais ‘produtivos’ em matéria de reciclagem.

"Até ao final do ano, esperamos ultrapassar as 25 mil toneladas de lixo encaminhadas para reciclagem, um pouco acima dos valores do ano passado", admitiu ao CM Hélio Barros, administrador da empresa Algar. Esta quantidade deverá corresponder a uma capitação (relação quantidade/população) a rondar os 58 quilos por cada habitante. Segundo Hélio Barros, o aumento de produtos reciclados estará também "relacionado com a crise económica". É que actualmente "as pessoas estão a produ-zir mais lixo porque estão a ir mais aos supermercados e menos aos restaurantes".

Em 2009, no total, a Algar encaminhou para reciclagem 7834 toneladas de papel/cartão, 2150 toneladas de plástico e 13 201 toneladas de vidro. Foram ainda encaminhadas 644 toneladas de madeira e 362 toneladas de metais.

fonte:cmjornal

publicado por adm às 23:07

Novembro 28 2010

O município de Lagos associou-se recentemente à associação Quercus, na promoção da campanha de recolha de rolhas de cortiça no concelho. A Lagos já chegaram os “Rolhinhas”, onde a população pode depositar as suas rolhas de cortiça.

Estes recipientes estão devidamente identificados e encontram-se facilmente em alguns dos equipamentos municipais, como o edifício da câmara, a biblioteca municipal, o Mercado da Avenida e o Mercado de Santo Amaro, bem como no departamento de Ambiente e Serviços Urbanos da Câmara de Lagos – Chinicato).

Esta iniciativa está inserida no projeto Green Cork, um programa de reciclagem de rolhas de cortiça que tem como objetivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, permitir o financiamento de parte do programa “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade”.

Refira-se que, a este propósito, cada tonelada de rolhas de cortiça recolhida contribuirão para plantar e cuidar de 200 árvores.

fonte:jornaldoalgarve

publicado por adm às 23:00

Novembro 26 2010

Enquanto o movimento para o desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos mais eficientes aumenta, ainda há uma peça fundamental no carro que ainda não conseguimos desenvolver novos conceitos ou uma melhor forma de descarte. Se você pensou no pneu. Acertou!

Eles são difíceis de reciclar e não têm há muita coisa a fazer com ele. A reciclagem demanda muita energia e para se produzir qualquer artesanato é necesário ferramentas pesadas o que o torna nada fácil para qualquer pessoa. Mas isso pode mudar graças a uma pesquisadora Espanhola que descobriu uma maneira de transformar os pneus usados em combustível.

O processo funciona ao se utilizar  o processo de decomposição termoquímica da pirólise, que é capaz de gerar calor, sem oxigênio, a química María Felisa Laresgoiti descobriu uma maneira de quebrar os pneus velhos em componentes úteis. O processo envolve o aquecimento dos pneus a 500 ° C por 30 minutos.

 

Esse processo cria um líquido que é semelhante ao petróleo, por isso, em teoria, poderia ser usado como uma fonte de combustível em potencial. Além dos líquidos produzidos, um adicional de 44% do pneu decomposto é transformado em material sólido. De acordo com a pesquisadora, estes resíduos podem ajudar a reforçar os pneus novos ou como uma forma de adicionar pigmentos para tintas, tornando o processo muito mais ecológico do que simplesmente jogá-los no lixo.

Apesar de algumas industrias já utilizarem os pneus para a produção de diversos materiais tais como: cimento,calçados, asfalto, entre outros a produção ainda é muito baixa se comparando a quantidade de pneus que são produzidos todos os dias. Esta nova forma de reutilização dos pneus traz uma nova esperança para alguns materiais que hoje ainda são marginalizados e não possuem muito valor comercial, tornando sua reciclagem ainda com pouco volume se comparado ao alumínio e ao ferro.

Espero que esta tecnologia torne-se padrão mundialmente pois os pneus demoram séculos para desaparecem na natureza além de causarem muito impacto tanto na natureza e ambém para a saúde humana, pois o mosquito da dengue adora um pneu usado.

fonte:dicasverdes

publicado por adm às 23:07

Novembro 26 2010

É a primeira fábrica de regeneração de óleos usados a ser instalada em Portugal. A nova unidade vai ser instalada Eco-parque do Relvão, na Chamusca, e terá capacidade para tratar 20 mil toneladas de óleos lubrificantes usados de motores, máquinas e turbinas, como explicou ao jornal Público o responsável pelo projecto, Rui Lopes, engenheiro da Enviroil, empresa participada da SUMA (do Grupo Mota-Engil). O contrato promessa de compra e venda do terreno para a fábrica foi assinado esta semana com a EGEO.

Esta unidade vai recuperar os lubrificantes através da descontaminação e fragmentação dos óleos que os compõem, ajudando a resolver o problema da solução a dar a estes produtos, que são o fluxo de resíduos perigosos produzido em maiores quantidades no nosso país.

Actualmente, são recolhidas cerca de 30 mil toneladas destes óleos. Metade segue para a unidade actual da Enviroil onde são queimados para produzir electricidade; entre seis a sete mil toneladas são exportadas para regeneração e o resto é usado na indústria cerâmica.

A nova unidade ambiciona tratar entre 60 a 75 por cento do óleo recolhido, ultrapassando largamente a meta legal que, desde 2003, estabelece um mínimo de 25 por cento de regeneração destes produtos. Por enquanto, «a legislação não é muito encorajadora», declarou Rui Lopes ao Público. «Não temos garantias do Ministério do Ambiente mas já lhe demos conta das nossas preocupações e acredito que estão cientes dos desafios que temos pela frente. Só conseguimos competir com tecnologia idêntica, nunca com a incineração, porque este é um processo caro», esclarece.

Fonte do gabinete de imprensa do Ministério do Ambiente confirmou ao Público que «está a ser equacionado o aumento das metas, no contexto da transposição da Directiva Quadro dos Resíduos, que está em curso».


A unidade será construída de forma faseada, conforme a evolução do mercado, e deverá entrar em funcionamento no final de 2011. No entretanto, a Enviroil prevê que, no futuro, possa reconverter a sua unidade actual em Torres Novas e deslocalizá-la para a Chamusca. A unidade, a funcionar há cerca de dez anos, «tem a tecnologia que era a solução à data. Esta nova unidade representa a evolução natural».

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:04

Novembro 21 2010

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) vai lançar uma campanha de sensibilização sobre a reutilização dos sacos de compras. A comunicação será feita essencialmente na próxima semana, por ocasião da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos. Em alguns casos, diz a associação, a iniciativa poderá prolongar-se até Janeiro de 2011.

Alertar para as vantagens ambientais e promover comportamentos ecológicos são as principais mensagens da campanha.

Estão associados à iniciativa vários membros da APED: Auchan (Jumbo e Pão de Açúcar), El Corte Inglés GA, Jerónimo Martins (Pingo Doce), Lidl, Ponto Fresco Supermercados, Sonae (Continente, Modelo e Modelo Bonjour).

Os anúncios serão veiculados nos meios de comunicação destas empresas, seja através dos sites, cartazes, revistas, folhetos, catálogos e ecrãs e som de loja.

«Cada cidadão produz, em média, 1,4 kg de resíduos por dia. Ao reutilizar o saco de compras estará a proteger o ambiente e a poupar os recursos naturais, contribuindo para a redução do volume destes resíduos. Por esta razão, é fundamental reutilizar os sacos de compras, o maior número de vezes possível», refere a APED em comunicado.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 00:04

Novembro 16 2010

A empresa regional da Madeira, Valor Ambiente, conseguiu reduzir em 8,6 milhões de euros, por ano, os custos com resíduos, entre 2008 e 2009. O desempenho foi sublinhado pelo secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Manuel António Correia, na segunda-feira, enquanto relembrava que o grande desafio do arquipélago, em termos de gestão de resíduos, é conseguir a redução de custos.

«[O desempenho da Valor Ambiente] resultou de diversas medidas de transformação estruturais e funcionais, nomeadamente a transformação do sistema de gestão por administração directa, feita pela própria empresa», afirmou o responsável.

O responsável destacou ainda o desempenho da Madeira em termos de recolha selectiva, com uma taxa de 30 por cento e, portanto, superior à média nacional. No entanto, Manuel António Correia defende que o bom desempenho acarreta custos elevados, devido ao transporte dos resíduos para valorização.

fonter:ambienteonline

publicado por adm às 23:09
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Novembro 13 2010

O lixo entra misturado na máquina e sai separadinho: parte vai para o aterro, parte para reciclagem. A "mágica" é de um equipamento importado da Finlândia pela Estre Ambiental, dona de nove aterros no Brasil. Ele foi instalado no aterro de Paulínia, a 117 km da capital.

Quem explica o funcionamento é um empolgado Pedro Stech, diretor da Estre. "O equipamento separa automaticamente o resíduo. Vou tirar 40% do peso do material que eu levo para o aterro, que representa 60% do volume. Com isso, aumento muito a capacidade do aterro."

Como se vê, é uma jogada econômica: aumenta-se o lixo a ser vendido para reciclagem e aumenta-se a capacidade do aterro de receber resíduo. No fim, o que era lixo em casa vira dinheiro para a empresa.

A máquina consegue processar 1.000 toneladas de lixo por dia. Deve começar a funcionar em breve. O investimento supera R$ 30 milhões. É a primeira máquina do tipo na América Latina e completa o perfil ecologicamente correto do aterro de Paulínia, considerado modelo.

O chorume é drenado e processado. Os gases são queimados -a empresa espera autorização da ONU para transformá-los em energia. Tudo isso vira crédito de carbono, vendido no mercado financeiro internacional para empresas poluidoras europeias.

Da Folha de S. Paulo

publicado por adm às 18:33

Novembro 12 2010

Malha Eco estimula consumo sustentável. Linha sustentável da empresa traz jogos de lençóis, colchas, edredons e porta-travesseiros de custo acessível, permitindo a todos um consumo mais consciente.

 

As garrafas pet descartadas de maneira inadequada estão ganhando um destino mais nobre por meio da reciclagem, dando origem a todo tipo de produtos. A catarinense Altenburg, do segmento de enxovais, lançou roupas de cama confeccionadas em malha composta por algodão e fios de garrafas pet: a Malha Eco. São jogos de lençóis, colchas, edredons e porta-travesseiros especiais e com um custo acessível.

A Altenburg quer compartilhar a conquista diária de retirar garrafas pet do meio ambiente e transformá-las em roupas de cama. Para isso, criou o hotsite www.malhaeco.com.br, onde é possível acompanhar pelo placar a quantidade de garrafas já utilizadas na produção da Malha Eco. O número é atualizado diariamente e só vem aumentando. 

Hoje, a marca ultrapassa as 600 mil pets recicladas, mas a meta é atingir o patamar de um milhão até 2011. O site também traz dicas de como ser sustentável no dia-a-dia e o que a Altenburg faz para preservar o meio ambiente.

fonte:adjorisc

publicado por adm às 22:28

Novembro 08 2010

A recolha selectiva porta-a-porta estende-se, a partir de hoje, à freguesia de São João de Deus e em parte da freguesia do Alto do Pina, em Lisboa. Com a implementação deste projecto, cerca de 87 mil fogos da cidade de Lisboa ficam abrangidos por este tipo de recolha de papel e embalagens.

O novo sistema vai abranger um total de 7600 fogos e 700 actividades económicas, incluindo escolas públicas e privadas e o Instituto Superior Técnico, que serve diariamente um universo de cerca de 11 600 pessoas, entre estudantes, professores e pessoal não docente.

Também está ser desenvolvido um trabalho de sensibilização junto dos residentes e entidades com vista à sua adesão ao novo sistema. As alterações introduzidas implicam a retirada de 32 conjuntos de módulos para papel e embalagens da via pública, onde permanecerão apenas os quatro ecopontos subterrâneos e a totalidade dos vidrões, os quais serão reforçados com a instalação de mais seis unidades, o que contribuirá para uma maior limpeza do espaço público.

De acordo com dados da autarquia, a implementação dos vários sistemas de recolha selectiva (porta-a-porta, ecoilhas e ecopontos), de 2003 a 2009, originou um assinalável acréscimo nas quantidades de materiais valorizáveis. Em 2009, foram recolhidos 23 mil toneladas de papel, o que representa um acréscimo de 84 por cento em relação a 2003; 12 mil toneladas de vidro (mais 77 por cento) e 7 mil toneladas de embalagens, ou seja uma variação de mais 265 por cento. No mesmo período, a autarquia registou um decréscimo de 264 mil toneladas de resíduos indiferenciados, o que se traduziu na poupança de 17 por cento na despesa com o tratamento dos resíduos indiferenciados, recebendo actualmente três vezes mais contrapartidas financeiras pela recolha dos resíduos valorizáveis.

Contudo, o sucesso da implementação do sistema de recolha selectiva porta-a-porta pressupõe um grande envolvimento dos munícipes, os quais têm demonstrado um grau de satisfação de 77 a 84 por cento nos projectos mais recentes, explica a Câmara Municipal de Lisboa, em comunicado. Nos vários projectos implementados, 73 a 91 por cento das pessoas praticam a separação dos resíduos.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:03

Novembro 07 2010

Velhas chapas de raio-x escondem um tesouro. Além da prata, depois de recicladas, sobram os plásticos.

 

Pequenas empresas investem no processo de reaproveitamento de chapas de raios-x. O material reciclado vira embalagem e também é utilizado em joias. 

Velhas chapas de raio-x escondem um tesouro. Este tesouro só aparece com a reciclagem das radiografias. E tem prata. O precioso metal fica espalhado numa fina camada sobre a película e produz a imagem da radiografia. Depois de retirado o metal das chapas de raio-x, sobram os plásticos. 

Numa fábrica de reciclagem, o empresário Albert Reuben transforma o plástico em embalagens para presentes. Ele é cortado, dobrado, montado e vira interessantes caixinhas. 

“Podem ser encomendadas em pequenas quantidades a um custo muito baixo. Então, pequenas indústrias de lembrancinhas, de enfeites, de pequenas quantidades são muito bem servidas por essa linha de embalagens”, explica o empresário Albert Reuben. 

Para produzir as caixas do plástico das radiografias, o investimento é de R$ 50 mil. É preciso comprar a máquina de corte e vinco. A empresa de Albert recicla 300 quilos de plástico por mês e fatura R$ 15 mil.  

A artesã Izabel Franco compra 800 caixas recicladas por mês. Ela usa as embalagens para vender lembrancinhas de bebês. Ela fornece as peças para lojas. Para a artesã, as caixas feitas de radiografia são transparentes, rígidas e deixam o produto bem visível. O preço é bom: uma caixinha custa R$ 0,06. 

“A melhor embalagem que eu achei até hoje, sou há 20 anos artesã, foi essas caixinhas”, conta Izabel.  

Mas, as velhas chapas de raio-x escondem ainda um negócio mais lucrativo: o mercado da prata. O metal custa em torno de R$ 1,2 mil o quilo e fica impregnado no plástico para a reprodução da imagem da radiografia. Do lixo que são as chapas descartadas, uma empresa consegue extrair quase 500 quilos de prata por mês. Um desafio e tanto. 

A reciclagem é feita na fábrica do empresário Albert Reuben. As chapas de raio-x são recolhidas em hospitais e clínicas. Depois, são separadas por tamanho e lavadas com soda cáustica. Da água, sai uma massa de sujeira. Nela se encontra a prata. Para retirá-la, é preciso derreter o material junto com alguns elementos fundentes. 

“Essencialmente isso aqui é a nossa fundição. A fundição da refina. Estamos aqui há quase 30 anos e nós nos especializamos na recuperação de prata de processos fotográficos”, diz o empresário. 

O processo separa as impurezas do precioso metal. “A maior parte é escória ou impureza. A prata é a parte menor. Aqui deve ter em torno de uns 450 gramas, 500. Nesse equivalente, isso seriam, no mínimo, umas 2,5 mil chapas”, mostra o fundidor Cássio de Almeida.

 

O peso do lingote de prata é conferido: 635 gramas. Na etapa seguinte, a prata é derretida de novo e em altíssima temperatura é despejada na água fria e mexida rapidamente. A prata fica granulada por choque térmico. O investimento para montar uma empresa de reciclagem de prata das chapas de raio-x é de R$ 300 mil. Além dos fornos é preciso comprar tanques de limpeza e montar uma estação de tratamento de água. São necessárias licenças ambientais para funcionar. Toda água usada na limpeza das chapas têm que ser tratadas antes de parar na rede de esgotos ou reutilizada nos tanques de limpeza.

 

"A prata paga tudo. Paga os nossos serviços, as nossas licenças que temos para trabalhar com esse material", conta o empresário.

 

A empresa de Albert também instala estações de tratamento em hospitais. Nesse caso, a prata é retirada do material líquido produzido pela revelação das radiografias. Para o diretor do hospital, Rogério Piroto o negócio é vantajoso.

 

Além de não ter que pagar pelo tratamento dos resíduos que é obrigatório pela legislação ambiental, o hospital ainda recebe parte do dinheiro obtido pela venda da prata.

 

"Não existe investimento, na verdade é uma parceria onde a empresa que tem o contrato com a gente estabelece o equipamento na instituição e com isso temos um retorno da venda, do produto que é retirado dos filmes e destinamos esse valor para o centro de estudos da instituição", explica o diretor do hospital.

 

A prata extraída das radiografias é vendida para joalherias. O empresário André Gonçalves compra quatro quilos de prata por mês e faz vários tipos de peças.

 

"É um mercado bom, muito competitivo, ainda mais com essa questão de mercado importado, do câmbio, tem que insistir, ter bastante criatividade, diferenciar esses modelos que vêm de fora", diz o empresário.

 

No ateliê a prata é derretida e despejada em moldes de gesso. Quando esfria o gesso é quebrado e as jóias são retiradas uma a uma. O produto ganha acabamento e pedras preciosas. O resultado é mais uma prova das oportunidades geradas pela reciclagem das chapas de raio-x.

 

"É interessante porque algo que seria jogado fora dá para criar, fazer um material nobre e ter uma valia tão boa no mercado", garante André Gonçalves.

fonte:tv.pegn.globo

publicado por adm às 22:00

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